Meus seguidores

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Quiz 6: PORTUGUÊS 9° ANO

Quiz 6: PORTUGUÊS 9° ANO
QUIZ 6: PORTUGUÊS 9° ANO

1. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

MEIRELES, Cecília. Uma fl or quebrada. In: Ou isto ou aquilo & Inéditos. São Paulo: Melhoramentos, 1974.

A raiz suspirava porque


2. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Mito setentão

    Batman chega este mês aos 70 anos com fatos e números dignos de respeito e estudo. O famoso personagem das histórias em quadrinhos, propriedade do grupo norte-americano Warner, se consolidou como a mais bem sucedida e duradoura obra coletiva da indústria cultural, marcada por dezena de colaboradores e por coleção de sucesso em todas as mídias, particularmente na televisão e no cinema. Se depender dos produtores do homem-morcego e dos aficcionados do personagem espalhados pelo mundo, essa trajetória ainda vai longe. “Este é o ano do morcego! Celebrar sete décadas não é pra qualquer um. Temos boas surpresas reservadas para os fãs do herói”, promete Levi Trindade, editor da revista de Batman no Brasil (publicada pela Panini) em recente comunicado.[...]

Sílvio Ribas. Correio Braziliense. Brasília, Caderno C, domingo 10 de maio de 2009.p. 3.

No trecho “a palavra Se depender dos produtores do homem-morcego e dos aficcionados do personagem,...” a conjunção destacada exprime ideia de


3. (PAEBES). Leia o texto abaixo e responda.

Texto 1

A vespa

    A vespa faz parte da ordem dos himenópteros. É um inseto que possui dois pares de asas membranosas, dos quais o posterior é menor. A vespa caça diferentes insetos, como as lagartas, para alimentar suas próprias larvas, o que acaba sendo benéfico para as plantas. Por outro lado, atraída pelo odor das nossas refeições, ela vem nos incomodar e nos amedrontar no verão, por causa de suas picadas doloridas. Mas ela só ataca quando se sente ameaçada. E faz isso com a ajuda de um ferrão existente na extremidade do abdome e ligado a uma glândula de veneno. Ao contrário das abelhas, a vespa guarda o ferrão assim que pica alguém e, assim, é capaz de picar várias vezes seguidas.

    Existem mais de 9 mil espécies de vespas, cujo tamanho pode variar de 1 a 2 cm de comprimento. Seu abdome, normalmente listrado de amarelo e preto, pode também ser preto e vermelho. Todas possuem um par de olhos compostos e três ocelos. Entre as inúmeras espécies, algumas são solitárias (caçadoras), outras são sociais e vivem em grupo num ninho chamado vespeiro.

DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil Edições Ltda, 2008. p.12.

Texto 2

A abelha

    Assim como as vespas, as abelhas fazem parte da ordem dos himenópteros. Existem 20 mil espécies de abelhas, das quais mil são sociais, como a abelha-europeia. Insetos extremamente úteis, elas nos proporcionam mel e cera e desempenham um importante papel ecológico para as plantas. A abelha se alimenta de néctar e também de pólen que, espalhado sobre seu corpo, é transportado de uma flor para outra. Isso favorece a polinização das plantas.

    As abelhas são espetaculares na organização de sua sociedade e de seus comportamentos sociais. Em seu ninho, chamado colmeia, existem inúmeros indivíduos, cada um com um importante papel a desempenhar. A rainha põe os ovos (até 2.500 por dia); milhares de operárias recolhem o néctar que, colocado nos alvéolos, dará o mel, com o qual elas se alimentam. Dependendo da idade, uma operária também se ocupa da postura (ovos, larvas e ninfas), faz a aeração, arruma e repara a colmeia.

    Quando sai à procura de alimento, uma abelha é capaz de comunicar às companheiras a exata localização do “banquete”, indicando o caminho por meio de danças.

DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil Edições Ltda, 2008. p. 14. *Adaptado: Reforma Ortográfica

Conclui-se desses textos que abelhas e vespas


4. (PAEBES). Leia o texto abaixo e responda.

O gambá

    No silêncio circular da praça, a esquina iluminada. O patrão aguardava a hora de apagar as luzes do café. O garçom começou a descer as portas de aço e olhou o relógio: meia-noite e quarenta e cinco. O moço da farmácia chegou para o último cafezinho. Até ser enxotados, uns poucos fregueses de sempre insistiam em prolongar a noite. Mas o bate-papo estava encerrado.

    Foi quando o chofer de táxi sustou o gesto de acender o cigarro e deu o alarme: um gambá! Correram todos para ver e, mais que ver, para crer. Era a festa, a insólita festa que a noite já não prometia. Ali, na praça, quase diante do edifício de dez andares, um gambá.

    Vivinho da silva, com sua anacrônica e desarmada arquitetura.

    No meio da rua – como é que veio parar ali? Um frêmito de batalha animou os presentes.

    Todos, pressurosos, foram espiar o recém-chegado. Só o Corcundinha permaneceu imóvel diante da mesa de mármore. O corpo enterrado na cadeira, as grossas botinas mal dispensavam as muletas. O intruso não lhe dizia respeito. Podia sorver devagarinho o seu conhaque.

    Encolhido de medo e susto, o gambá não queria desafiar ninguém. Mas seus súbitos inimigos a distância mantinham uma divertida atitude de caça. Ninguém sabia por onde começar a bem-vinda peleja. Era preciso não desperdiçar a dádiva que tinha vindo alvoroçar a noite de cada um dos circunstantes.

REZENDE, Oto Lara. O gambá. In: O elo perdido & outras histórias. 5 ed. São Paulo: Ática, 1998. p.12. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

No trecho “... um gambá!” (2° parágrafo), a exclamação expressa


5. (SADEAM). Leia o texto abaixo.

TÔ AQUI!

    Já imaginei milhões de maneiras para chamar sua atenção. Já fiz mais de quinhentas caretas diferentes para que você me notasse. Já chorei rios de lágrimas pensando em você. Lotei um estádio de futebol de vontade de te ver. Já mandei um caminhão de recados. Breve vou começar a pensar que você gosta de outro...

FERNANDES, Maria; HAILER, Marco Antônio. Alp novo: Análise, Linguagem e Pensamento. v. 4. São Paulo: FTD, 2000. p. 106.

A expressão “Tô aqui!”, no título desse texto, revela um falante que faz uso de linguagem


6. (SADEAM). Leia os textos abaixo.

Texto 1

CARTA A EL-REI D. MANUEL

    [...] E dali houvemos vista d’homens, que andavam pela praia, de 7 ou 8, segundo os navios pequenos disseram, por chegarem primeiro. [...] A feição deles é serem pardos, maneira d’avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura, nem estimam nenhuma cousa cobrir nem mostrar suas vergonhas. E estão acerca disso com tanta inocência como têm em mostrar o rosto [...]

    Nela até agora não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem nenhuma cousa de metal, nem de ferro; nem lho vimos. A terra, porém, em si, é de muito bons ares, assim frios e temperados como os d’Antre Doiro e Minho, porque neste tempo d’agora assim os achávamos como os de lá.

    Águas são muitas, infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem. Mas o melhor fruto que nela se pode fazer me parece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar.

CAMINHA, Pero Vaz de. Carta a el-rei dom Manuel sobre o achamento do Brasil. Intr., atual. Do texto e notas de M. Viegas Guerreiro; leit paleogr. de Eduardo Nunes. Lisboa: Imprensa Nacional, 1974.


Texto 2

ÍNDIOS

  Quem me dera, ao menos uma vez,

  Ter de volta todo o ouro que entreguei

  A quem conseguiu me convencer

  Que era prova de amizade

  Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.


  Quem me dera, ao menos uma vez,

  Esquecer que acreditei que era por brincadeira

  Que se cortava sempre um pano de chão

  De linho nobre e pura seda [...]


  Quem me dera, ao menos uma vez,

  Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,

  Não ser atacado por ser inocente [...]


  Nos deram espelhos e vimos um mundo

  doente – Tentei chorar e não consegui.

RUSSO, Renato. Legião Urbana. Dois. (CD). *Adaptado: Reforma Ortográfica.

Levando em consideração o tema “Índios”, qual é a principal diferença de opinião presente nesses textos?


7. (SADEAM). Leia o texto abaixo.

Que mudanças no clima afetaram a humanidade?

    Não é exagero dizer que a história da humanidade sempre esteve ligada às transformações climáticas. Sobretudo até o século 20, quando ainda não havia tecnologia suficiente para tornar mais toleráveis as variações bruscas ou prolongadas de tempo e temperatura. Essas alterações fizeram o homem descer das árvores, extinguiram civilizações, impulsionaram migrações e decidiram guerras. Para exemplificar o que foi dito, vale relembrar dois fatos históricos: em 2007, a concentração de poluentes no ar eleva a temperatura do planeta para os níveis mais altos dos últimos 150 mil anos; em junho de 1944, as forças aliadas precisaram esperar semanas pelo melhor clima para o desembarque na Normandia, decisivo na derrota Nazista; em 1812, o inverno rigorosíssimo aniquila as tropas de Napoleão Bonaparte que haviam invadido a Rússia; em 1788, a seca causa a quebra de safras e espalha a fome. O fato contribui, ainda que secundariamente, para a Revolução Francesa em 1789, como lenda.

Mundo estranho. Edição 65, julho 2007. p. 48.

Um dos argumentos que sustenta a ideia defendida nesse texto é:


8. (SEPR). Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://www.quadrinho.com/chantal/tiras/0028.php.

Esse texto estabelece comparação entre o


9. (SADEAM). Leia o texto abaixo.

Um Remédio Chamado Carinho

    Você sabia que a desnutrição, às vezes, não é causada apenas pela má alimentação? Falta de carinho também pode dificultar o desenvolvimento de uma criança. Hoje, 1% a 5% das crianças brasileiras sofrem de desnutrição.

    Para tentar amenizar o problema, um hospital de São Paulo, o Pérola Byington, está ensinando as mães de crianças com desnutrição a cantar para seus filhos e até brincar de roda. O “tratamento” está dando certo, ou seja, algumas doses extras de carinho não fazem mal a ninguém.

Um remédio chamado carinho. ZÁ, Coral Ed. n. 30, 1999.

Para diminuir o problema da desnutrição, um Hospital de São Paulo está


10. (SADEAM). Leia o texto abaixo.

O REFORMADOR DO MUNDO

    Américo Pisca-Pisca tinha o hábito de pôr defeito em todas as coisas. O mundo para ele estava errado e a natureza só fazia asneiras.

    – Asneiras, Américo?

    – Pois então?!... Aqui mesmo, neste pomar, você tem a prova disso. Ali está uma jabuticabeira enorme sustendo frutas pequeninas, e lá adiante vejo colossal abóbora presa ao caule duma planta rasteira. Não era lógico que fosse justamente o contrário? Se as coisas tivessem de ser reorganizadas por mim, eu trocaria as bolas, passando as jabuticabas para a aboboreira e as abóboras para a jabuticabeira. Não tenho razão?

LOBATO, Monteiro. O reformador do mundo. In: Obra Infantil Completa. São Paulo: Brasiliense, s.d.

Quando falou sobre a reforma da natureza, Américo estava


11. (SADEAM). Leia o texto abaixo.

Tulipas da Holanda

    Todos os anos, durante a primavera, gente de todo o mundo procura um pequeno parque colorido e perfumado, cheio de lagos e flores, na Holanda.

    Ali se encontra a famosa tulipa, a flor nacional do país. A floricultura é uma fonte de renda na Holanda e a cultura dessa flor constitui a base dessa renda.

    O valor das tulipas está no tamanho das flores e na sua coloração. Suas cores são variadas, mas a Rainha da Noite é a mais apreciada pela sua raridade. É também conhecida como tulipa negra, embora sua cor seja azul-roxo bem escuro.

DIAS, Ieda; CARVALHO, Aciléia. Tulipas da Holanda. In: Bolhas de sabão. Belo Horizonte: Vigília, 1987. Fragmento.

Esse texto apresenta


12. (SAERO). Leia o texto abaixo.

Novato

    Aquele advogado recém-formado montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Avenida Paulista e botou na porta uma placa dourada: “Dr. Antônio Soares – Especialista em Direito Tributário”.

    No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno, sentou-se atrás da escrivaninha e ficou aguardando o primeiro cliente. Meia hora depois, batem à porta.

    Rapidamente, ele apanha o telefone no gancho e começa a simular uma conversa:

    ─ Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei... Sei... Como? Meus honorários? Não se preocupe, o senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem! É claro!... O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando, ok?

    Obrigado... Um abraço!

    Bate o fone no gancho com força e vai atender o rapaz que o aguarda:

    ─ Pois não, o que o senhor deseja?

    ─ Eu vim instalar o telefone...

Disponível em: http://www.lucas.morais95@terra.com.br. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

O trecho em que o uso das reticências sugere “mal-estar” é




Nenhum comentário:

Postar um comentário