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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Quiz 9: PORTUGUÊS 9° ANO

Quiz 9: PORTUGUÊS 9° ANO
QUIZ 9: PORTUGUÊS 9° ANO

1. (PROEB). Leia o texto abaixo.

    Aí, a filha do intelectual, que nunca tirava o primeiro lugar na escola, chega em casa e pergunta ao pai:

    — Pai, você sabe qual é a última?

    O pai pensou um pouco e disse:

    — Não filha, qual é?

    E a filha:

    — Eu.

(Anedotinhas do Bichinho da Maçã. Ziraldo. 1988)

O pai entendeu que “a última” era


2. (PROEB). Leia o texto abaixo.

O discutível amigo

    O homem é o maior amigo do cão...

    Há um pouco de ironia, é claro, nessa verdade. A coleira que o diga. Poucos animais têm, como o homem o instinto da propriedade, o sentido de posse. Pelo que eu observei, ao longo do meu latir pela vida, a frase devia ser modificada: o homem é o maior amigo do seu cão. Gosta do que é dele, raramente suporta o dos outros.

    Mas há milhões de cães pelo mundo afora com um homem, ou toda uma família, a seu favor. Às vezes tratados como cães. Às vezes reconhecidos como gente.

    Principalmente quando na família há essa coisa boa que chamam criança.

LESSA,Orígenes Confissões de um vira-lata. Rio de Janeiro. Ediouro.28.09.1972.

Esse texto mostra a opinião de


3. (PROEB). Leia o texto abaixo.

Futilidade pública

    Espantei-me ao abrir o jornal [6/10], (...) trouxe uma lição de consumismos, sobre roupas para usar em eventos únicos. É difícil de acreditar que, em meio a tantas mudanças e polêmicas, esse foi considerado o assunto mais importante a ser tratado.

    Acho que vale lembrar que vivemos num país onde, apesar de o voto ser obrigatório, as pessoas são muito pouco politizadas. Temos de mudar isso, começando por nós mesmos; os jovens. O papel irrefutável que a média tem é evidenciar isso, mostrar o quão importante e o envolvimento na vida pública. – [...]

NOGUEIRA, Lílian. Folha de S. Paulo, São Paulo, 13 out. 2008. Fragmento.

No texto, em relação ao fato de os jovens não se envolverem na vida pública há uma opinião em


4. (PROEB). Leia o texto abaixo.

SOUZA, Maurício de. Almanaque da Mônica, n. 154, ago. 1999.

Depois que o galho quebrou, o menino ficou


5. (PROEB). Leia o texto abaixo e responda.

O sábio

    Havia um pai que morava com suas duas jovens filhas, meninas muito curiosas e inteligentes. Suas filhas sempre lhe faziam muitas perguntas.

    Algumas, ele sabia responder. Outras, não fazia a mínima ideia da resposta.

    Como pretendia oferecer a melhor educação para as suas filhas, as enviou para passar as férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina. Este, por sua vez, respondia a todas as perguntas, sem hesitar.

    Já muito impacientes com essa situação, pois constataram que o tal velho era realmente sábio, resolveram inventar uma pergunta que o sábio não saberia responder.

    Passaram-se alguns dias e uma das meninas apareceu com uma linda borboleta azul e exclamou para a sua irmã:

    – Dessa vez o sábio não vai saber a resposta!

    – O que você vai fazer? Perguntou a outra menina.

    – Tenho uma borboleta azul em minhas mãos. Vou perguntar ao sábio se a borboleta está viva ou está morta. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la rapidamente, esmagá-la e, assim, matá-la. Como consequência, qualquer resposta que o velho nos der, vai estar errada.

    As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio que se encontrava meditando sob um eucalipto na montanha. A menina aproximou-se e perguntou:

    – Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta?

    Calmamente, o sábio sorriu e respondeu:

    – Depende de você... Ela está em suas mãos.

Enviado por Josefa Prieto Andres. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

O velho da história era


6. (PROEB). Leia o texto abaixo.

Hein?... Hã?... Como?...

    ... Apareceu uma velhinha, bem velhinha, toda enrugada, vestida de preto, com uma vela na mão. O autor se apresentou:

    – Boa noite, minha senhora. Desculpe invadir sua casa. É que eu bati na porta e ninguém atendeu. Como ela estava aberta ...

    – Como? – disse a velha com a mão no ouvido.

    – Desculpe entrar assim sem pedir licença...

    – Doença?

    – Não, não licença?

    – Mas... quem está doente?

    – Não – sorriu o homem –, a senhora entendeu errado...

    – Resfriado???

    – Ora... quer dizer... bem, eu estava lá fora e...

    – Chi! Catapora?

    – Senhora, por favor, não confunda...

    – Caxumba!!! Cuidado, menino, isso é perigoso... Sabe, eu sei fazer um chazinho muito bom pra caxumba...

    – Minha senhora...

    – Se demora? Nada. Faço num minutinho.

    – Puxa! Eu só queria falar com a moça que entrou aqui, ora essa...

    – Quê? Está com pressa? É pena. Não faz mal. Olhe: vá para a casa, vitamina C e cama.

    – Mas não é isso! A senhora está ouvindo mal!

    – Hã? ... Ah! Tchau, tchau – disse a velhinha, sorrindo com um lencinho branco na mão.

    O escritor foi embora chateado.

AZEVEDO, Ricardo. Um Homem no sótão. Fragmento.

O diálogo entre a velhinha e o homem foi difícil porque


7. (PROEB). Leia o texto abaixo.

BOMBABOA, A BOMBA QUE TINHA CORAÇÃO

    Esta é a história de Bombaboa, a bomba que tinha coração.

    Um dia, Bombaboa foi levada por um avião, para destruir uma cidade. De repente, ela sentiu que estava caindo, caindo, caindo. Bombaboa fez então um grande esforço e conseguiu se desviar do alvo, indo cair sobre um monte de feno, numa fazendinha.

    Como o feno era macio, ela não explodiu: e o cansaço foi tanto, que ela adormeceu...

    E sonhou. Era um sonho lindo! Estava cercada de crianças que lhe pediam para brincar. Mas o sonho durou pouco... Por outras mãos ela foi levada. Não demorou muito e Bombaboa viu que estava sobre outra cidade. E novamente sentiu que deveria matar e destruir. Fez um grande esforço para se desviar do alvo. De nada adiantou.

    EXPLODIU! Mas em lugar de morte e destruição, ela cobriu o céu de flores, numa explosão de alegria. Naquele dia, os moradores da cidade cantaram e dançaram, comemorando o milagre florido.

LUZ, Ivam. Bombaboa, a bomba que tinha coração. Belo Horizonte: Editora Lê, 1994.

No trecho “Era um sonho lindo!” o ponto de exclamação indica


8. (PROEB). Leia o texto abaixo.

Na Europa, com Lulu

Para quem não sabe: hotéis de luxo aceitam, sim, bichinhos de estimação. E os enchem de agrados

    Pessoas que viajam e não aguentam ficar longe de seu animal de estimação têm à mão uma solução cara, mas amplamente difundida: hospedar-se em hotéis cinco-estrelas, palácios de mordomias que, em sua maioria, não só deixam o dono ficar com seu bichinho no quarto como recebem a ambos como reis. Quanto mais luxo, mais os bichinhos são bem tratados. No começo do mês, o Trianon Palace (diárias: 340 a 470 dólares o casal), de Versalles, anunciou que a partir de outubro, por preço ainda não fixado, oferecerá um “pacote” para cães, que consistirá de acomodação de primeira (cesto e cobertor de grife), serviço de quarto e uma caixinha de, digamos, cosméticos --- lenços umedecidos, xampu, perfume etc. Na mesma linha, a Starwood Hotels and Resorts, empresa americana dona dos Sheraton, Westin (a rede do Trianon) e W, anunciou em agosto que todos os hotéis desses nomes nos Estados Unidos e no Canadá passariam a aceitar hóspedes acompanhados de cães de estimação, com direitos a agrados variados.

    Nos cinco W de Nova York, os lulus podem desfrutar de massagem de uma hora (125 dólares) com terapeuta especializada em animais. “Donos de cachorros são nicho de mercado muito mal servido pela indústria de turismo”, justifica o comunicado anunciando o novo serviço.

VEJA, 17 de setembro de 2003. p. 116. * Adaptado: Reforma Ortográfica.

No trecho “a partir de outubro, por preço ainda não fixado, oferecerá um ‘pacote’ para cães...”, a palavra grifada tem o sentido de


9. (PROEB). Leia o texto abaixo.

A verdade do 1° de abril

    Todos os anos, meu pai arranja um jeito de “pegar” minha mãe na “mentirinha” de 1° de abril. Porém, no ano passado, o que era mentira virou verdade. Logo cedo, ao voltar do curral, ele disse: “Uma vaca pariu gêmeos!” “Ótimo, logo, logo, tirarei uma foto!”, respondeu ela. “Não precisa, pois hoje é 1° de abril”, ele completou. Só que cinco dias depois, nasceu na Fazenda Santo Antônio, em Ilhéus, BA, um belo casal que recebeu os nomes de Mineiro e Mineirinha, já que a mãe é apelidada de Mineira.

Franciane e Raphael Madureira

Itabuna, BA Globo Rural, julho 2000

Leia novamente a frase abaixo.

Só que cinco dias depois, nasceu na Fazenda Santo Antônio, em Ilhéus, BA, um belo casal...” A expressão sublinhada pode ser substituída por


10. (PROEB). Leia o texto abaixo.

Jornal Estado de Minas. Belo Horizonte. 22 jun. 2005.

Qual é o assunto tratado nesse texto?


11. (PROEB). Leia o texto abaixo.

Encontro de ansiedades

    O pai Irineu, a mãe Florinda e os filhos Lúcia, Eliana e Ronaldo (...) tiveram uma experiência bastante inusitada. A família de índios Guarani, do Pontal do Paraná, litoral do Estado, foi convidada para visitar os alunos da Escola Atuação em Curitiba.

    Foi um encontro de ansiedades: de um lado, as crianças indígenas amedrontadas com tanta gente para recebê-las no ginásio da escola; de outro, os alunos curiosos e inquietos com a presença de novos visitantes.

    No fim das contas, tudo terminou bem: as crianças índias não falam português, mas receberam toda a atenção dos novos amigos e voltaram para a sua aldeia com muitas cestas de frutas e outros presentes. A turminha da escola adorou a experiência e garante que aprendeu muito com a atividade. A troca de ansiedades acabou se tornando troca de carinhos.

Gazeta do Povo. Curitiba, 29 abr. 2000. Gazetinha, p.5.

A principal informação desse texto está expressa


12. Leia os textos para responder a questão abaixo:

Texto I

O ESPELHO

Marcello Migliaccio

    Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar a baixaria, desancar o onipresente eletrodoméstico. E, num país em que os domicílios sem televisão são cada vez mais raros, o que não falta é especialista no assunto. Se um dia fomos uma pátria de 100 milhões de técnicos de futebol, hoje, mais do que nunca, temos um considerável rebanho de briosos críticos televisivos.

    [..]

    Mas, quando os "especialistas" criticam a TV, estão olhando para o próprio umbigo. Feita à nossa imagem e semelhança, ela é resultado do que somos enquanto rebanho globalizado. [...]

    Aqui e ali, alguns vão argumentar que cultivam pensamentos mais nobres e que não se sentem representados no vídeo.

    [...]

Folha de S. Paulo, 19/10/2003.

Texto II

A influência negativa da televisão para as crianças

Jussara de Barros

    Bem diziam os Titãs, grupo de rock nacional, quando cantavam que “a televisão me deixou burro demais”. A verdade é que, ao pé da letra dessa música, a televisão coloca-nos dentro de jaulas, como animais. Assim, paralisa o desenvolvimento de pensamentos críticos e avaliativos que se desenvolvem em outras formas de diversão, além de influenciar crianças e adolescentes com cenas de violência, maldade, psicopatia e sexo explícito a todo o momento e sem qualquer responsabilidade.

Fonte: http://www.meuartigo.brasilescola.com/educacao

Vocabulário

“in” [inglês] – na moda

brioso – orgulhoso, vaidoso

onipresente – que está presente em todos os lugares.

Os textos divergem sobre o mesmo tema: a influência da televisão. A afirmação do texto 1 que contradiz o texto 2 é




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