quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Quiz 5: PORTUGUÊS 9° ANO

Quiz 5: PORTUGUÊS 9° ANO
QUIZ 5: PORTUGUÊS 9° ANO

01
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

Porquinho-da-índia

    Quando eu tinha seis anos

    Ganhei um porquinho-da-índia.

    Que dor de cabeça me dava

    Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!

    Levava ele pra sala

    Pra os lugares mais limpinhos

    Ele não gostava:

    Queria era estar debaixo do fogão.

    Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas...

    – O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira namorada.

BANDEIRA, Manuel. Libertinagem & Estrela da manhã. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.

No poema, o uso dos diminutivos “porquinho” (v. 2), “bichinho” (v. 4), “limpinhos” (v. 6) e “ternurinhas” (v. 9) indica

A
B
C
D


02
(PAEBES). Leia o texto abaixo e responda.

O gambá

    No silêncio circular da praça, a esquina iluminada. O patrão aguardava a hora de apagar as luzes do café. O garçom começou a descer as portas de aço e olhou o relógio: meia-noite e quarenta e cinco. O moço da farmácia chegou para o último cafezinho. Até ser enxotados, uns poucos fregueses de sempre insistiam em prolongar a noite. Mas o bate-papo estava encerrado.

    Foi quando o chofer de táxi sustou o gesto de acender o cigarro e deu o alarme: um gambá! Correram todos para ver e, mais que ver, para crer. Era a festa, a insólita festa que a noite já não prometia. Ali, na praça, quase diante do edifício de dez andares, um gambá.

    Vivinho da silva, com sua anacrônica e desarmada arquitetura.

    No meio da rua – como é que veio parar ali? Um frêmito de batalha animou os presentes.

    Todos, pressurosos, foram espiar o recém-chegado. Só o Corcundinha permaneceu imóvel diante da mesa de mármore. O corpo enterrado na cadeira, as grossas botinas mal dispensavam as muletas. O intruso não lhe dizia respeito. Podia sorver devagarinho o seu conhaque.

    Encolhido de medo e susto, o gambá não queria desafiar ninguém. Mas seus súbitos inimigos a distância mantinham uma divertida atitude de caça. Ninguém sabia por onde começar a bem-vinda peleja. Era preciso não desperdiçar a dádiva que tinha vindo alvoroçar a noite de cada um dos circunstantes.

REZENDE, Oto Lara. O gambá. In: O elo perdido & outras histórias. 5 ed. São Paulo: Ática, 1998. p.12. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

Nesse texto, qual é o fato que motiva a narrativa?

A
B
C
D


03
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

Texto 1

Filtros da natureza

    Dracena, samambaia, babosa e a palmeira-areca ou ráfia têm cultivo fácil e agem como filtros naturais capazes de neutralizar a poluição de ambientes internos. A eficácia dessas plantas e de outras foi comprovada [pois] o interior dos lugares pode ser até dez vezes mais poluído do que o lado de fora. Por isso, acumula contaminação o suficiente para causar alergias, asma e outras patologias.

    [...] Quando puxam o ar para as raízes, elas levam essas substâncias tóxicas, que vão ser consumidas pelos micróbios junto com o oxigênio. Na opinião da pesquisadora Lúcia Regina Dumant, um ou dois vasos já ajudam na proteção contra a poluição. “Cada planta remove uma certa quantidade de gás poluente”, explica.

    [...] A samambaia ornamental, a minipalmeira, a palmeirinha-bambu e a dracena estão entre as primeiras colocadas.

Globo Rural, Junho 2009 , n. 284, p.16-17.


Texto 2

Sustentabilidade é o negócio

    Muitas pessoas associam sustentabilidade somente à preservação do meio ambiente. Mas é muito mais que cuidar do planeta. Sustentabilidade é um modelo de gestão de negócios que visa, sim, ao retorno financeiro, mas que também leva em consideração os impactos ambientais, sociais e culturais.

    [...] Para que exista sustentabilidade no meio empresarial, é necessário ter boas práticas de governança corporativa, assegurar a preservação dos interesses das diversas partes interessadas e buscar a inovação, por meio de novos produtos, processos e modelos de negócio que atendam as novas demandas da sociedade.

LEONARDO, Celso. In: O Globo, Caderno Razão Social, 3 nov. 2009, p. 23

Esses dois textos têm em comum a abordagem sobre

A
B
C
D


04
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

Infância

    Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

    Minha mãe ficava sentada cosendo.

    Meu irmão pequeno dormia.

    Eu sozinho menino entre mangueiras

    lia a história de Robinson Crusoé,

    comprida história que não acaba mais.


    No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu chamava para o café.

    Café preto que nem a preta velha

    café gostoso

    café bom.


    Minha mãe ficava sentada cosendo

    olhando para mim:

    – Psiu... Não acorde o menino.

    Para o berço onde pousou um mosquito.

    E dava um suspiro... que fundo!


    Lá longe, meu pai campeava

    no mato sem fim da fazenda.

    E eu não sabia que minha história

    era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

ANDRADE, Carlos drummond de. disponível em: http://www.memoriaviva.com.br/drummond/poema002.htm Acesso em: 19 jul. 2008.

Nesse poema, a terceira estrofe evidencia o

A
B
C
D


05
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://www2.uol.com.br/adaoonline/v2/tiras/tiras.htm>. Acesso em: 24 abr. 09.

No primeiro quadrinho, a expressão dos meninos sugere

A
B
C
D


06
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

HISTÓRIA DA ORIGEM DOS REMÉDIOS DA MATA

    Os índios de antigamente, com pouco tempo que apareceram no mundo, pensaram e discutiram juntos sobre a vida deles dali para frente:

    — Como será quando as pessoas adoecerem? Como vamos fazer para curar os doentes?

    — Um bocado de nós vai morrer para surgir como remédio da mata. Os outros poderão viver usando estes remédios em que vamos nos transformar. Yushã Kuru, uma mulher chamada Fêmea Roxa, falou assim:

    — Eu acho muito importante a ideia de vocês. Melhor é virar remédio. Eu vou ensinar a vocês. Vou ensinar aos nossos parentes.

    Os outros concordaram com essa ideia:

    — Isso é verdade. Se você conhece bem, você vai nos ensinar. Vai ensinar para nossos fi lhos e nossos netos.

    Yushã Kuru, a Fêmea Roxa, deu muitos conselhos e surgiram os remédios.

    Uns eram venenos para matar: olho forte, Beru Paepa. Mijo amargo, Isu Muka.

    Outro para coceira, Nui. A velha Fêmea Roxa observava bem as folhas e os pés das árvores:

    — Esse mato não é remédio forte.

    E assim foi. Surgiram muitos remédios, todos os remédios que têm na mata.

    Remédio bom que cura as pessoas. Bom para picada de cobra, picada de escorpião, aranha, reumatismo e fígado.

SHENIPABU, Miyui: História da origem dos remédios da mata. In: História dos antigos. Belo Horizonte: UFMG, 2000. p.109. Organização: Professores Indígenas do Acre. (Fragmento.)*Adaptado: Reforma Ortográfiica

De acordo com esse texto, os remédios que têm na mata surgiram a partir do conhecimento

A
B
C
D


07
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

SOUZA, Maurício de. Revista Magali, n.403. p.86, 2006.

O fato que deu origem a essa história foi

A
B
C
D


08
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

OS ANÕES PODEM TER FILHOS NORMAIS

    De modo geral, dependendo do tipo de doença, indivíduos afetados por essa anomalia podem ter desde um baixo risco até, no máximo, 50% de risco de passar o gene alterado para os filhos. Portanto, pessoas afetadas podem sim ter fi lhos normais. Indivíduos que têm estatura muito baixa pertencem a quadros de nanismo, cuja causa mais freqüente são alterações ósseas chamadas de displasias esqueléticas. Essa anomalia faz parte de um grupo de doenças causadas por uma alteração no tecido ósseo que impede a pessoa de crescer adequadamente. Este grupo de patologias tem causa genética monogênica, isto é, é causado por um gene específico, e pode ter várias formas de herança de acordo com o tipo específico de doença.

CERNACH, Mirlece Cecília Soares Pinho. Os anões podem ter fi lhos normais. Revista Globo Ciência, maio 1998. * Adaptado: Reforma Ortográfica.

A ideia principal desse texto é a de que filhos de anões podem

A
B
C
D


09
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

PARDALZINHO

    O pardalzinho nasceu

    Livre. Quebraram-lhe a asa.

    Sacha lhe deu uma casa,

    Água, comida e carinhos.

    Foram cuidados em vão:

    A casa era uma prisão,

    O pardalzinho morreu.

    O corpo, Sacha enterrou

    No jardim; a alma, essa voou

    Para o céu dos passarinhos!

BANDEIRA, Manuel. Pardalzinho. In: Poesia completa e prosa, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996.

Nos versos “O corpo, Sacha enterrou no jardim; a alma, essa voou para o céu dos passarinhos!”, a palavra essa refere-se à

A
B
C
D


10
(PAEBES). Leia os textos abaixo.

Texto 1

BOA NOTÍCIA: STRESS FAZ BEM

    Seu chefe vai ficar feliz. Realizar tarefa estressante, como cumprir prazos de um trabalho sob pressão, pode fortalecer o sistema imunológico. A conclusão está numa pesquisa na revista Psychophysiology, que avaliou voluntários em situações de stress. Uma delas consistia em decorar algo e fazer um teste de doze minutos.

    Resultado: houve aumento de imunoglobulina, substância de defesa do organismo.

Revista Veja, 07 nov. 2001.


Texto 2

    MÁ NOTÍCIA: STRESS = CIGARRO

    Um estudo realizado pela Universidade Harvard revela um dado alarmante sobre as mulheres que sofrem com o stress no trabalho. Elas podem, a médio prazo, ter a saúde afetada de forma tão devastadora quanto aconteceria se fossem fumantes. Os pesquisadores acompanharam mais de 21.000 profissionais por um período de quatro anos.

Revista Veja, 21 jun. 2000.

Esses textos defendem opiniões distintas em relação ao mesmo tema. Eles defendem que o stress

A
B
C
D


11
(PAEBES). Leia o texto abaixo.

BROWNE, Dik. Hagar.

A passagem que provoca risos é a que

A
B
C
D


12
(Prova Brasil). Leia os textos abaixo:

Texto I

Monte Castelo

    Ainda que eu falasse a língua dos homens

    E falasse a língua dos anjos,

    Sem amor, eu nada seria.


    É só o amor, é só o amor

    Que conhece o que é verdade;

    O amor é bom, não quer o mal,

    Não sente inveja ou se envaidece.


    Amor é fogo que arde sem se ver;

    É ferida que dói e não se sente;

    É um contentamento descontente;

    É dor que desatina sem doer.


    Ainda que eu falasse a língua dos homens

    E falasse a língua dos anjos,

    Sem amor eu nada seria.


    É um não querer mais que bem querer;

    É solitário andar por entre a gente;

    É um não contentar-se de contente;

    É cuidar que se ganha em se perder.

    É um estar-se preso por vontade;

    É servir a quem vence o vencedor;

    É um ter com quem nos mata lealdade,

    Tão contrário a si é o mesmo amor.


    Estou acordado, e todos dormem, todos dormem, todos dormem.

    Agora vejo em parte,

    Mas então veremos face a face.

    É só o amor, é só o amor

    Que conhece o que é verdade.

    Ainda que eu falasse a língua dos homens

    E falasse a língua dos anjos,

    Sem amor eu nada seria.

Legião Urbana. As quatro estações. EMI, 1989 – Adaptação de Renato Russo: I Coríntios 13 e So- neto 11, de Luís de Camões.

Texto II

Soneto 11

    Amor é fogo que arde sem se ver;

    É ferida que dói e não se sente;

    É um contentamento descontente;

    É dor que desatina sem doer;


    É um não querer mais que bem querer;

    É solitário andar por entre a gente;

    É nunca contentar-se de contente;

    É cuidar que se ganha em se perder;


    É querer estar preso por vontade;

    É servir a quem vence o vencedor;

    É ter com quem nos mata lealdade.


    Mas como causar pode seu favor

    Nos corações humanos amizade,

    Se tão contrário a si é o mesmo amor?

Luís Vaz de Camões. Obras completas. Lisboa: Sá da Costa, 1971.

O texto I difere do texto II

A
B
C
D




Quiz 26: PORTUGUÊS 9° ANO

Quiz 26: PORTUGUÊS 9° ANO
QUIZ 26: PORTUGUÊS 9° Ano

01
(Equipe PIP). Leia o texto abaixo.

O corvo e a raposa

    Um corvo, empoleirado sobre uma árvore, segurava em seu bico um queijo. Uma raposa, atraída pelo cheiro, dirigiu-lhe mais ou menos as seguintes palavras:

    — Olá, doutor corvo! Como o senhor é lindo, como o senhor me parece belo! Sem mentira, se sua voz se assemelha a sua plumagem, então o senhor é a fênix dos habitantes destes bosques.

    Diante dessas palavras, o corvo, não cabendo em si de contente, para mostrar sua bela voz, abriu um grande bico e deixou cair sua presa. A raposa apoderou-se dela e disse:

    — Meu caro senhor, aprenda que todo bajulador vive às custas de quem lhe dê ouvidos. Esta lição vale, sem dúvida, um queijo.

    O corvo, envergonhado e confuso, jurou, um pouco tarde é verdade, que ele não cairia mais nessa.

La Fontaine. Fables, 918.

No trecho “... para mostrar sua bela voz, abriu um grande bico e deixou cair sua presa. A raposa apoderou-se dela...”, as palavras em destaque referem-se:

A
B
C
D


02
(SEAPE). Leia o texto a seguir e responda.

A coruja e a águia

    A coruja e a águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.

    — Basta de guerra — disse a coruja. — O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

    — Perfeitamente — respondeu a águia. — Também eu não quero outra coisa.

    — Neste caso combinamos isto: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

    — Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?

    — Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem- feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.

    — Está feito! — concluiu a águia.

    Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico aberto.

    — Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja. E comeu-os.

    Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca, a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.

    — Quê? — disse esta, admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrengos?

    Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...

    Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai.

    Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece.

Monteiro Lobato. Ciência hoje das crianças, MEC/FNDE, ano 10, nº 66, p. 08.

A coruja e a águia, depois de muitas brigas resolveram fazer as pazes porque

A
B
C
D


03
(SEAPE). Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://www.bugigangue.com.br/ ?m=hq/tirinhas_materia. Acesso em: 19 mar. 2014.

No último quadrinho desse texto, o menino

A
B
C
D


04
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

As Amazônias

    Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu.

    É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas,cortada pelo amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.

O texto trata:

A
B
C
D


05
Leia o texto para responder a questão abaixo:

O namoro na adolescência

    Um namoro, para acontecer de forma positiva, precisa de vários ingredientes: a começar pela família, que não seja muito rígida e atrasada nos seus valores, seja conversável, e, ao mesmo tempo, tenha limites muito claros de comportamento. O adolescente precisa disto, para se sentir seguro. O outro aspecto tem a ver com o próprio adolescente e suas condições internas, que determinarão suas necessidades e a própria escolha. São fatores inconscientes, que fazem com que a Mariazinha se encante com o jeito tímido do João e não dê pelota para o herói da turma, o Mário. Aspectos situacionais, como a relação harmoniosa ou não entre os pais do adolescente, também influenciarão o seu namoro. Um relacionamento em que um dos parceiros vem de um lar em crise, é, de saída, dose de leão para o outro, que passa a ser utilizado como anteparo de todas as dores e frustrações. Geralmente, esta carga é demais para o outro parceiro, que também enfrenta suas crises pelas próprias condições de adolescente. Entrar em contato com a outra pessoa, senti-la, ouvi-la, depender dela afetivamente e, ao mesmo tempo, não massacrá-la de exigências, e não ter medo de se entregar, é tarefa difícil em qualquer idade. Mas é assim que começa este aprendizado de relacionar-se afetivamente e que vai durar a vida toda.

SUPLICY, Marta. A condição da mulher. São Paulo: Brasiliense, 1984

Para um namoro acontecer de forma positiva, o adolescente precisa do apoio da família.

O argumento que defende essa idéia é

A
B
C
D


06
(SAERO). Leia o texto abaixo.

Nova lei ortográfica chega à escrita braile

    Todas as mudanças promovidas pelo acordo ortográfico serão adotadas pelo português convertido em braile, sistema criado pelo francês Louis Braille para pessoas com deficiência visual.

    O acordo influencia o braile, pois, nesse sistema, as palavras são escritas letra a letra, e cada vocábulo tem até seis pontos em relevo. Um cego treinado é capaz de detectar a ausência ou a presença do trema em determinadas palavras, assim como hífens, acentos e pontuações. Com isso, o Ministério da Educação já prevê a adaptação de livros didáticos em braile à nova grafia.

Língua Portuguesa. n. 41. São Paulo: Segmento. mar. 2009. p. 9.

A informação principal desse texto é

A
B
C
D


07
(SPAECE). Leia o texto abaixo e responda.

Sinceridade de criança

    Era uma época de “vacas magras”. Morava só com meu filho, pagando aluguel, ganhava pouco e fui convidada para a festa de aniversário de uma grande amiga. O problema é que não tinha dinheiro messmoooooo.

    Fui a uma relojoaria à procura de uma pequena joia, ou bijuteria mesmo, algo assim, e pedi à balconista:

    — Queria ver alguma coisa bonita e barata para uma grande amiga!

    Ela me mostrou algumas peças realmente caras, que na época eu não podia pagar.

    Então eu pedi:

    — Posso ver o que você tem, assim... alguma coisa mais baratinha?

    E a moça me trouxe um pingente folheado a ouro... bonito e barato. Eu gostei e levei.

    Quando chegamos ao aniversário, (eu e meu filho) fomos cumprimentar minha amiga, que, ao abrir o presente, disse:

    — Nossa, muito obrigada!!!!! Que coisa linda!!!!!

    E meu filho, na sua inocência de criança bem pequena, sem saber bem o que significava a expressão “baratinha” completou:

    — E era a mais baratinha que tinha!!!.

Disponível em: http://recantodasletras.uol .com.br/infantil/610758. Acesso em: 22 mar. 2010.

O enredo desse texto se desenvolve a partir

A
B
C
D


08
Leia o texto para responder a questão abaixo:

Stress Ancestral

    Conhecido como um dos males do nosso tempo, o stress não é exclusividade deste século nem do anterior. Muito antes da era do trânsito caótico, e até mesmo da Revolução Industrial, a civilização inca, que viveu entre 550 e 1532, já sofria desse mal. A conclusão é de uma equipe de arqueólogos da Universidade de Ontário Ocidental, no Canadá, que analisaram amostras de cabelo de restos mortais de dez indivíduos, provenientes de cinco diferentes sítios arqueológicos no Peru. Os pesquisadores encontraram cortisol — hormônio responsável pelo stress — em níveis superiores aos verificados em pessoas que passaram por estudos clínicos recentes. “O cortisol estava mais alto naqueles que, depois de alcançar tais níveis, morreram. Esses indivíduos podem ter desenvolvido uma doença que levou algum tempo para matá-los e essa talvez tenha sido a causa do stress”, diz a arqueóloga Emily Webb, que conduziu a pesquisa.

Fonte: http://www.istoe.com.br/ reportagens/35451_STRESS+ ANCESTRAL?pathImagens= &path=&actualArea=internalPage

A finalidade do texto é

A
B
C
D


09
Leia o texto abaixo e responda a questão.

Domingão

    Domingo, eu passei o dia todo de bode. Mas, no começo da noite, melhorei e resolvei bater um fio para o Zeca.

    — E ai, cara? Vamos ao cinema?

    — Sei lá, Marcos. Estou meio pra baixo....

    — Eu também tava, cara. Mas já estou melhor!

    E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós pagamos o maior mico, porque, quando chegamos, o filme já tinha começado. Teve até um mane que perguntou se a gente tinha chegado para a próxima sessão.

    Saímos de lá, comentando:

    — Que filme massa!

    — Maneiro mesmo!

    Mas já era tarde, e nem deu para contar os últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é de trampo e eu detesto queimar o filme com o patrão. Não vejo a hora de chegar de novo para eu agitar um pouco mais.

CAVÉQUIA. Márcia Paganini. In: http://ensinocomalegria.blogspot.com

Os dois personagens que conversam nesse texto são

A
B
C
D


10
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

    Acho uma boa idéia abrir as escolas no fim de semana, mas os alunos devem ser supervisionados por alguém responsável pelos jogos ou qualquer opção de lazer que se ofereça no dia. A comunidade poderia interagir e participar de atividades interessantes. Poderiam ser feitas gincanas, festas e até churrascos dentro da escola.

(Juliana Araújo e Souza)

(Correio Braziliense, 10/02/2003, Gabarito. p. 2.)

Em “A comunidade poderia interagir e participar de atividades interessantes.”, a palavra destacada indica:

A
B
C
D


11
(2ª P.D – SEDUC-GO). Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

A namorada

Manoel de Barros

    Havia um muro alto entre nossas casas.

    Difícil de mandar recado para ela.

    Não havia e-mail.

    O pai era uma onça.

    A gente amarrava o bilhete numa pedra presa por um cordão

    E pinchava a pedra no quintal da casa dela.

    Se a namorada respondesse pela mesma pedra

    Era uma glória!

    Mas por vezes o bilhete enganchava nos galhos da goiabeira

    E então era agonia.

    No tempo do onça era assim.

Disponível em: http://www.releituras.com/ manoeldebarros_namorada.asp. Acesso em 21/02/2013.

No trecho “O pai era uma onça,” a palavra destacada sugere que o pai era

A
B
C
D


12
(Prova Brasil). Leia os textos abaixo:

Texto I

Telenovelas empobrecem o país

    Parece que não há vida inteligente na telenovela brasileira. O que se assiste todos os dias às 6, 7 ou 8 horas da noite é algo muito pior do que os mais baratos filmes “B” americanos. Os diálogos são péssimos. As atuações, sofríveis. Três minu¬tos em frente a qualquer novela são capazes de me deixar absolutamente entediado – nada pode ser mais previsível.

Antunes Filho. Veja, 11/mar/96.

Texto II

Novela é cultura

Veja – Novela de televisão aliena?

    Maria Aparecida – Claro que não. Considerar a telenovela um produto cultural alienante é um tremendo preconceito da universidade. Quem acha que novela aliena está na verdade chamando o povo de débil mental. Bobagem imaginar que alguém é induzido a pensar que a vida é um mar de rosas só por causa de um enredo açu¬carado. A telenovela brasileira é um produto cultural de alta qualidade técnica, e algumas delas são verdadeira obras de arte.

Veja, 24/jan/96.

Com relação ao tema “telenovela”

A
B
C
D




Quiz 2: PORTUGUÊS 9° ANO

Quiz 2: PORTUGUÊS 9° ANO
QUIZ 2: PORTUGUÊS 9° ANO

01
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

Como opera a máfia que transformou o Brasil num dos campeões da fraude de medicamentos

    É um dos piores crimes que se podem cometer. As vítimas são homens, mulheres e crianças doentes — presas fáceis, capturadas na esperança de recuperar a saúde perdida. A máfia dos medicamentos falsos é mais cruel do que as quadrilhas de narcotraficantes. Quando alguém decide cheirar cocaína, tem absoluta consciência do que coloca no corpo adentro. Às vítimas dos que falsificam remédios não é dada oportunidade de escolha. Para o doente, o remédio é compulsório. Ou ele toma o que o médico lhe receitou ou passará a correr risco de piorar ou até morrer. Nunca como hoje os brasileiros entraram numa farmácia com tanta reserva.

PASTORE, Karina. O Paraíso dos Remédios Falsificados. Veja, nº 27. São Paulo: Abril, 8 jul. 1998, p. 40-41.

Segundo a autora, “um dos piores crimes que se podem cometer” é:

A
B
C
D


02
Leia o texto para responder a questão abaixo:

Linguagem Publicitária

    [...]

    Ao contrário do panorama caótico do mundo apresentado nos noticiários dos jornais, a mensagem publicitária cria e exibe um mundo perfeito e ideal [...] Tudo são luzes, calor e encanto, numa beleza perfeita e não perecível.

    [...]

    Como bem definiu certa vez um gerente de uma grande agência francesa, publicidade é “encontrar algo de extraordinário para falar sobre coisas banais”.

    [...]

CARVALHO, Nelly de. A linguagem da sedução.São Paulo: Ática, 1996.In: CEREJA,William Roberto e MAGALHÃES, Thereza. Português Linguagens. São Paulo: Atual, 2006.

No trecho “Ao contrário do panorama caótico do mundo apresentado nos noticiários dos jornais, a mensagem publicitária cria e exibe um mundo perfeito e ideal [...]”, a palavra destacada está no mesmo campo de significado de

A
B
C
D


03
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

Duas Almas

    Ó tu, que vens de longe, ó tu, que vens cansada,

    entra, e sob este teto encontrarás carinho:

    eu nunca fui amado, e vivo tão sozinho,

    vives sozinha sempre, e nunca foste amada...


    A neve anda a branquear, lividamente, a estrada,

    e a minha alcova tem a tepidez de um ninho.

    Entra, ao menos até que as curvas do caminho

    se banhem no esplendor nascente da alvorada.


    E amanhã, quando a luz do sol dourar, radiosa,

    essa estrada sem fim, deserta, imensa e nua,

    podes partir de novo, ó nômade formosa!

    Já não serei tão só, nem irás tão sozinha.

    Há de ficar comigo uma saudade tua...

    Hás de levar contigo uma saudade minha...

WAMOSY, Alceu. Livro dos Sonetos. L&PM.

No verso "e a minha alcova tem a tepidez de um ninho" (v. 6), a expressão sublinhada dá sentido de um lugar:

A
B
C
D


04
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

O Drama das Paixões Platônicas na Adolescência

    Bruno foi aprovado por três dos sentidos de Camila: visão, olfato e audição. Por isso, ela precisa conquistá-lo de qualquer maneira.

    Matriculada na 8ª série, a garota está determinada a ganhar o gato do 3º ano do Ensino Médio e, para isso, conta com os conselhos de Tati, uma especialista na arte da azaração. A tarefa não é simples, pois o moço só tem olhos para Lúcia - justo a maior "crânio" da escola.

    E agora, o que fazer? Camila entra em dieta espartana e segue as leis da conquista elaboradas pela amiga.

Revista Escola, março 2004, p. 63

Pode-se deduzir do texto que Bruno:

A
B
C
D


05
Leia o texto para responder a questão abaixo:

Folha de São Paulo, 29/4/2004.

Pela resposta do Garfield, as coisas que acontecem no mundo são

A
B
C
D


06
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

Como se produzem frutas fora de época?

    Você se lembra do tempo em que era preciso esperar o outono para comer morango e o inverno para chupar laranjas? Se não, é porque faz muito tempo mesmo: hoje em dia, essas frutas estão no supermercado o ano inteiro. Poda e irrigação se juntaram à genética e à química e permitem que os agricultores acelerem ou retardem o ciclo natural das plantas. Hoje, as frutas são de todas as épocas.

    A manga, por exemplo, graças a substâncias químicas como paiobutazol e ethefon, tem uma produção uniforme ao longo do ano. O produtor pode até adequar a colheita ao período mais propício para o mercado interno ou externo. Além do calendário, a agricultura moderna também ignora a geografia: a maçã, fã do frio, já dá na Bahia. Fruto de cruzamentos genéticos, a variedade Eva suporta trocadilhos e o calor nordestino desde 2004.

    “Os produtores aprenderam a explorar nossos climas e solos e passaram a produzir a mesma fruta em várias regiões”, explica Anita Gutierrez, engenheira agrônoma da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, a CEAGESP. O que não significa que não exista sazonalidade: ainda há variação no volume de algumas frutas e verduras por culpa de estiagem excesso de chuvas ou frio fora do comum. Ainda falta podar o clima.

SILVA, Michele. Revista Superinteressante.Ed. 264. Abril: abr. 2009. p. 46.

Esse texto trata

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B
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07
(Equipe PIP). Leia o texto abaixo.

Receitas da vovó

    Lembra aquela receita que só sua mãe ou sua avó sabem fazer? Pois saiba que, além de gostoso, esse prato é parte importante da cultura brasileira. É verdade. Os cadernos de receita são registros culturais. Primeiro, porque resgatam antigas tradições, seja familiares ou étnicas. Além disso, mostram como se fala ou se falava em determinada região. E ainda servem como passagens de tempo, chaves para alcançarmos memórias emocionais que a gente nem sabia que tinha (se você se lembrou do prato que sua avó ou sua mãe fazia, você sabe do que eu estou falando).

A tese defendida pelo autor do texto é de que as receitas culinárias:

A
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D


08
Leia o texto para responder a questão abaixo:

O IMPÉRIO DA VAIDADE

    Você sabe por que a televisão, a publicidade, o cinema e os jornais defendem os músculos torneados, as vitaminas milagrosas, as modelos longilíneas e as academias de ginástica? Porque tudo isso dá dinheiro. Sabe por que ninguém fala do afeto e do respeito entre duas pessoas comuns, mesmo meio gordas, um pouco feias, que fazem piquenique na praia? Porque isso não dá dinheiro para os negociantes, mas dá prazer para os participantes.

    O prazer é físico, independentemente do físico que se tenha: namorar, tomar milk-shake, sentir o sol na pele, carregar o filho no colo, andar descalço, ficar em casa sem fazer nada. Os melhores prazeres são de graça − a conversa com o amigo, o cheiro do jasmim, a rua vazia de madrugada −, e a humanidade sempre gostou de conviver com eles. Comer uma feijoada com os amigos, tomar uma caipirinha no sábado também é uma grande pedida. Ter um momento de prazer é compensar muitos momentos de desprazer. Relaxar, descansar, despreocupar-se, desligar-se da competição, da áspera luta pela vida − isso é prazer.

    Mas vivemos num mundo onde relaxar e desligar-se se tornou um problema. O prazer gratuito, espontâneo, está cada vez mais difícil. O que importa, o que vale, é o prazer que se compra e se exibe, o que não deixa de ser um aspecto da competição. Estamos submetidos a uma cultura atroz, que quer fazer-nos infelizes, ansiosos, neuróticos. As filhas precisam ser Xuxas, as namoradas precisam ser modelos que desfilam em Paris, os homens não podem assumir sua idade.

    Não vivemos a ditadura do corpo, mas seu contrário: um massacre da indústria e do comércio. Querem que sintamos culpa quando nossa silhueta fica um pouco mais gorda, não porque querem que sejamos mais saudáveis − mas porque, se não ficarmos angustiados, não faremos mais regimes, não compraremos mais produtos dietéticos, nem produtos de beleza, nem roupas e mais roupas. Precisam da nossa impotência, da nossa insegurança, da nossa angústia.

    O único valor coerente que essa cultura apresenta é o narcisismo.

LEITE, Paulo Moreira. O império da vaidade. Veja, 23 ago. 1995. p. 79.

O autor pretende influenciar os leitores para que eles

A
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C
D


09
(SPAECE). Leia o texto abaixo.

História em esmolas

    Quando aqui chegaram, os portugueses traziam bugigangas para oferecer aos índios. Desde então, a história do Brasil é uma história de esmolas dos poderosos para os humildes.

    Ao mesmo tempo em que matavam os índios, os colonizadores distribuíam esmolas para eles.

    A independência também foi uma esmola: no lugar de um presidente brasileiro, eleito por nosso povo, tivemos um imperador, filho do rei da metrópole.

    A libertação dos escravos foi incompleta como uma esmola: não distribuíram as terras, não colocaram seus filhos na escola. Deram-lhes uma esmola de liberdade.

    Nossa república foi proclamada, mas de um modo insuficiente, como uma esmola. Foi proclamada, não constituída. Para proclamá-la, bastou um marechal, em cima de um cavalo, com sua espada, em um dia de novembro no Rio de Janeiro, mas para construí-la são necessários milhões de professores, em dezenas de milhares de escolas espalhadas por todo o território, durante muitas décadas.

BUARQUE, Cristovam. Os instrangeiros. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. Fragmento.

O fragmento que contém a principal informação desse texto é:

A
B
C
D


10
Leia o texto para responder a questão abaixo:

A outra noite

Rubem Braga

    Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas. Uma paisagem irreal.

    Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

    — O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

    Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra − pura, perfeita e linda.

    — Mas, que coisa...

    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.

    Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

    — Ora, sim senhor...

    E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1960.

O fato que desencadeou a história foi

A
B
C
D


11
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

A função da arte

    Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que desco¬brisse o mar.

    Viajaram para o Sul.

    Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.

    Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.

    E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:

    – Me ajuda a olhar!

GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Trad. Eric Nepomuceno 5ª ed. Porto Alegre: Editora L & PM, 1997.

O menino ficou tremendo, gaguejando porque

A
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12
Leia o texto para responder a questão abaixo:

Mente quieta, corpo saudável

    A meditação ajuda a controlar a ansiedade e a aliviar a dor? Ao que tudo indica, sim. Nessas duas áreas os cientistas encontraram as maiores evidências da ação terapêutica da meditação, medida em dezenas de pesquisas. Nos últimos 24 anos, só a clínica de redução do estresse da Universidade de Massachusetts monitorou 14 mil portadores de câncer, AIDS, dor crônica e complicações gástricas. Os técnicos descobriram que, submetidos a sessões de meditação que alteraram o foco da sua atenção, os pacientes reduziram o nível de ansiedade e diminuíram ou abandonaram o uso de analgésicos.

Revista Superinteressante, outubro de 2003

O texto tem por finalidade

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