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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Quiz 11: PORTUGUÊS 9° ANO

Quiz 11: PORTUGUÊS 9° ANO
QUIZ 11: PORTUGUÊS 9° ANO

1. (PROEB). Leia o texto abaixo e responda.

A natureza em risco: extinção

Fragmento

    Extinguir significa fazer com que uma coisa desapareça para sempre. Essa palavra, infelizmente, está sendo muito usada para descrever a triste situação de muitos animais na face da terra. Você, com certeza, já ouviu dizer que as baleias, os tigres, as onças estão correndo risco de extinção. [...]

    Muitas vezes, a extinção é causada pela introdução, em uma certa região, de um espécie que não vivia lá. Se essa espécie for agressiva poderá acabar com os outros animais da região. Por isso, não é aconselhável introduzirmos animais de um certo país em outro, sem antes sabermos quais as consequências que isso pode acarretar.

    Um exemplo de extinção é o dodô, uma ave grande que vivia na Ilha Maurício, no Oceano Índico. Com a chegada dos colonizadores europeus, as populações dessa ave começaram a diminuir.

    Ela era grande e não conseguia voar, por isso se tornou um alvo fácil para os caçadores. O homem, sem se preocupar em preservá-la, acabou eliminando essa ave preciosa. O último dodô foi visto em 1681. [...]

Bragança Jornal Diário, 29/03/2000. Suplemento infantil. Adaptado.

O dodô era um alvo fácil para os caçadores porque


2. (PROEB). Leia o texto abaixo e responda.

ELEVADOR CAI DO 4º. ANDAR E FERE 8 EM SÃO CARLOS – SP

    Um elevador despencou ontem do 4º. andar de um edifício em São Carlos, no interior paulista, com 11 pessoas dentro. O Corpo de Bombeiros socorreu dez vítimas do acidente, sendo que cinco foram levadas à Santa Casa da cidade, mas apenas com ferimentos leves. Outras três pessoas tiveram escoriações. “O elevador, que tinha saído do 7º. andar, tem capacidade para seis pessoas, cinco a menos que a lotação no momento do acidente.”

    Funcionários da Polícia Científica do município fizeram hoje a vistoria do elevador do Edifício Ana Paula, no bairro Vila Nery. Moradores já reclamavam a substituição do antigo elevador e pagaram nos últimos meses uma taxa de condomínio para que fosse feita a troca. A polícia cientifica investiga se a causa do acidente foi mesmo o excesso de pessoas.

Agência Estado. Disponível em: http://www.globo.com

Esse texto é


3. (PROEB). Leia o texto abaixo e responda.

Chupeta deve ser usada?

    Muitos são os pais que não são adeptos do uso da chupeta pelos filhos, pois acham que pode prejudicar a arcada dentária, a fala e a amamentação. No entanto, pesquisas recentes – uma feita na Argentina e outra na Dinamarca – mostram que a chupeta não prejudica o aleitamento desde que seja oferecida quando a amamentação já está bem estabelecida, entre 15 e 30 dias de vida da criança. A chupeta só prejudica a amamentação se for oferecida nos primeiros dias de vida, quando o bebê ainda está aprendendo a mamar, porque a musculatura usada e os movimentos exigidos não se reproduzem na hora da mamada. Além disso, a chupeta toca em uma área do céu da boca muito próxima à arcada dentária, o que pode causar ânsia de vômito ao mamar no seio.

Disponível em:http://www.ji.com.br/eda/ 21062009/editoriais/cotidiano.htm/. Acesso em: 09 set. 09. Fragmento.

Nesse texto, em relação ao uso da chupeta, pais e pesquisadores


4. (PROEB). Leia o texto abaixo e responda.

Os Viajantes e a Bolsa de Moedas

    Dois homens viajavam juntos ao longo de uma estrada, quando um deles encontrou uma bolsa cheia de alguma coisa. E ele disse: “Veja que sorte a minha, encontrei uma bolsa, e a julgar pelo peso, deve estar cheia de moedas de ouro.”

    E lhe diz o companheiro: “Não diga encontrei uma bolsa; mas, nós encontramos uma bolsa, e quanta sorte temos. Amigos de viagem devem compartilhar as tristezas e alegrias da estrada.”

    O “sortudo”, claro, se nega a dividir o achado. Então escutam gritos de: “Pega ladrão!”, vindo de um grupo de homens armados com porretes, que se dirigem, estrada abaixo, na direção deles. O viajante “sortudo”, logo entra em pânico, e diz. “Estamos perdidos se encontrarem essa bolsa conosco.”

    Replica o outro: “Você não disse ‘nós’ antes. Assim, agora fique com o que é seu e diga, ‘Eu estou perdido’.”

Moral da História: Não devemos exigir que alguém compartilhe conosco as desventuras, quando não lhes compartilhamos também as nossas alegrias.

Esopo. Disponível em: http://sitededicas.uol.com.br Acesso em: 02 fev. 2010.

O fato que deu origem a essa história foi


5.(PROEB). Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://www.jurisway.org.br/ UPLOADS/upl_img/enunciado0004.jpg. Acesso em: 01 jan. 2010.

O humor desse texto resulta da


6. (PROEB). Leia o texto abaixo e responda.

Decida

    Em um mundo cada vez mais complexo, com excesso de informação, pressão por desempenho e repleto de alternativas, as pessoas precisam tomar decisões também a respeito de assuntos delicados. E devem fazer isso sem ter muito tempo para pensar.

    Cada vez mais, o sucesso e a satisfação pessoal dependem da habilidade de fazer escolhas adequadas. Com frequência, as pessoas são instadas a tomar uma decisão que pode modificar sua vida pessoal. Devo ou não me casar? Que tal só morarmos juntos? Devo ou não me separar? [...] Em que escola matricular nosso filho? Aliás, ele vai ganhar carro aos 18 anos ou sairá à noite de carona [...]? É certo comprar aquela casa maior e contrair um financiamento a perder de vista? No trabalho, acontece a mesma coisa. Devo dar uma resposta dura àquela provocação feita pelo chefe? Peço ou não peço aumento? Posso ou não baixar os preços dos produtos que vendo de forma a aumentar a saída? Que tal largar tudo e abrir aquela pousada na praia? Psicólogos americanos que estudaram a vida de gerentes empregados em grandes companhias descobriram que eles chegam a tomar uma decisão a cada nove minutos. São mais de 10.000 decisões por ano – 10.000 possibilidades de acertar, ou de errar. Não há como fugir. Ou você decide, ou alguém decide em seu lugar.

Veja. 14 jan. 04. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento.

Qual é a tese defendida nesse texto?


7. (PROEB). Leia o texto abaixo e responda.

Antes do dia partir

    Paulo Mendes Campos, em uma de suas crônicas reunidas no livro “O Amor Acaba”, diz que devemos nos empenhar em não deixar o dia partir inutilmente. Eu tenho, há anos, isso como lema.

    É pieguice, mas antes de dormir, quando o dia que passou está dando o prefixo e saindo do ar, eu penso: o que valeu a pena hoje? Sempre tem alguma coisa. Uma proposta de trabalho. Um telefonema. Um filme. Um corte de cabelo que deu certo. Até uma briga pode ter sido útil, caso tenha iluminado o que andava ermo dentro da gente.

    Já para algumas pessoas, ganhar o dia é ganhar mesmo: ganhar um aumento, ganhar na loteria, ganhar um pedido de casamento, ganhar uma licitação, ganhar uma partida.

    Mas para quem valoriza apenas as megavitórias, sobram centenas de outros dias em que, aparentemente, nada acontece, e geralmente são essas pessoas que vivem dizendo que a vida não é boa, e seguem cultivando sua angústia existencial com carinho [...], mesmo já tendo seu superapartamento, sua bela esposa, seu carro do ano e um salário aditivado.

    Nas últimas semanas, meus dias foram salvos por detalhes. Uma segunda-feira valeu por um programa de rádio que fez um tributo aos Beatles e que me arrepiou, me transportou para uma época legal da vida, me fez querer dividir aquele momento com pessoas que são importantes pra mim. Na terça, meu dia não foi em vão porque uma pessoa que amo muito recebeu um diagnóstico positivo de uma doença que poderia ser mais séria. Na quarta, o dia foi ganho porque o aluno de uma escola me pediu para tirar uma foto com ele. Na quinta, uma amiga que eu não via há meses ligou me convidando para almoçar. Na sexta, o dia não partiu inutilmente, só por causa de um cachorro-quente.

    E assim correm os dias, presenteando a gente com uma música, um crepúsculo, um instante especial que acaba compensando 24 horas banais.

    Claro que têm dias que não servem pra nada, dias em que ninguém nos surpreende, o trabalho não rende e as horas arrastam-se melancólicas, sem falar naqueles dias em que tudo dá errado: batemos o carro, perdemos um cliente e o encontro da noite é desmarcado.

    Pois estou pra dizer que até a tristeza pode tornar um dia especial, só que não ficaremos sabendo disso na hora, e sim lá adiante, naquele lugar chamado futuro, onde tudo se justifica. É muita condescendência com o cotidiano, eu sei, mas não deixar o dia de hoje partir inutilmente é o único meio de a gente aguardar com entusiasmo o dia de amanhã...

MEDEIROS, Martha. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2008. p. 70-71. Fragmento.

No trecho “Nas últimas semanas, meus dias foram salvos por detalhes.” (5° parágrafo), a forma verbal destacada estabelece relação de concordância com a palavra


8. (PROEB). Leia o texto abaixo.

Conservar para sobreviver

    A evolução do conhecimento do homem levou-o, aos poucos, a novas descobertas.

    A do fogo foi o primeiro passo para a conservação dos alimentos. Surgiram os primeiros assados da História, que, ao que tudo indica, inicialmente tinham por objetivo facilitar a mastigação, mas justamente esse alimento demorava mais para se deteriorar, constituindo-se na primeira técnica de conservação. A seguir, como o fogo espantasse animais, os homens começaram a deixar suas caças penduradas perto dele, o que casualmente permitiu-lhes a descoberta de um novo tipo de conservação: a defumação.

    O princípio era simples: a desidratação (que é a retirada da água pelo calor – o que acontece quando se toma sol em excesso). Outros alimentos, como grãos e frutos, também foram desidratados, atendendo à necessidade de conservar.

NETO, Egídio Trambaiolli. Alimentos em pratos limpos. Fragmento.

A ideia defendida nesse texto é comprovada pela


9. (PROEB). Leia o texto abaixo.

Ana Terra

    Ana sentia-se animada, com vontade de viver. Sabia que, por piores que fossem as coisas que estavam por vir, não podiam ser tão horríveis como as que já tinha sofrido. Esse pensamento dava-lhe uma grande coragem. E ali deitada no chão, a olhar para as estrelas, ela se sentia agora tomada por uma resignação que chegava quase a ser indiferença.

    Tinha dentro de si uma espécie de vazio: sabia que nunca mais teria vontade de rir nem de chorar. Queria viver, isso queria, e em grande parte por causa de Pedrinho, que afinal de contas não tinha pedido a ninguém para vir ao mundo. Mas queria viver também de raiva, de birra. A sorte andava sempre virada contra ela, pois Ana estava agora decidida a contrariar o destino. Ficaria louca de pensar no dia em que deixara Sorocaba para vir morar no Continente. Vezes sem conta tinha chorado de tristeza e de saudade daqueles cafundós.

VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 70-71. Fragmento.

No trecho “...que chegava quase a ser indiferença.” (1° parágrafo), a palavra destacada refere-se ao termo


10. (SIMAVE). Leia o texto abaixo.

Menino brinca de boneca?

    Senta direito!! Fecha as pernas, menina! Você já está ficando uma mocinha!!!

    Desde cedo, as meninas vão aprendendo que têm que ser quietinhas e boazinhas. A se comportar como mocinhas.

    “Ah! Não fica bem menina ficar correndo e pulando. Isso é coisa de menino.”

    Ou então, qualquer coisa, chame o seu irmão!”

    – Por que tem sempre que chamar o seu irmão, um menino, para tomar conta das meninas? [...]

    Muita gente fica falando: ”menino não brinca de boneca!”

    Mas de boneco tipo He-man, Rambo, Thundercats, pode. Já notaram?

RIBEIRO, Marcos. Menino brinca de boneca? Rio de Janeiro: Salamandra, 1990.

No trecho “A se comportar como mocinhas.” a palavra destacada exprime a ideia de


11. (SIMAVE). Leia o texto abaixo.

Que mudanças no clima afetaram a humanidade?

    Não é exagero dizer que a história da humanidade sempre esteve ligada às transformações climáticas. Sobretudo até o século 20, quando ainda não havia tecnologia suficiente para tornar mais toleráveis as variações bruscas ou prolongadas de tempo e temperatura. Essas alterações fizeram o homem descer das árvores, extinguiram civilizações, impulsionaram migrações e decidiram guerras. Para exemplificar o que foi dito, vale relembrar dois fatos históricos: em 2007, a concentração de poluentes no ar eleva a temperatura do planeta para os níveis mais altos dos últimos 150 mil anos; em junho de 1944, as forças aliadas precisaram esperar semanas pelo melhor clima para o desembarque na Normandia, decisivo na derrota Nazista; em 1812, o inverno rigorosíssimo aniquila as tropas de Napoleão Bonaparte que haviam invadido a Rússia; em 1788, a seca causa a quebra de safras e espalha a fome. O fato contribui, ainda que secundariamente, para a Revolução Francesa em 1789, como lenda.

Mundo estranho. Edição 65, julho 2007. p. 48.

O fato histórico que ocorreu em 1812 foi


12. Leia os textos para responder a questão abaixo:

Texto I

Você é a favor de clones humanos?

    “Sou contra. Engana-se quem pensa que o clone seria uma cópia perfeita de um ser humano. Ele teria a aparência, mas não a mesma personalidade. Já pensou um clone do Bon Jovi que detestasse música e se tornasse matemático, passando horas e horas falando sobre Hipotenusa, raiz quadrada e subtração? Ou o clone do Brad Pitt se tornando padre? Ou o do Tom Cavalcante se tornando um executivo sério e o do Maguila estudando balé? Estranho, não? Mas esses clones não seriam eles, e, sim, a sua imagem em forma de outra pessoa. No mundo, ninguém é igual. Prova disso são os gêmeos idênticos, tão parecidos e com gostos tão diferentes.

    Os clones seriam como as fitas piratas: não teriam o mesmo valor original. Se eu fosse um clone, me sentiria muito mal cada vez que alguém falasse: ‘olha lá o clone da fulana’. No fundo, no fundo, eu não passaria de uma cópia.”.

Alexandra F. Rosa, 16 anos, Francisco Morato, SP.(Revista Atrevida nº 34)


Texto II

Você é a favor de clones humanos?

    “Sou a favor! O mundo tem de aprender a lidar com a realidade e as inovações que acontecem. Ou seja, precisa se sofisticar e encontrar caminhos para seus problemas. Assistimos à televisão, lemos jornais e vemos que existem muitas pessoas que, para sobreviver, precisam de doadores de órgãos. Presenciamos atualmente aqui no Brasil e também em outros países a tristeza que é a falta de doadores. A clonagem seria um meio de resolver esse problema!

    Já pensou quantas pessoas seriam salvas por esse meio? Não há dúvida de que existem muitas questões a serem respondidas e muitos riscos a serem corridos, mas o melhor que temos a fazer é nos prepararmos para tudo o que der e vier, aprendendo a lidar com os avanços científicos que atualmente se realizam. Acredito que não gostaríamos de parar no tempo. Pelo contrário, temos de avançar!”

Fabiana C.F. Aguiar, 16 anos, São Paulo, SP. (Revista Atrevida nº 34)

Ao se compararem os textos I e II, pode-se afirmar que




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