quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Quiz 16: PORTUGUÊS 7° ANO

Quiz 16: PORTUGUÊS 7° ANO
Quiz 16: PORTUGUÊS 7° ANO

Leia os textos a seguir e, responda as questões 01, 02 e 03.

01
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Texto 1

A lenda do café

    Um pastor vigiava o seu rebanho, quando notou que este em determinadas ocasiões se mostrava mais alegre, saltando com enorme vivacidade. A repetição do fato aguçou-lhe a observação e o pastor notou que a energia de suas ovelhas se manifestava quando elas pastavam nessas terras, as quais eram ricas de uma determinada planta cujo fruto comiam. Compreendeu, então, que a reação era efeito da ingestão de tal planta. Curioso, fez uma experiência em si próprio. Tomou uma infusão que fez com os frutos da planta referida. Logo depois, sentiu um reforço de energias, bom humor, melhor disposição para o trabalho e, ao mesmo tempo, desaparecendo o sono que o atacava quando em serviço.

    Tal bebida era o café e, segundo a lenda, assim começou a ser usado.

Disponível em: http://www.clubedocafe.wordpress. Acesso em: 14 abr. 2010.

Texto 2

Os primeiros cultivos de café

    A planta de café é originária da Etiópia, [...] África, onde ainda hoje faz parte da vegetação natural. Foi a Arábia a responsável pela propagação da cultura do café. O nome café não é originário da Kaffa, local de origem da planta, e sim da palavra árabe qahwa, que significa vinho. Por esse motivo, o café era conhecido como “vinho da Arábia” quando chegou à Europa no século XIV.

    Os manuscritos mais antigos mencionando a cultura do café datam de 575 no Yêmen, onde, consumido como fruto in natura, passa a ser cultivado. Somente no século XVI, na Pérsia, os primeiros grãos de café foram torrados para se transformar na bebida que hoje conhecemos.

    O café tornou-se de grande importância para os árabes, que tinham completo controle sobre o cultivo e preparação da bebida. Na época, o café era um produto guardado a sete chaves pelos árabes. Era proibido que estrangeiros se aproximassem das plantações, e os árabes protegiam as mudas com a própria vida. A semente de café fora do pergaminho não brota, portanto, somente nessas condições as sementes podiam deixar o país.

Disponível em: http://www.abic.com.br/scafe_historia.html. Acesso em: 3 abr. 2010. Fragmento.

Esses dois textos falam sobre

A
B
C
D

    Alternativa "B".

(Fonte da resolução: ? .)


02
O texto 2 serve para
A
B
C
D

Alternativa "C".

(Fonte da resolução: ? .)


03
De acordo com o texto 2, os primeiros grãos de café foram torrados na
A
B
C
D

    Alternativa "D".

(Fonte da resolução: ? .)


04
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

O corvo e o jarro

    Um corvo morria de sede e se aproximou de um jarro que uma vez vira cheio d’água. Mas, desapontado, verificou que a água estava tão baixa que ele não podia alcançá-la com o bico. Tentou derramar o jarro mas era impossível: O jarro era pesado demais.

    De repende, viu ali muitas bolas de gude. Apanhou com o bico uma das bolas e jogou dentro do jarro. Depois outra. E mais outra. E outra. E a cada bola que jogava, a água subia. Jogou tantas bolas dentro do jarro que a água subiu até o gargalo. Então o corvo pôde beber.

    Onde a força falha, a inteligência vence.

BAÚ DAS HISTÓRIA E POEMAS. O corvo e o jarro. Disponível em: https://goo.gl/VdjHjp . Acesso em: 18 abr. 2016.

Em qual trecho desse texto há uma relação de causa e consequência?

A
B
C
D

    Alternativa "C".

(Fonte da resolução: ? .)


Leia os textos a seguir e, responda as questões 05 e 06.

05
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Menor tamanduá do mundo vive no Brasil

Ele tem 45 cm e é encontrado em matas tropicais

    • Conhecido popularmente como tamanduaí, ele vive em nosso país na Amazônia, em áreas da Mata Atlântica do Nordeste e em matas ao longo de cursos d'água no Cerrado, nas áreas mais próximas a Amazônia.

    Com cerca de 45 centímetros de comprimento e pesando não mais que 400 gramas, o Cyclopes didactylus — como a espécie foi batizada pelos cientistas — é o menor de todos os tamanduás!

    Animal de pelo longo, macio, sedoso e levemente ondulado, o tamanduaí tem olhos redondos e pretos. Suas orelhas são tão minúsculas que ficam escondidas no meio da densa pelagem, que é cinza, dourada, com reflexos prateados. Sua cabeça é dourada, com reflexos prateados. Sua cabeça é dourada, assim como suas pernas, que também podem ser cinza. Já o seu peito é marrom-escuro ou com uma mancha marrom.

Desmatamento é ameaça

    • Encontrado em matas tropicais, o tamanduaí, aparentemente, não vive em áreas de vegetação aberta. Porém, não se conhece bem a sua distribuição em diferentes tipos de floresta. O que se sabe é que o menor tamanduá do mundo vive nas árvores e raramente desce ao chão. Por isso, o animal

Tempinho, 19 fev. 2011. p. 6. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

A palavra em destaque, no trecho "... O seu peito é marrom escuro ou com uma mancha nas marrom." (3º parágrafo) expressa uma ideia de

A
B
C
D

    Alternativa "B".

(Fonte da resolução: ? .)


06
A expressão “Cyclopes didactylus” (2° parágrafo) é um exemplo de linguagem
A
B
C
D

    Alternativa "A".

(Fonte da resolução: ? .)


Leia o texto a seguir e, responda as questões 07, 08 e 09.

07
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

O juiz

    Houve uma reunião do Moreirão e do Moreirinha comigo e com o Orlandinho, três dias antes do jogo, para tratar de um assunto importante. Quem seria o juiz? Quem apitava os jogos do Universal, normalmente era o seu Bruno, da farmácia. Mas o seu Bruno da farmácia não era de confiança. Às vezes se distraía, uma vez saíra no meio do jogo, dizendo “Continuem, continuem”, para ir à farmácia dar uma injeção, e confessava que não gostava de marcar pênalti. “Não sou de dar pênalti”, dizia, como se fosse uma prova de bom caráter. Dava injeção sem dó, mas não dava pênalti. O seu Bruno da farmácia não servia.

    Propus o coronel Demétrio que gostava de assistir aos jogos no campinho, parecia conhecer as regras de futebol e, como militar, imporia respeito dos dois lados.

    — O quê?! — disse o Moreirão. — O coronel Demétrio mal pode caminhar!

    — Ele não precisa se mexer muito.

    — Duvido que ele ainda possa soprar um apito!

    — Está certo — concedi.

    O coronel Demétrio também foi vetado.

    — E o Lúcio? [...]

    Também foi vetado.

VERÍSSIMO, Luís Fernando. O juiz. In: O cachorro que jogava na ponte esquerda. Rio de Janeiro: Rocco Jovens Leitores, 2010. p. 40-42. Fragmento.

No trecho "— O quê?! — disse o Moreirão." (3º parágrafo), os pontos de interrogação e exclamação sugerem

A
B
C
D

    Alternativa "C".

(Fonte da resolução: ? .)


08
O que motivou o início dessa narrativa foi a
A
B
C
D

Alternativa "A".

(Fonte da resolução: ? .)


09
De acordo com esse texto, "Universal" é o nome de um
A
B
C
D

Alternativa "C".

(Fonte da resolução: ? .)


10
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Bons amigos

  Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.

  Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.

  Amigo a gente sente!

  Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.

  Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.

  Amigo a gente entende! [...]

  Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade

  Ou te apontam a realidade.

  Porque amigo é a direção.

  Amigo é a base quando falta o chão!

  Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.

  Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.

  Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Disponível em: http://www.radioglobo. globo.com/manhã-da-globo-sp/2011. Acesso em 12 ago. 2011.

No verso "Amigo é a base quando falta o chão!" (v. 10), a palavra em destaque tem o sentido de

A
B
C
D

    Alternativa "D".

(Fonte da resolução: ? .)


11
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Leia o texto a seguir e responda:


SOUZA, Maurício de, Disponível em: http://blogdosquadrinhos .blog.uol.com.br. Acesso em 29 de dez. 2015

De acordo com esse texto, o garoto pendurado no galho da árvore desejava que

A
B
C
D

    Alternativa "C".

(Fonte da resolução: ? .)


12
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Faça chuva ou faça sol

    Apesar de o sertão ser logo lembrado quando se trata do tema, a relação de nossas vidas com o clima evidencia-se em todo canto. E, num país continental como o Brasil, “tempo feio” é expressão abstrata: pode querer dizer que cai uma chuva das boas, no Sudeste; ou que não há uma única nuvem no céu, no Nordeste.

    De Norte a Sul, não há assunto mais recorrente no dia a dia: “ Será que chove logo?”, “E o calor? Tá demais...”, “Parece que o tempo vai firmar...”. Não é para menos. As condições atmosféricas não interferem só no piquenique ou na praia; na roupa do dia ou no trânsito de fim de tarde. Importam à indústria, à aviação, ao comércio, ao turismo, à agricultura e à pesca.

    O tempo é soberano — apesar das interferências nos ciclos da natureza que a humanidade vem causando. Por maiores que sejam os avanços tecnológicos, o homem não desenvolveu nenhum aparato capaz de controlar o tempo. Aprendeu, no entanto, a lidar com ele — seja com os mais modernos equipamentos, seja com suas crenças e sabedoria.

PESCIOTTA, Natália. Almanaque da cultura popular. Mar. 2010, n. 131.

Qual é o assunto tratado nesse texto?

A
B
C
D

    Alternativa "B".

(Fonte da resolução: ? .)




domingo, 5 de novembro de 2017

Quiz 17: PORTUGUÊS 7° ANO

Quiz 17: PORTUGUÊS 7° ANO
Quiz 17: PORTUGUÊS 7° ANO

01
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Leia o texto abaixo e responda.

Operação rango

    Já eram sete horas da noite. Beto desceu a escada de dois em dois degraus e pulou os quatro últimos, [...]. Preparou o lanche antes que a mãe e a irmã voltassem do supermercado.

    Beto embrulhou tudo em papel alumínio, colocou num saco plástico e amarrou na ponta do fio que pendia do terracinho.

    Lá em cima, Miguel devorou os dois sanduíches de presunto com queijo, reforçados com gostosos ovos fritos, especialidade do amigo, acompanhados de refrigerante e do delicioso bolo da Marlene.

    Beto subiu novamente. Ainda sem fôlego, deu umas batidinhas na porta e sussurrou:

    — Miguel?

    — Estou aqui. Valeu, cara, o sanduíche estava muito bom... Beto...Você não contou nada pra Bel, né?

    — Eu não.

    — E o Dunga, apareceu?

    — Que nada, continua sumido. A Bel está superchateada, ela tinha acabado de ganhar o gato da menina – Beto lembrou-se de um detalhe importante.

    A dona Maria ligou lá em casa, brava, disse que está procurando você há meia hora e mandou você ir jantar. Eu disse que você estava no banheiro.

    — Xi, agora melou... Droga! Liga pra ela e fala que sua mãe me convidou pra jantar, aliás já fala de uma vez que eu vou dormir na sua casa.

FURNARI, Eva. Operação rango. In: O segredo do violinista. São Paulo: Ática, 1998. p. 37-8. Fragmento.

No trecho "Droga! Liga pra ela.." (último parágrafo), o pronome destacado refere-se ao termo

A
B
C
D

    Alternativa "C".

(Fonte da resolução: ?.)


Leia os textos a seguir e, responda as questões 02 e 03.

02
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Texto 1


Disponível em: https://www.tecdicas.com. Acesso em 21 mar. 2014.

Texto 2


Disponível em: http://www.duelinganalos. Acesso em: 21 mar. 2014.

A semelhança entre esses textos está no fato de

A
B
C
D

    Alternativa "D".

(Fonte da resolução: ?.)


03
O texto 2 é engraçado por que o homem
A
B
C
D

    Alternativa "A".

(Fonte da resolução: ?.)


Leia o texto abaixo e, responda as questões 04 e 05.

04
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Isotônico pode dar cárie

    Ele repõe sais minerais e glicose, é verdade. Mas o isotônico, aquela bebida colorida consagrada pela geração academia, também pode causar danos à saúde da boca. Um estudo da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, revelou que o consumo destemperado do produto causa erosão do esmalte dos dentes, abrindo alas para cáries e deterioração dentária. “O dente perde mais minerais do que deveria por causa de um desequilíbrio químico provocado pelo ácido cítrico presente no isotônico”, explica o cirurgião-dentista Rodrigo Bueno, consultor da Associação Brasileira de Odontologia. “Por isso, a bebida deve ser consumida de quatro em quatro horas, que é o tempo necessário para que a saliva neutralize a acidez bucal.” Nesse intervalo, procure beber apenas água se estiver praticando alguma atividade física.

Saúde, maio 2009, p. 62.

A informação principal desse texto é que o isotônico

A
B
C
D

    Alternativa "C".

(Fonte da resolução: ?.)


05
No trecho "Ele repõe sais minerais e glicose..." (1º parágrafo), a palavra destacada refere-se ao termo

A
B
C
D

    Alternativa "A".

(Fonte da resolução: ?.)


06
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Leia o texto abaixo e responda.

O lobo desatento

    Certa noite, um lobo andava pela floresta em busca de comida. E já estava empenhado nessa tarefa havia um bom tempo, sem qualquer resultado prático, quando sentiu no ar o cheiro de carneiros. “Até que enfim!”, foi o pensamento que lhe veio à cabeça de imediato, e então, imaginando o que de bom poderia encontrar mais adiante para aplacar a fome que sentia, ele caminhou rapidamente na direção que o seu faro indicava.

    Logo à frente, as árvores davam lugar a uma grande área coberta de relva, e era nesse pedaço de chão que os carneiros descansavam protegidos por um cão. O lobo não se preocupou com isso. O que fez foi sair andando passo a passo, o mais devagar que podia, procurando se aproximar do ponto que ficava mais distante do vigia, onde algumas das possíveis presas dormiam sossegadas.

    E já estava quase lá, quando uma de suas patas traseiras descuidou-se um momento e pisou em um pedaço de tábua já meio apodrecido. Esta rangeu sob o peso do animal, e o barulho que fez soou tão alto em meio ao silêncio da noite que acordou o cão de guarda, fazendo-o sair na mesma hora em perseguição ao lobo desastrado. Que por sua vez, coitado, não teve outra coisa a fazer senão fugir em desabalada carreira, esfomeado e sem alimento.

Moral da história: Quem não presta atenção no que faz, algum dia vai acabar se metendo em apuros.

Disponível em: http://www.fernandodannemann. recantodasletras.com.br. Acesso em: 5 abr. 2010.

Nesse texto, o que deu origem aos fatos narrados foi o

A
B
C
D

    Alternativa "D".

(Fonte da resolução: ?.)


Leia o texto abaixo e, responda as questões 07 e 08.

07
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Curaçao, um simpático e colorido paraíso

    Há uma lenda que explica a razão de Curaçao ser uma ilha tão colorida. Consta que um governador, há muitos anos, sentia dores de cabeça terríveis por todas as construções serem pintadas de branco e refletirem muito a luz do sol. Ele teria então sugerido algo a seus conterrâneos: colocar outras cores nas fachadas de suas residências e comércios; ele mesmo passaria a usar o amarelo em todas as construções que tivessem a ver com o governo. E assim nasceu o colorido dessa simpática e pequena ilha do Caribe.

    E quem se importa se a história é mesmo real? Todo o colorido de Punda e Otrobanda combina perfeitamente com os muitos tons de azul que você vai aprender a reconhecer no mar que banha Curaçao, nos de branco, presentes na areia de cada uma das praias de cartão-postal, ou nos verdes do corpo das iguanas, o animal símbolo da ilha.

    Acostume-se, aliás, a encontrar bichinhos pela ilha. Sejam grandes como os golfinhos e focas do Seaquarium, os lagartos que vivem livres perto das cavernas Hato, ou os muitos peixes que vão cercar você assim que entrar nas águas da lindíssima praia de Porto Mari.

    Tudo em Curaçao parece querer dar um “oi” para o visitante assim que o avista.

    A ilha, porém, tem mais do que belezas naturais. Descoberta apenas um ano antes do Brasil, Curaçao também teve um histórico [...] que rendeu ao destino uma série de atrações [...], como o museu Kura Hulanda, ou as Cavernas Hato. [...]

Disponível em: http://zip.net/bhq1CS. Acesso em: 11 out. 2013. Fragmento.

Qual é o assunto desse texto?

A
B
C
D

    Alternativa "D".

(Fonte da resolução: ?.)


08
De acordo com esse texto, qual é o animal símbolo da ilha?
A
B
C
D

    Alternativa "B".

(Fonte da resolução: ?.)


09
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Disponível em: http://www.turmadamonica .com.br/tirinha. Acesso em: 9 abr. 2010.

A personagem agarrada ao galho esperava que a amiga

A
B
C
D

    Alternativa "D".

(Fonte da resolução: ?.)


Leia os textos a seguir e, responda as questões 10 e 11.

10
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Leia o texto abaixo.

O amigo-secreto

    A turma reuniu-se na sala enfeitada.

    Martinha carregava um pacote enorme, cheio de laços, Suzana e Antônio conversavam animados. Mariana pediu para Juju começar a brincadeira. Cada um devia explicar antes por que escolhera o presente para seu amigo-secreto.

    Quando Juju terminou de falar, um tênis, que mais parecia uma nave especial, foi parar nas mãos de Felipe. Este contou por que comprou o CD importado para o Luís. Que explicou por que escolheu a bermuda de surfi sta para o Bruno.

    — Bruno, a turma gritou. — agora é você!

    Bruno pôs-se a falar:

    — Bom, pessoal, é o seguinte: na primeira semana de dezembro, já tarde da noite, lá em casa, ouvimos um grito de fi lme de terror.

    Todo mundo saltou da cama: “O que foi?”

    Minha mãe apontou, soluçando: “A Ge-la-dei-ra! Ela que-brou!” [...] “Precisamos comprar uma nova imediatamente”.

    “E o presente do amigo-secreto”, minha irmã lembrou mais que depressa.

    “Bolem um presente criativo e que não custe nada”, falou meu pai.

    — Foi aí que eu tive a ideia — continuou Bruno, abrindo a mochila e tirando de lá um pequeno pacote.

    — Espero que meu amigo-secreto goste. Ele é o Rafa.

    — Aí, Rafa! Vai lá! — gritou a turma.

    Rafa começou a abrir o pacote. O silêncio era total.

    — Não acredito que você guardou essa foto, cara! Que idade a gente tinha?

    — Mostra! Mostra!

    E a foto embrulhada de Bruno e de Rafa, quando tinham seis anos, foi passando de mão em mão. O maior sucesso.

    — Puxa, Bruno. Só faltou uma coisa — disse Rafa.

    — O quê?

    — Um abraço, cara. Gosto de você! Bom fim de ano!

CHAMLIAN, Regina. O amigo-secreto. In: Nova escola. Era uma vez. 23 poema, canções, contos... abril, 2007. p. 36.

Em relação ao fato de o presente ter sido uma foto, há uma opinião em:

A
B
C
D

    Alternativa "A".

(Fonte da resolução: ?.)


11
Nesse texto, o trecho "— Não acredito que você guardou essa foto, cara! Que idade a gente tinha?" (15º parágrafo) evidencia um interlocutor que faz uso de linguagem
A
B
C
D

    Alternativa "A".

(Fonte da resolução: ?.)


12
(SEDUCE-GO - A.D. - 2021).

Leia o texto a seguir e responda.

Novo endereço da Feira Hippie divide opiniões

    A possibilidade de mudança da feira de Arte, Artesanato e Produtores de Variedades da avenida Afonso Pena para a avenida Augusto de Lima, entre as ruas Barbacena e Araguari, no Barro Preto, divide opiniões de moradores e trabalhadores da região.

    Os que são a favor argumentam que o bairro tem mais comércio que moradores, e o movimento traria mais lucro e lazer para o local. Aqueles que se posicionam contra a novidade reclamam do aumento do trânsito e do barulho, principalmente no início da manhã dos domingos.

    A jornalista Silvânia Ariel mora na região há mais de 20 anos. Ela teme a desvalorização dos imóveis residenciais.

    O empresário do ramo imobiliário, Nilton dos Reis, mora na Augusto de Lima há 60 anos, desde que nasceu. Ele vê com bons olhos a mudança.

“Super Notícia”, 15 nov. 2009, p.6.

Esse texto tem a finalidade de

A
B
C
D

    Alternativa "C".

(Fonte da resolução: ?.)




quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Quiz 14: PORTUGUÊS 7° ANO

Quiz 14: PORTUGUÊS 7° ANO
QUIZ 14: PORTUGUÊS 7° ANO

(SEDUCE-GO - 5ª P.D - 2017). Leia o texto e, a seguir, responda as questões 01, 02, 03, 04 e 05.

A bolsa amarela (trecho)

Lygia Bojunga

   Meu irmão chegou em casa com um embrulho. Gritou da porta:

    – Pacote da tia Brunilda!

    Todo mundo correu, minha irmã falou:

   – Olha como vem coisa.

   Arrebentaram o barbante, rasgaram o papel, tudo se espalhou na mesa.

   Aí foi aquela confusão:

   – O vestido vermelho é meu.

    – Ih, que colar bacana! Vai combinar com o meu suéter.

   – Vê se veio alguma camisa do tio Júlio pra mim.

   – Que sapato alinhado, tá com jeito de ser meu número.

   Eu fico boba de ver como a tia Brunilda compra roupa. Compra e enjoa.

   Enjoa tudo: vestido, bolsa, sapato, blusa. Usa três, quatro vezes e pronto: enjoa. Outro dia e perguntei:

   – Se ela enjoa tão depressa, pra que ela compra tanto? É pra poder enjoar mais?

   Aí aconteceu uma coisa diferente: de repente sobrou uma coisa pra mim.

   − Toma, Raquel, fica pra você.

   Era a bolsa.

   [..]

   A bolsa amarela não tinha fecho. Já pensou? Resolvi que naquele dia mesmo eu ia arranjar um fecho pra ela.

   Peguei um dinheiro que eu vinha economizando e fui numa casa que conserta e reforma bolsas. Falei que queria um fecho e o vendedor me mostrou um, dizendo que era o melhor que ele tinha. Custava muito caro, meu dinheiro não dava.

   – E aquele? – apontei. Era um fecho meio pobre, mas brilhando que só vendo.

   O homem fez cara de pouco caso, disse que não era bom. Experimentei.

   – Mas ele abre e fecha tão bem.

   O homem disse que o fecho era muito barato: ia enguiçar. Vibrei! Era isso mesmo que eu tava querendo: um fecho com vontade de enguiçar. Pedi pro vendedor atender outro freguês enquanto eu pensava um pouco. Virei pro fecho e passei uma cantada nele:

   – Escuta aqui fecho, eu quero guardar umas coisas bem guardadas aqui dentro dessa bolsa. Mas você sabe como é que é, não é? Às vezes vão abrindo a bolsa da gente assim sem mais nem menos; se isso acontecer você precisa enguiçar, viu? Você enguiça quando eu pensar “enguiça”, enguiça?

   O fecho ficou olhando pra minha cara. Não disse que sim nem que não. Eu vi que ele tava querendo uma coisa em troca.

   – Olha, eu já vi que você tem mania de brilhar. Se você enguiçar na hora que precisa, eu prometo viver polindo você pra te deixar com essa pinta de espelho. Certo?

   O fecho falou um tlique bem baixinho com todo o jeito de “certo”. Chamei o vendedor e pedi pra ele botar o fecho na bolsa.

Disponível em: https://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009 /02/28/bojunga-e-a-bolsa-amarela/. Acesso em: 30 maio 2017.

01
O trecho do texto que expressa uma opinião é
A
B
C
D


02
No trecho “Você enguiça quando eu pensar ‘enguiça’, enguiça?”, o termo “quando” demonstra uma circunstância de
A
B
C
D


03
O trecho “Virei pro fecho e passei uma cantada nele: (...).” é um exemplo de linguagem
A
B
C
D


04
O fato que deu início à narrativa foi o/a
A
B
C
D


05
No trecho “Eu fico boba de ver como a tia Brunilda compra roupa.”, a expressão “fico boba” quer dizer que a menina está
A
B
C
D


06
(SEDUCE-GO - 5ª P.D - 2017). Leia os textos e, a seguir, responda.

Texto I

Animais em perigo

    Adorei a reportagem “Sobrou só 1” (número 5, ano 14), que mostrou as ararinhas da Bahia. É muito bom saber que a SUPER se preocupa com a ecologia. Infelizmente existe muita gente por aí que sacrifica a natureza por causa da ganância e do lucro fácil.

Carlos César Curi - via internet

Texto II

Exigências

    Muito comovente a história da ararinha-azul. Mas achei o macho bastante exigente. É triste ver tantas tentativas de procriação darem errado.

Cláudia Guimarães - Ipameri, GO

Disponível em: http://super.abril.com.br/cultura/leitores-via-e-mail/. Acesso em: 30 maio 2017.

Em relação à história da ararinha-azul, percebe-se que os autores dos textos I e II apresentam opiniões

A
B
C
D


(SEDUCE-GO - 5ª P.D - 2017). Leia o texto e, a seguir, responda as questões 07 e 08.

Aprendizagem

Flávio Carneiro

   – Mãe, cabelo demora quanto tempo pra crescer?

   – Hã?

   – Se eu cortar meu cabelo hoje, quando é que ele vai crescer de novo?

   – Cabelo está sempre crescendo, Beatriz. É que nem unha.

   A comparação deixa a menina meio confusa. Ela não está preocupada com unhas.

   – Todo dia, mãe?

   – É, só que a gente não repara.

   – Por quê?

   – Porque as pessoas têm mais o que fazer, não acha?

   A menina não sabe se essa é uma pergunta do tipo que precisa ser respondida ou é daquelas que a gente ouve e pronto. Prefere não responder.

   – Você é muito ocupada, não é, mãe?

   – Hã?

   – Nada, não.

   A mãe termina de passar a roupa e vai guardando tudo no armário.

   Enquanto isso, Beatriz corre até o quartinho de costura, pega a fita métrica e mede novamente o cabelo da boneca. Ela tinha cortado aquele cabelo com todo o cuidado do mundo, pra ficar parecido com o da mãe, mas a verdade é que ficou meio torto.

   "Nada, não cresceu nada", ela conclui, guardando a fita. E já tem uma semana!

   Depois volta para onde está a mãe, que agora lustra os móveis.

   – Mãe, existe alguma doença que faz o cabelo da gente não crescer?

   – Mas de novo essa conversa de cabelo! Não tem outra coisa pra pensar não, criatura?

   Sobre essa pergunta não há dúvida: é do tipo que você não deve responder.

   A mãe continua trabalhando. Precisa se apressar. Dali a pouco a patroa chega da rua e o almoço nem está pronto ainda.

   – Mãe!

   – O que foi?

    – É que eu estava aqui pensando.

   – Pensando o quê?

   Beatriz não responde. Espera um pouco, tentando achar as palavras certas.

   – Vai, fala logo.

    – Quando a gente faz uma coisa, sabe, e não dá mais para voltar atrás, entendeu?

    – Não, não entendi.

   Ela abaixa a cabeça, dá um tempinho e resolve arriscar:

   – Então, se você não entendeu, posso continuar perguntando sobre cabelo?

   – Ai, meu Deus!

   Beatriz deixa a mãe trabalhando e vai procurar de novo sua boneca.

    Pega a boneca no colo e diz no ouvido dela:

   – Não liga, não. Cabelo de boneca é assim mesmo, cresce devagar, viu?

    E com um carinho:

    – Foi minha mãe que me ensinou.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/4304/aprendizagem. Acesso em: 30 maio 2017.

07
No trecho “Ela tinha cortado aquele cabelo com todo o cuidado do mundo (...).” (15º parágrafo), o termo “ela” refere-se à
A
B
C
D


08
No trecho “E já tem uma semana!” (16º parágrafo), o ponto de exclamação indica
A
B
C
D


(SEDUCE-GO - 5ª P.D - 2017). Leia o texto e, a seguir, responda as questões 09 e 10.

O gato malhado e andorinha Sinhá (trecho)

Jorge Amado

   Um gato mau. Mau e egoísta. Deitava-se pela manhã sobre o capim para que o Sol o esquentasse, mas, apenas o Sol subia no céu, ele o abandonava por qualquer sombra cariciosa. Ingrato. Durante muito tempo, uma Goiabeira de tronco carunchoso alimentou a ilusão de que o Gato Malhado a amava e disso se vangloriou perante todas as árvores do parque. Só porque ele vinha, flexível, corpo sensual, enroscar-se contra seu tronco nodoso no meio da tarde solarenga. A Goiabeira, que passava por ser original, sentiu-se vaidosa com a preferência de um tipo tão difícil e discutido. Procurou um cirurgião plástico, a fim de limpar-se de todos os nós que lhe enfeavam o tronco, fez-se bela para o Gato Malhado. E, de tronco liso e limpo, o esperou. Mas quando ele viu que não podia coçar-se naquele tronco sem nós nem reentrâncias, voltou as costas à Goiabeira e jamais sequer novamente a mirou. Durante algum tempo, devido a esta aventura, a Goiabeira foi a vítima predileta das pilhérias (de mau gosto) dos habitantes do parque. Até a Velha Coruja, que morava na jaqueira, riu quando lhe contaram a história.

Disponível em: https://houdelier.com/pdfs/gato_ malhado_e_a_andorinha_sinha_sp.pdf. Acesso em: 30 maio 2017.

09
No trecho “(...) e jamais sequer novamente a mirou.”, o termo “a” refere-se à
A
B
C
D


10
No trecho “(...) ele o abandonava por qualquer sombra cariciosa.”, o termo “ele” faz referência ao
A
B
C
D


11
(SAETHE). Leia o texto abaixo.

Nosso folclore

   O nosso Brasil é um país riquíssimo em tradições folclóricas. Isso se deve às várias influências que recebemos de outros povos, como os europeus, asiáticos, africanos, além dos indígenas que aqui viviam.

    Todos esses povos ajudaram a formar o nosso folclore, através dos costumes, crendices e lendas que trouxeram de seus países de origem. [...]

    O folclore está presente nas músicas, nas quadrinhas, nos brinquedos e brincadeiras, nas superstições e crendices populares, nas adivinhas, nos pratos típicos, nas danças, nos mitos e lendas. As lendas são pequenas histórias contadas ao longo do tempo por nossos antepassados e que continuam vivas através de personagens reais ou não.

Disponível em: http://www.brasilzinho.com.br/base_folclore.htm. Acesso em: 20 mar. 2014. Fragmento.

O trecho desse texto que apresenta ideia de lugar é:

A
B
C
D


12
(SAETHE). Leia o texto abaixo.

Texto 1

A língua de Avatar

   […] Em Avatar, o artifício mais engenhoso fica por conta do idioma concebido pelo linguista Paul Frommer para o planeta Pandora, palco dos conflitos entre humanos e os seres da raça Na’vi.

   Em 2005, Cameron entregou a Frommer, então chefe do departamento de Linguística da University of Southern California, um roteiro que continha, entre outras coisas, 30 termos do que viria a ser a língua fictícia – em sua maioria nomes de personagens e animais – cuja sonoridade assemelhava-se à das línguas polinésias. A partir disso, o linguista criou um vocabulário alienígena composto por mil palavras, com estruturas sintáticas e morfológicas emprestadas de diversas línguas, com preferência pelas mais exóticas, como o persa e algumas africanas.

Texto 2

Klingon

   Já a língua Klingon, da clássica franquia, Jornada nas estrelas, ganhou até dicionário, com 2 mil verbetes e 800 mil exemplares vendidos. O idioma surgiu em 1984 em Jornada nas Estrelas III: à procura de Spock. Mais tarde, o linguista Marc Okrand foi contratado para o seriado Nova Geração com a missão de elaborar uma estrutura sintática e lexical para a língua.

   Para se ter uma ideia da repercussão do Klingon entre os fãs da série, foi criado um instituto com base no trabalho de Okrand – o Klingon Language Institute (www.kli.org) –, que conta com 600 membros, diálogos em linguagem extraterrestre e até traduções de clássicos da literatura.

Língua Portuguesa, mar. 2010. p. 16-17. Fragmento.

Esses dois textos falam sobre

A
B
C
D