quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Quiz 26: PORTUGUÊS 9° ANO

Quiz 26: PORTUGUÊS 9° ANO
QUIZ 26: PORTUGUÊS 9° Ano

01
(Equipe PIP). Leia o texto abaixo.

O corvo e a raposa

    Um corvo, empoleirado sobre uma árvore, segurava em seu bico um queijo. Uma raposa, atraída pelo cheiro, dirigiu-lhe mais ou menos as seguintes palavras:

    — Olá, doutor corvo! Como o senhor é lindo, como o senhor me parece belo! Sem mentira, se sua voz se assemelha a sua plumagem, então o senhor é a fênix dos habitantes destes bosques.

    Diante dessas palavras, o corvo, não cabendo em si de contente, para mostrar sua bela voz, abriu um grande bico e deixou cair sua presa. A raposa apoderou-se dela e disse:

    — Meu caro senhor, aprenda que todo bajulador vive às custas de quem lhe dê ouvidos. Esta lição vale, sem dúvida, um queijo.

    O corvo, envergonhado e confuso, jurou, um pouco tarde é verdade, que ele não cairia mais nessa.

La Fontaine. Fables, 918.

No trecho “... para mostrar sua bela voz, abriu um grande bico e deixou cair sua presa. A raposa apoderou-se dela...”, as palavras em destaque referem-se:

A
B
C
D


02
(SEAPE). Leia o texto a seguir e responda.

A coruja e a águia

    A coruja e a águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.

    — Basta de guerra — disse a coruja. — O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

    — Perfeitamente — respondeu a águia. — Também eu não quero outra coisa.

    — Neste caso combinamos isto: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

    — Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?

    — Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem- feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.

    — Está feito! — concluiu a águia.

    Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico aberto.

    — Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja. E comeu-os.

    Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca, a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.

    — Quê? — disse esta, admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrengos?

    Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...

    Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai.

    Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece.

Monteiro Lobato. Ciência hoje das crianças, MEC/FNDE, ano 10, nº 66, p. 08.

A coruja e a águia, depois de muitas brigas resolveram fazer as pazes porque

A
B
C
D


03
(SEAPE). Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://www.bugigangue.com.br/ ?m=hq/tirinhas_materia. Acesso em: 19 mar. 2014.

No último quadrinho desse texto, o menino

A
B
C
D


04
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

As Amazônias

    Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu.

    É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas,cortada pelo amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.

O texto trata:

A
B
C
D


05
Leia o texto para responder a questão abaixo:

O namoro na adolescência

    Um namoro, para acontecer de forma positiva, precisa de vários ingredientes: a começar pela família, que não seja muito rígida e atrasada nos seus valores, seja conversável, e, ao mesmo tempo, tenha limites muito claros de comportamento. O adolescente precisa disto, para se sentir seguro. O outro aspecto tem a ver com o próprio adolescente e suas condições internas, que determinarão suas necessidades e a própria escolha. São fatores inconscientes, que fazem com que a Mariazinha se encante com o jeito tímido do João e não dê pelota para o herói da turma, o Mário. Aspectos situacionais, como a relação harmoniosa ou não entre os pais do adolescente, também influenciarão o seu namoro. Um relacionamento em que um dos parceiros vem de um lar em crise, é, de saída, dose de leão para o outro, que passa a ser utilizado como anteparo de todas as dores e frustrações. Geralmente, esta carga é demais para o outro parceiro, que também enfrenta suas crises pelas próprias condições de adolescente. Entrar em contato com a outra pessoa, senti-la, ouvi-la, depender dela afetivamente e, ao mesmo tempo, não massacrá-la de exigências, e não ter medo de se entregar, é tarefa difícil em qualquer idade. Mas é assim que começa este aprendizado de relacionar-se afetivamente e que vai durar a vida toda.

SUPLICY, Marta. A condição da mulher. São Paulo: Brasiliense, 1984

Para um namoro acontecer de forma positiva, o adolescente precisa do apoio da família.

O argumento que defende essa idéia é

A
B
C
D


06
(SAERO). Leia o texto abaixo.

Nova lei ortográfica chega à escrita braile

    Todas as mudanças promovidas pelo acordo ortográfico serão adotadas pelo português convertido em braile, sistema criado pelo francês Louis Braille para pessoas com deficiência visual.

    O acordo influencia o braile, pois, nesse sistema, as palavras são escritas letra a letra, e cada vocábulo tem até seis pontos em relevo. Um cego treinado é capaz de detectar a ausência ou a presença do trema em determinadas palavras, assim como hífens, acentos e pontuações. Com isso, o Ministério da Educação já prevê a adaptação de livros didáticos em braile à nova grafia.

Língua Portuguesa. n. 41. São Paulo: Segmento. mar. 2009. p. 9.

A informação principal desse texto é

A
B
C
D


07
(SPAECE). Leia o texto abaixo e responda.

Sinceridade de criança

    Era uma época de “vacas magras”. Morava só com meu filho, pagando aluguel, ganhava pouco e fui convidada para a festa de aniversário de uma grande amiga. O problema é que não tinha dinheiro messmoooooo.

    Fui a uma relojoaria à procura de uma pequena joia, ou bijuteria mesmo, algo assim, e pedi à balconista:

    — Queria ver alguma coisa bonita e barata para uma grande amiga!

    Ela me mostrou algumas peças realmente caras, que na época eu não podia pagar.

    Então eu pedi:

    — Posso ver o que você tem, assim... alguma coisa mais baratinha?

    E a moça me trouxe um pingente folheado a ouro... bonito e barato. Eu gostei e levei.

    Quando chegamos ao aniversário, (eu e meu filho) fomos cumprimentar minha amiga, que, ao abrir o presente, disse:

    — Nossa, muito obrigada!!!!! Que coisa linda!!!!!

    E meu filho, na sua inocência de criança bem pequena, sem saber bem o que significava a expressão “baratinha” completou:

    — E era a mais baratinha que tinha!!!.

Disponível em: http://recantodasletras.uol .com.br/infantil/610758. Acesso em: 22 mar. 2010.

O enredo desse texto se desenvolve a partir

A
B
C
D


08
Leia o texto para responder a questão abaixo:

Stress Ancestral

    Conhecido como um dos males do nosso tempo, o stress não é exclusividade deste século nem do anterior. Muito antes da era do trânsito caótico, e até mesmo da Revolução Industrial, a civilização inca, que viveu entre 550 e 1532, já sofria desse mal. A conclusão é de uma equipe de arqueólogos da Universidade de Ontário Ocidental, no Canadá, que analisaram amostras de cabelo de restos mortais de dez indivíduos, provenientes de cinco diferentes sítios arqueológicos no Peru. Os pesquisadores encontraram cortisol — hormônio responsável pelo stress — em níveis superiores aos verificados em pessoas que passaram por estudos clínicos recentes. “O cortisol estava mais alto naqueles que, depois de alcançar tais níveis, morreram. Esses indivíduos podem ter desenvolvido uma doença que levou algum tempo para matá-los e essa talvez tenha sido a causa do stress”, diz a arqueóloga Emily Webb, que conduziu a pesquisa.

Fonte: http://www.istoe.com.br/ reportagens/35451_STRESS+ ANCESTRAL?pathImagens= &path=&actualArea=internalPage

A finalidade do texto é

A
B
C
D


09
Leia o texto abaixo e responda a questão.

Domingão

    Domingo, eu passei o dia todo de bode. Mas, no começo da noite, melhorei e resolvei bater um fio para o Zeca.

    — E ai, cara? Vamos ao cinema?

    — Sei lá, Marcos. Estou meio pra baixo....

    — Eu também tava, cara. Mas já estou melhor!

    E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós pagamos o maior mico, porque, quando chegamos, o filme já tinha começado. Teve até um mane que perguntou se a gente tinha chegado para a próxima sessão.

    Saímos de lá, comentando:

    — Que filme massa!

    — Maneiro mesmo!

    Mas já era tarde, e nem deu para contar os últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é de trampo e eu detesto queimar o filme com o patrão. Não vejo a hora de chegar de novo para eu agitar um pouco mais.

CAVÉQUIA. Márcia Paganini. In: http://ensinocomalegria.blogspot.com

Os dois personagens que conversam nesse texto são

A
B
C
D


10
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

    Acho uma boa idéia abrir as escolas no fim de semana, mas os alunos devem ser supervisionados por alguém responsável pelos jogos ou qualquer opção de lazer que se ofereça no dia. A comunidade poderia interagir e participar de atividades interessantes. Poderiam ser feitas gincanas, festas e até churrascos dentro da escola.

(Juliana Araújo e Souza)

(Correio Braziliense, 10/02/2003, Gabarito. p. 2.)

Em “A comunidade poderia interagir e participar de atividades interessantes.”, a palavra destacada indica:

A
B
C
D


11
(2ª P.D – SEDUC-GO). Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

A namorada

Manoel de Barros

    Havia um muro alto entre nossas casas.

    Difícil de mandar recado para ela.

    Não havia e-mail.

    O pai era uma onça.

    A gente amarrava o bilhete numa pedra presa por um cordão

    E pinchava a pedra no quintal da casa dela.

    Se a namorada respondesse pela mesma pedra

    Era uma glória!

    Mas por vezes o bilhete enganchava nos galhos da goiabeira

    E então era agonia.

    No tempo do onça era assim.

Disponível em: http://www.releituras.com/ manoeldebarros_namorada.asp. Acesso em 21/02/2013.

No trecho “O pai era uma onça,” a palavra destacada sugere que o pai era

A
B
C
D


12
(Prova Brasil). Leia os textos abaixo:

Texto I

Telenovelas empobrecem o país

    Parece que não há vida inteligente na telenovela brasileira. O que se assiste todos os dias às 6, 7 ou 8 horas da noite é algo muito pior do que os mais baratos filmes “B” americanos. Os diálogos são péssimos. As atuações, sofríveis. Três minu¬tos em frente a qualquer novela são capazes de me deixar absolutamente entediado – nada pode ser mais previsível.

Antunes Filho. Veja, 11/mar/96.

Texto II

Novela é cultura

Veja – Novela de televisão aliena?

    Maria Aparecida – Claro que não. Considerar a telenovela um produto cultural alienante é um tremendo preconceito da universidade. Quem acha que novela aliena está na verdade chamando o povo de débil mental. Bobagem imaginar que alguém é induzido a pensar que a vida é um mar de rosas só por causa de um enredo açu¬carado. A telenovela brasileira é um produto cultural de alta qualidade técnica, e algumas delas são verdadeira obras de arte.

Veja, 24/jan/96.

Com relação ao tema “telenovela”

A
B
C
D




2 comentários:

  1. Este blog é desorganizado e não atende ao plano pedagógico de ensino. é mais um caça níquel.

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    1. ok! Você tem todo o direito de não gostar. É simples! Da mesma forma que entrou no blog tem o direito de sair. E além do mais, ninguém pagou nada por utilizar o blog. Ele é 0800.
      Até....

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