quinta-feira, 2 de julho de 2020

D7 - Quiz por descritor - Port. 3ª Série

Quiz D7: PORTUGUÊS - ENSINO MÉDIO
D7: PORTUGUÊS - 3º Série - Ensino Médio

D7: Identificar a tese de um texto.

01
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

O teatro da etiqueta

    No século XV, quando se instalavam os Estados nacionais e a monarquia absoluta na Europa, não havia sequer garfos e colheres nas mesas de refeição: cada comensal trazia sua faca para cortar um naco da carne — e, em caso de briga, para cortar o vizinho. Nessa Europa bárbara, que começava a sair da Idade Média, em que nem os nobres sabiam escrever, o poder do rei devia se afirmar de todas as maneiras aos olhos de seus súditos como uma espécie de teatro. Nesse contexto surge a etiqueta, marcando momento a momento o espetáculo da realeza: só para servir o vinho ao monarca havia um ritual que durava até dez minutos.

    Quando Luís XV, que reinou na França de 1715 a 1774, passou a usar lenço não como simples peça de vestuário, mas para limpar o nariz, ninguém mais na corte de Versalhes ousou assoar-se com os dedos, como era costume. Mas todas essas regras, embora servissem para diferenciar a nobreza dos demais, não tinham a petulância que a etiqueta adquiriu depois. Os nobres usavam as boas maneiras com naturalidade, para marcar uma diferença política que já existia. E representavam esse teatro da mesma forma para todos. Depois da Revolução Francesa, as pessoas começam a aprender etiqueta para ascender socialmente. Daí por que ela passou a ser usada de forma desigual — só na hora de lidar com os poderosos.

Revista Superinteressante, junho 1988, nº 6 ano 2.

Nesse texto, o autor defende a tese de que

A
B
C
D
E


02
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

“Bem aventurados os homens de boa redação. Deles será o reino das diretorias.”

    Dentro de uma grande empresa, as melhores chances de promoção pertencem aos que sabem como escrever um bom relatório, como produzir cartas e planos claros e precisos.

    No entanto, são muito poucas as pessoas que se expressam corretamente por escrito. Isto é surpreendente porque escrever bem não depende de nenhum talento especial. É simplesmente o resultado de um treinamento, como qualquer outro. Você pode receber esse treinamento inscrevendo-se no Curso Prático de Redação de Waldimas Nogueira Galvão.

    Até agora reservado a altos funcionários de algumas empresas, este curso acaba de ser editado para ensino à distância e está à sua disposição. Você pode estudar os seus 5 módulos no conforto de sua casa, nos seus momentos de folga. O próprio autor do curso acompanha a sua evolução, respondendo a perguntas, corrigindo e comentando os seus exercícios.

    Nós lhe enviaremos informações detalhadas sobre o Curso Prático de Redação sem nenhum compromisso de sua parte. Basta telefonar para (0xx11) 263 8859 ou escrever para C.H. Knapp Editora, rua Dr.Costa Junior 515, CEP 05002, São Paulo.” Ou então preencha e envie este cupom:

    C. H. Knapp Editora

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    Desejo receber todas as informações sobre o Curso Prático de Redação.

    Nome:

    _________________________

    Endereço:

    _________________________

A tese defendida pelo autor do texto é:

A
B
C
D
E


03
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Interior de SP vai testar carteiras informatizadas

Rede municipal de Serrana usará mesas com caneta ótica e internet

Tatiana Fávaro

    Alunos de quatro salas de aula da rede municipal de ensino de Serrana, cidade da região de Ribeirão Preto, a 315 quilômetros de São Paulo, serão os primeiros do país a trocar, em março, os cadernos, canetas e lápis convencionais por carteiras informatizadas.

    O Lap Tup-niquim — desenvolvido pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas, é uma carteira do tamanho de uma mesa de colégio convencional, com um tampo de vidro e um monitor LCD de 15 polegadas. A tela pode ficar na posição vertical ou horizontal. O equipamento tem um teclado, processador e fica sobre um suporte de madeira.

    De acordo com o pesquisador Victor Pellegrini Mammana, do Cenpra, a tecnologia totalmente brasileira, patenteada no Brasil e Estados Unidos, permite o uso de uma caneta ótica sobre um vidro. ― É um vidro simples, para ter baixo custo, mas especial porque é coberto com um filme transparente condutor de eletricidade‖, explicou Mammana.

    Ao tocar a caneta nesse vidro, a criança tem a sensação de estar escrevendo no monitor. ― Acho que vai ser mais fácil de estudar lendo na tela do computador. Às vezes, dá preguiça de pegar no livro‖, contou a estudante Elisângela Gabriel Monte Mor, de 13 anos, aluna da Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Celina Walter de Assis, onde serão instalados os primeiros equipamentos.

O Estado de S.Paulo. 06 de janeiro de 2008.

Qual a principal tese defendida nesse texto?

A
B
C
D
E


04
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

É urgente recuperar o sentido de urgência

Eliane Brum

    Dias atrás, Gabriel Prehn Britto, do blog “Gabriel quer viajar”, tuitou a seguinte frase: “Precisamos redefinir, com urgência, o significado de URGENTE”. (Caixa alta, na internet, é grito.) “Parece que as pessoas perderam a noção do sentido da palavra”, comentou, quando perguntei por que tinha postado esse protesto/ desabafo no Twitter. “Urgente não é mais urgente. Não tem mais significado nenhum.” Ele se referia tanto ao urgente usado para anunciar notícias nada urgentes nos sites e nas redes sociais, quanto ao urgente que invade nosso cotidiano, na forma de demanda tanto da vida pessoal quanto da profissional. Depois disso, Gabriel passou a postar uns “tuites” provocativos, do tipo: “Urgente! Acordei” ou “Urgente: hoje é sexta-feira”.

    A provocação é muito precisa. Se há algo que se perdeu nessa época em que a tecnologia tornou possível a todos alcançarem todos, a qualquer tempo, é o conceito de urgência. Vivemos ao mesmo tempo o privilégio e a maldição de experimentarmos uma transformação radical e muito, muito rápida em nosso ser/estar no mundo, com grande impacto na nossa relação com todos os outros. Como tudo o que é novo, é previsível que nos atrapalhemos. E nos lambuzemos um pouco, ou até bastante. Nessa nova configuração, parece necessário resgatarmos alguns conceitos, para que o nosso tempo não seja devorado por banalidades como se fosse matéria ordinária. E talvez o mais urgente desses conceitos seja mesmo o da urgência.

    [...]

    Que tipo de efeito terá sobre as novas gerações a ideia de que não há limites para alcançar, ocupar e consumir o tempo/corpo dos pais e amigos e mesmo de desconhecidos? Assim como não há limites para ter o próprio tempo/corpo alcançado, ocupado e consumido?

    [...]

    A grande perda é que, ao se considerar tudo urgente, nada mais é urgente. Perde-se o sentido do que é prioritário em todas as dimensões do cotidiano. E viver é, de certo modo, um constante interrogar-se sobre o que é importante para cada um. Ou, dito de outro modo, uma constante interrogação sobre para quem e para o quê damos nosso tempo, já que tempo não é dinheiro, mas algo tremendamente mais valioso. Como disse o professor Antônio Candido, “tempo é o tecido das nossas vidas”.

    Essa oferta 24 X 7 do nosso corpo simbólico para todos os outros — e às vezes para qualquer um — pode ter um efeito bem devastador sobre a nossa existência. Um que sequer é escutado, dado o tanto de barulho que há. Falamos e ouvimos muito, mas de fato não sabemos se dizemos algo e se escutamos algo. Ou se é apenas ruído para preencher um vazio que não pode ser preenchido dessa maneira.

    Será que não é este o nosso mal-estar?

    Viver no tempo do outro — de todos e de qualquer um — é uma tragédia contemporânea.

Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/ Sociedade/eliane-brum/noticia/2013/04/e-urgente -recuperar-o-sentido-de-urgencia.html. Acesso em: 10 fev. 2019.

Qual alternativa traz a tese defendida pela autora do texto?

A
B
C
D
E


05
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

    Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2011

    À população brasileira, há muitos anos as mulheres lutam pelos seus direitos e vêm conseguindo inegáveis avanços.

    Para que, hoje, possamos votar, trabalhar e usar calças jeans, muito sutiã teve que ser queimado em praça pública. Hoje, no auge de nossas independências, somos diretoras de grandes empresas multinacionais, engenheiras renomadas, grandes cirurgiãs, artistas e ainda somos mães e esposas. Somos o que há de contemporâneo, de avançado, super-heroínas do dia a dia. [...] Sou mulher e, assim como os meus deveres, tenho os meus direitos.

    No entanto, existe um véu que cobre, ainda, todo esse avanço. Na grande maioria das vezes, isso é somente aos nossos olhos. Valorizamos cada conquista, cada meio centímetro percorrido a caminho da independência porque ela é nossa. […] Não é fácil ser mulher. Mais difícil ainda é lutar pelos nossos direitos. […]

    Quem por nós? Nós mesmas. Quem contra nós? Todo resto. Feminismo já é ultrapassado, vitimização mais ainda. [...] Acima de tudo, conquistamos o livre-arbítrio. Escolhemos nossas escolhas. Pelo que lutar agora?

    Lutemos pela dignidade reconquistada. Pela coragem de nos queixarmos dos maus tratos. Pelo fim do massacre do que nos resta de mais precioso: nosso feminino. [...] Quanto tempo mais ficaremos esperando? Não proponho feminismo. Não proponho nenhum tipo de superioridade. Proponho denúncia, atenção e ajuda mútua. Igualdade. Gênero é muito mais do que sexo. É atitude.

    Atenciosamente,

    Uma brasileira.

Disponível em: http://www.desconversa.com.br/redacao/>. Acesso em: 11 abr. 2012. Fragmento.

Qual é a tese defendida nesse texto?

A
B
C
D
E


06
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Vivendo e aprendendo

    A manutenção da atividade mental no processo de envelhecimento é tão importante que um dos 10 Mandamentos da Aposentadoria Feliz é “Seja um eterno aprendiz: língua estrangeira, instrumento musical, pintura, etc”.

    Quando nascemos temos aproximadamente 100 bilhões de neurônios, mas muitos morrem ao longo da vida. Um dos fatores que acelera a morte das células nervosas é a falta de uso. Para continuar vivo, o neurônio precisa ser estimulado, o que acontece quando aprendemos coisas novas. [...]

    Outro Mandamento da Aposentadoria Feliz é “Curta a natureza e conheça novos lugares, começando pelos mais próximos”. O contato com o meio ambiente natural e com a área rural tem um efeito positivo na saúde mental. [...]

    Aliar educação, cultura e preservação ambiental com turismo é essencial à qualidade de vida, em todas as idades.

COSTA, José Luiz Riani. Disponível em: http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/ Colaboradores/colaboradores/94439-Vivendo- e-aprendendopor-Jose-Luiz-Riani-Costa>. Acesso em: 8 out. 2012.

Qual é a tese defendida nesse texto?

A
B
C
D
E


07
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Exóticos, pequenos e viciantes

    Ao caminharmos pela cidade, nas alamedas e nas praças é frequente vermos pessoas falando ao celular, gente dirigindo com uma das mãos, pessoas apertando botões e até tirando fotos com seus aparelhos digitais. Até ouvimos os toques polifônicos diversificados e altos que se confundem com as buzinas e os sons urbanos mais comuns.

    O que me chama a atenção são os tamanhos, os formatos e as múltiplas funções dessas coisas que também são úteis, quando não passam de meros badulaques teens.

    Os celulares estão cada vez mais viciosos, uma coqueluche. Já fazendo analogia com a peste, os celulares estão se tornando uma febre, [...] bem como outros aparelhos pequenos, úteis e viciantes. [...] Tem gente que não vive sem o celular! Não fica sem aquela olhadinha, telefonema ou mensagem instantânea, uma mania mesmo.

    Interessante, uma vez, um amigo meu jornalista disse que os celulares podem ser próteses. Bem como outro objeto, status ou droga podem ser próteses. Pode haver gente que não têm amigos, mas tem o melhor celular, o mais moderno, uma prótese para a vida.

    Pode ser que haja gente que não seja feliz, mas tenha uma casa boa, o carro do ano, o poder, a fama e muito dinheiro, tem próteses.

    Tudo que tenta substituir o natural, o simples da vida, será prótese de uma pessoa. Aqui, entendo natural como a busca da realização, da felicidade, do bem-estar que se constrói pela simplicidade, pelo prazer de viver. Viver incluído no mundo digital e moderno é legal, mas é preciso manter o senso crítico de que as coisas podem ser pequenas, úteis e viciantes. VIANA, Moisés.

Disponível em: http://meuartigo.brasilescola.com/ psicologia/exoticos-pequenos-viciantes.htm>. Acesso em: 4 fev. 2012. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

A tese defendida pelo autor do Texto sobre o uso de celulares encontra-se expressa no trecho:

A
B
C
D
E


08
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Decida

    Em um mundo cada vez mais complexo, com excesso de informação, pressão por desempenho e repleto de alternativas, as pessoas precisam tomar decisões também a respeito de assuntos delicados. E devem fazer isso sem ter muito tempo para pensar.

    Cada vez mais, o sucesso e a satisfação pessoal dependem da habilidade de fazer escolhas adequadas. Com frequência, as pessoas são instadas a tomar uma decisão que pode modificar sua vida pessoal. Devo ou não me casar? Que tal só morarmos juntos? Devo ou não me separar? [...] Em que escola matricular nosso filho? Aliás, ele vai ganhar carro aos 18 anos ou sairá à noite de carona [...]? É certo comprar aquela casa maior e contrair um financiamento a perder de vista? No trabalho, acontece a mesma coisa. Devo dar uma resposta dura àquela provocação feita pelo chefe? Peço ou não peço aumento? Posso ou não baixar os preços dos produtos que vendo de forma a aumentar a saída? Que tal largar tudo e abrir aquela pousada na praia? Psicólogos americanos que estudaram a vida de gerentes empregados em grandes companhias descobriram que eles chegam a tomar uma decisão a cada nove minutos. São mais de 10.000 decisões por ano — 10.000 possibilidades de acertar, ou de errar. Não há como fugir. Ou você decide, ou alguém decide em seu lugar.

Veja. 14 jan. 04. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento.

Qual é a tese defendida nesse texto?

A
B
C
D
E


09
(PAEBES).

Leia os textos abaixo e responda.

Desmatar não vale a pena

    Desmatar é ruim, mas traz crescimento econômico. Isso é o que fizeram você acreditar durante muito tempo. A realidade é bem diferente. O modelo de ocupação predominante na Amazônia é baseado na exploração madeireira predatória e na conversão de terras para agropecuária. É o que eu chamo de “boom-colapso”: nos primeiros anos da atividade econômica baseada nesse modelo, ocorre um rápido e efêmero crescimento (o boom). Mas, em seguida, vem um declínio significativo em renda, emprego e arrecadação de tributos (o colapso). A situação de quem era pobre fica ainda pior.

    Esse modelo é nefasto em todos os sentidos. O avanço da fronteira na Amazônia é marcado pelo desmatamento, pela degradação dos recursos naturais e, se não bastasse tudo isso, pela violência rural.

    Em pouco mais de três décadas, o desmatamento passou de 0,5% do território da floresta original para quase 18% do território, em 2008. Além disso, áreas extensas de florestas sofreram degradação pela atividade madeireira predatória e devido a incêndios florestais.

VERÍSSIMO, Beto. Galileu. set. 2009. Fragmento.

Nesse texto, o autor discorda de qual tese?

A
B
C
D
E


10
(SAERS).

Leia o texto abaixo.

VÍNCULOS

    Outro dia recebi pela internet aquele filmezinho que já rodou muito por aí, “Filtro solar”. A versão original até hoje me emociona. É tudo bastante simples, mas a voz segura do locutor americano, a ótima edição de imagens e a música vibrante — nada a ver com as músicas cafonas dos abomináveis power points — fazem com que o texto cresça também. Gosto especialmente da parte que diz que quanto mais você envelhece, mais precisa das pessoas que o conheceram na juventude.

    Ainda estou a uma distância segura da decrepitude, mas já não sou garota e cada vez tenho mais consciência da importância do meu passado na construção de quem sou hoje, e portanto carrego minha folha corrida sempre comigo, não importa o quanto pese — e o passado sempre pesa.

    Mas sem ele, quem somos? Valem nada nossas conquistas se não temos ao lado aqueles que testemunharam o quanto a gente batalhou pra chegar até aqui. E nossas derrotas só merecem ser choradas nos ombros daqueles que nos conhecem tão profundamente que sabem mais do que nós as razões da nossa dor. Quem nos conheceu ontem, não consegue perceber a verdadeira dimensão do que nos comove.

    Amigos novos são bem-vindos, trazem frescor à nossa vida, mas há certos momentos em que precisamos de um espelho humano, alguém em quem possamos nos refletir e avalizar nossa origem e identidade. Estes espelhos geralmente são nossos pais, irmãos e os "velhos amigos", mas pode ser também uma fruta que você colhia no pátio da casa da sua infância, pode ser um fusca que você não tem coragem de vender, pode ser um anel que foi da sua avó e que hoje está no dedo da sua filha. Pode ser qualquer coisa que te leve pra trás e te traga de volta, assegurando quem você é — e sempre foi.

    Apesar deste papo meio poético, tudo isso me veio à cabeça não por causa de uma lembrança terna, mas de uma lembrança selvagem: foi escutando o novo disco dos Rolling Stones que cheguei até este tema. Os velhinhos continuam possantes, parece que as últimas décadas não passaram pra ninguém, me vi ainda solteira, no meu quarto, escutando “Tatoo You”, disco de 1981, e agora ouço o vigoroso “A bigger bang” e parece que foi ontem, e é hoje, e seguimos os mesmos.

    Vínculos. Um conforto para o que nos amedronta tanto, que é a passagem do tempo.

http://www.velhosamigos.com.br/ Colaboradores/Diversos/marthamedeiros.html

Qual é a tese defendida pela autora desse texto?

A
B
C
D


11
(SPAECE).

Leia o texto e responda a questão abaixo.

RECEITAS DA VOVÓ

    Lembra aquela receita que só sua mãe ou sua avó sabem fazer? Pois saiba que, além de gostoso, esse prato é parte importante da cultura brasileira. E verdade. Os cadernos de receita são registros culturais. Primeiro, porque resgatam antigas tradições, seja familiares ou étnicas. Além disso, mostram como se fala ou se falava em determinada região. E ainda servem como passagem do tempo, chaves para alcançarmos memórias emocionais que a gente nem sabia que tinha (se você se lembrou do prato que sua avó ou sua mãe fazia, você sabe do que eu estou falando).

http://vidasimples.abril.com.br

A tese defendida pelo autor do texto é de que as receitas culinárias

A
B
C
D
E


12
(2ª P.D – Seduc-GO).

Leia o texto abaixo e responda.

Língua

Caetano Veloso

    Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís Camões

    Gosto de ser e de estar.

    E quero me dedicar a criar confusões de prosódia.

    E uma profusão de paródias.

    Que encurtem dores.

    E furtem cores como camaleões.

    Gosto do Pessoa na pessoa.

    Da rosa no Rosa.

    E sei que a poesia está para a prosa.

    Assim como o amor está para a amizade

    e quem há de negar que esta lhe é superior?

    E deixe os Portugais morrerem à míngua

    “Minha pátria é minha língua”

    Fala Mangueira! Fala!

    Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó.

    O que quer

    O que pode esta língua?

    [...]

Disponível em: http://letras.terra.com.br/ caetano-veloso/44738/ Acesso em: 14/05/2012

A tese defendida pelo autor do texto é que

A
B
C
D
E






D6 - Quiz por descritor - Port. 3ª Série

Quiz D6: PORTUGUÊS - ENSINO MÉDIO
D6: PORTUGUÊS - 3º Série - Ensino Médio

D6: Identificar o tema de um texto.

01
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Tristeza do infinito

Cruz e Sousa

    Anda em mim, soturnamente,

    uma tristeza ociosa,

    sem objetivo, latente,

   

    vaga, indecisa, medrosa.

    Como ave torva e sem rumo,

    ondula, vagueia, oscila

    e sobe em nuvens de fumo

    e na minh'alma se asila.

   

    Uma tristeza que eu, mudo,

    fico nela meditando

    e meditando, por tudo

    e em toda a parte sonhando.

    Tristeza de não sei donde,

    de não sei quando nem como...

    [...]

No fragmento de Cruz e Sousa, o tema predominante é

A
B
C
D
E


02
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

    Depois da Luz se segue a noite escura,

    Em tristes sombras morre a formosura,

    Em contínuas tristezas a alegria.

    Porém se acaba o Sol, por que nascia?

    Se formosa a Luz é, por que não dura?

    Como a beleza assim se transfigura?

    Como o gosto da pena assim se fia?

    Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza,

    Na formosura não se dê constância,

    E na alegria sinta-se tristeza.

    Começa o mundo enfim pela ignorância,

    E tem qualquer dos bens por natureza

    A firmeza somente na inconstância.

Gregório de Matos

O texto tem como tema

A
B
C
D
E


03
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Acrobata da Dor

Cruz e Sousa

    Gargalha, ri, num riso de tormenta, como um palhaço, que desengonçado, nervoso, ri, num riso absurdo, inflado de uma ironia e de uma dor violenta. Da gargalhada atroz, sanguinolenta, agita os guizos, e convulsionado salta, gavroche, salta clown, varado pelo estertor dessa agonia lenta ...

    Pedem-se bis e um bis não se despreza! Vamos! retesa os músculos, retesa nessas macabras piruetas d'aço... E embora caias sobre o chão, fremente, afogado em teu sangue estuoso e quente, ri! Coração, tristíssimo palhaço.

Gavroche — palavra francesa que significa “os garotos de Paris”

Clown — proveniente do inglês, “palhaço”.

Retesar — esticar, tornar rijo.

Estuoso — tempestuoso; agitado.

Disponível em: http://pensador.uol.com.br/frase/NTU1MzUw/. Acesso em: 04/11/2013.

O tema do poema é

A
B
C
D
E


04
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Família: como fazer

Lya Luft

    Talvez sendo rigorosa, creio que nas escolhas importantes revelamos o que pensamos merecer. Casamento, trabalho, prazer, estilo de vida, nos cuidados ou nos descuidos — não importa. Mas a família, esse chão sobre o qual caminhamos por toda a vida, seja ele esburacado ou plano, ensolarado ou sombrio, não é uma escolha nossa. Porque lhe atribuo uma importância tão grande, para o bem e para o mal, ela tem sido tema recorrente de meu trabalho, em livros, artigos e palestras.

    Pela família, com a qual eventualmente nem gostaríamos de conviver, somos parcialmente moldados, condenados ou salvos. Ela nos lega as memórias ternas, o necessário otimismo, a segurança — ou a baixa autoestima e os processos destrutivos. Esse pequeno território é nosso campo de treinamento como seres humanos. Misto de amor e conflito, ela é que nos dá os verdadeiros amigos e os melhores amores.

    Para saber o que seria uma família positiva (não gosto do termo "normal"), deixemos de lado os estereótipos da mãe vitimizada, geradora de culpas e raiva; do pai provedor, destinado a trabalhar pelo sustento da família, sem espaço para ter, ele próprio, carinho e escuta; e dos filhos sempre talentosos e amorosos com seus pais. A boa família, na verdade, é aquela que, até quando não nos compreende, quando desaprova alguma escolha nossa, mesmo assim nos faz sentir aceitos e respeitados. É onde sempre somos queridos e onde sempre temos lugar.

Disponível em: http://www.escolafazendoarte.com.br/ ideias_det.asp?id_auto=13/>. Acesso em: 04 dez. 2015.

O tema do texto é:

A
B
C
D
E


05
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

A hora de acelerar

A venda de computadores explodiu, mas o acesso à internet de alta velocidade não cresceu no mesmo ritmo. Falta um modelo.

    Nos últimos anos, por conta do crescimento da economia e dos incentivos criados pelo governo federal, o Brasil conseguiu ampliar o número de computadores instalados e reduzir o fosso que o separava de outros países desenvolvidos ou em desenvolvimento. Segundo cálculos da Fundação Getúlio Vargas, no início de 2009, havia 60 milhões de máquinas, seja nas residências, seja nas empresas. Só em 2008, foram vendidos 12 milhões de unidades, três vezes mais do que em 2004.

    Se a venda de computadores deu um salto, o mesmo não se pode dizer do acesso à internet mais rápida, por meio da chamada banda larga, que ainda se expande em ritmo bem menor. No fim do ano passado, as conexões de alta velocidade eram utilizadas por aproximadamente 10 milhões de brasileiros, ante 7,7 milhões em 2007, conforme números apurados pela pesquisa anual Barômetro da Banda Larga, feita pelo IDC Brasil em parceria com a Cisco. Um número tímido quando comparado aos dos países que lideram essa corrida. Em 2008, a China contabilizava 81 milhões de conexões em banda larga. Os Estados Unidos, 79 milhões.

    Uma das razões para este descompasso na popularização da banda larga no Brasil é justamente a ausência de um modelo definido de política para a universalização do acesso às conexões rápidas. Ao contrário do celular, um caso bem-sucedido de massificação e que tem hoje mais de 150 milhões de unidades em operação no País, nem o mercado nem o Estado ainda encontraram a fórmula capaz de prover de internet rápida a população de baixa renda e as cidades distantes dos grandes centros urbanos. Para parte dos especialistas, falta uma intervenção estatal mais clara. Para outros, o problema é a ausência de competição e regras pouco flexíveis, que, em alguns casos, criam monopólios virtuais. Enquanto a concepção de um modelo não avança, a União continua sentada sobre os cerca de 7 bilhões de reais do Fundo Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), criado na época da privatização do Sistema Telebrás.

Carta Capital, 4 de março de 2009. Fragmento.

Nesse texto, o tema desenvolvido é

A
B
C
D
E


06
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Em harmonia com a natureza

    Todas as manhãs, Laila Soares, 17, entra na internet para ver qual é a lição de casa do dia. De dentro de sua casa no interior de Goiás, feita de barro, areia e palha, ela se comunica com seus professores na Austrália e discute com outros alunos os tópicos do fórum da semana. Além das aulas convencionais, como biologia e matemática, ela estuda mitologia e a condição da mulher na sociedade. À tarde, se dedica a tocar violão, pintar ou cuidar das plantas. Duas vezes por semana, ela visita escolas onde dá aula para alunos e professores com o intuito de promover a sustentabilidade.

    Sustentabilidade significa gastar menos do que a natureza consegue repor. Este é o conceito por trás das ecovilas, comunidades nas quais as ações sustentáveis vão muito além da reciclagem do lixo. Ela mora no Ecocentro Ipec (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado), uma ecovila a três quilômetros de Pirenópolis criada há dez anos por seu pai, brasileiro, e sua mãe, australiana.

    Atualmente, há cerca de 20 pessoas morando no local. Mas na época dos cursos o número de residentes pode subir para 150. “Recebemos gente do mundo inteiro. Estou sempre conhecendo culturas novas e fazendo novos amigos.” Mas não é só no ecocentro que Laila expande seus horizontes. Frequentemente, acompanha os pais em trabalhos ao redor do mundo. “Por isso optamos pela escola a distância”, explica. “Assim, posso viajar e continuar estudando.”

Disponível em: http://profhelena4e5ano.blogspot.com.br/ search?updated-min =2011-01-01T00:00:00-03:00&updated-max=2012-01- 01T00:00:00-03:00&max-results=50>. Acesso em: 20 abr. 2012.

Qual é o assunto desse texto?

A
B
C
D
E


07
(PAEBES).

Leia o texto abaixo e responda.

Minha viagem

    Cada um no seu quadrado.

    Tenho quatro filhos. De vez em quando penso comigo: não parecem nem um pouco com a mãe. João, Gregório, Bárbara e Theodora têm estilos bem diferentes e cresceram com a minha maneira de lidar com eles, não só respeitando, mas valorizando isso.

    Gregório nasceu sabendo tudo, leu sozinho, argumentava sobre qualquer assunto como um palestrante desde criancinha, mas nunca gostou de sair de casa. Os amigos iam e vinham e ele ficava aqui, recebendo. Era muito tímido quando pequeno, segurava a barra da minha saia, tinha pavor de monstros e palhaços e roía muito as unhas. Meu pai, que é psicanalista, um dia aconselhou:

    — Matricula agorinha no teatro e no futebol, tem que botar um fio terra nesse menino.

BYINGTON, Olívia. In: O Globo. 31 jan. 2010, p. 46.

O assunto desse texto é a

A
B
C
D
E


08
(PROEB).

Leia o texto abaixo e responda.

Tempestade

    A noite se antecipou. Os homens ainda não a esperavam quando ela desabou sobre a cidade em nuvens carregadas. Ainda não estavam acesas as luzes do cais, no Farol das Estrelas não brilhavam ainda as lâmpadas pobres que iluminavam os copos [...], muitos saveiros ainda cortavam as águas do mar quando o vento trouxe a noite de nuvens pretas.

AMADO, Jorge. Mar morto. 79ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2001. Fragmento.

O assunto tratado nesse texto é

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09
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Retratos brasileiros

Terra Brasil. Araquém Alcântara, Ed. TerraBrasil, 248 págs., R$ 149.

    Esse livro é uma reedição ampliada do original lançado em 1998 e que ainda hoje é considerado um dos maiores best-sellers da área de fotografia do Brasil, com 82 mil exemplares vendidos em 11 edições. Como também é o primeiro registro visual de todos os parques nacionais brasileiros, tornou-se referência entre fotógrafos, ambientalistas e viajantes.

    Na época do seu primeiro lançamento, o Brasil abrigava 35 parques nacionais. Agora, essa nova edição, além de abrangê-los, apresenta ainda a exuberância de regiões privilegiadas de nosso país, de nossa fauna e da nossa flora. Para produzir esse livro, o fotógrafo nascido em Santos, litoral sul do Estado de São Paulo, percorreu 300 mil quilômetros e produziu mais de 30 mil imagens dos parques nacionais, em uma jornada que consumiu 11 anos em viagens, sendo seis meses ininterruptos na Amazônia, e mais três anos até que Alcântara conseguisse editá-lo.

    Com 152 fotografias, sendo a metade delas inéditas, a publicação bilíngue (português e inglês) mantém as apresentações do original assinadas por Carlos Moraes e Rubens Fernandes Jr. Como também a capa, na qual uma onça olha fixamente para a objetiva.

    Considerado entre os críticos como um dos mais importantes fotógrafos de natureza do país da atualidade, Araquém Alcântara lançou vários livros ao longo de seus quase 40 anos de trajetória profissional nos quais retratou a beleza das paisagens brasileiras, de nossa fauna, da nossa flora e de nossa gente. São imagens deslumbrantes e que quase sempre vêm acompanhadas por denúncias sobre os maus-tratos com o meio ambiente.

Planeta, abr. 2011.

O tema explorado nesse texto é

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10
(BPW).

Leia o texto e responda a questão.

PARE DE FUMAR

    O hábito de fumar pode ser considerado uma toxicomania? Se definirmos a toxicomania como “uma tendência irresistível de consumir uma substância tóxica”, o fumante inveterado deve ser classificado como um toxicômano.

    Foram os espanhóis, no século XVI, que introduzirem o tabaco na Europa, a principio consumido por soldados e marinheiros, que mascavam a erva ou fumavam em cachimbo. No inicio do século XX, o hábito de fumar difundiu-se por todos os países, em todos os níveis sociais, tornando-se autêntica toxicomania, apesar das advertências dos males que seu uso poderia provocar. É uma droga que mata.

    A diferença entre as toxicomanias clássicas (cocaína, heroína, morfina, maconha, anfetaminas, álcool) está no fato de que o tabaco não modifica a personalidade do usuário e, embora possa produzir efeitos estimulantes ou relaxantes, jamais afeta o equilíbrio mental. O uso continuado causa efeitos orgânicos irreversíveis, que são leais, e o índice de mortalidade é proporcional ao número de cigarros consumidos, sobretudo na faixa entre os 45 e 50 anos de idade.

    A sociedade tem pago um tributo elevadíssimo pelo hábito de fumar: mortes prematuras, doenças crônicas incapacitantes, diminuição de rendimento no trabalho.

Nelson Smith, JB. Caderno 1, p. 11

O texto tem como tema

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11
(PAEBES).

Leia o texto abaixo.

Altamente confidencial

    Quem observa o trabalho de um hacker hoje pode ter a impressão de que a arte de inventar e quebrar códigos secretos é algo extremamente moderno... Ledo engano! O jogo das mensagens cifradas já desafiava a imaginação pelo menos desde a Idade Média.

    Nessa época, a troca de mensagens era assunto delicado, como mostra o bispo Gregório de Tours, que no século VI escreveu uma história do reino dos francos. Segundo ele, em pleno alvorecer da Idade Média, dois mensageiros de um certo Godovaldo, que reivindicava o trono, foram presos e torturados por homens do rei Gontrão ao tentarem transmitir uma mensagem secreta.

    O caso mostra que nesse período a escrita era uma forma muito vulnerável de comunicação. Uma carta podia parar com facilidade em mãos inimigas, e, por isso, os emissários não apenas levavam consigo documentos oficiais manuscritos, mas também decoravam mensagens que transmitiam oralmente aos destinatários. Os poucos registros deixados pela diplomacia medieval não facilitaram em nada o trabalho dos historiadores, e por isso é preciso ter cuidado quando se fala das técnicas de codificação utilizadas na Europa medieval.

    No século XVI, o abade alemão Johannes Trithemius, autor de uma das primeiras grandes obras de criptografia do Ocidente, afirmou que reis francos como Faramundo e Carlos Magno já utilizavam alfabetos secretos em suas correspondências. Por mais fascinantes que sejam esses códigos, porém, eles parecem ter saído da imaginação do próprio Trithemius. Carlos Magno mal sabia ler e escrever, e é pouco provável que tenha inventado novos alfabetos. [...]

Disponível em: http://www2.uol.com.br/historiaviva/ reportagens/altamente_confidencial.html>. Acesso em: 15 jun. 2010. Fragmento.

O tema desse texto é

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12
(PAEBES).

Leio o texto abaixo.

Minhocas aliadas

    Apesar de inofensivas, as minhocas não despertam muita simpatia na maioria das pessoas, não é mesmo? O que você faria se encontrasse uma em seu jardim? Espero que não tenha nojo, pois esses pequenos animais [...] são de grande ajuda para que a qualidade do solo esteja sempre em dia!

    [...] Há séculos a presença de minhocas nas lavouras é considerada um indicador de qualidade do solo — agrônomos italianos escreveram sobre isso ainda no século 17 [...].

    Entretanto, ainda não se sabia exatamente por que esses anelídeos acabavam sendo benéficos para a terra. É aí que entra em cena um estudo feito por cientistas da Universidade de Wageningen, nos Países Baixos, e da Universidade do Norte do Arizona, nos Estados Unidos, em parceria com o ecólogo brasileiro George Brown [...].

    Eles conduziram um tipo de pesquisa que chamamos de revisão bibliográfica — é quando o pessoal reúne tudo que já foi descoberto sobre o assunto e, a partir disso, tenta tirar conclusões gerais sobre o tema. E veja que audacioso: a equipe de George analisou praticamente tudo que já havia sido escrito sobre minhocas em 53 artigos científicos, publicados entre 1910 e 2013. [...]

    Depois de tanto trabalho, eles concluíram que as minhocas fazem mesmo muito bem para a terra. Um exemplo disso é o fato de que a presença delas tende a aumentar a produção de grãos em 25%. Bastante, não é mesmo? [...]

    Mas atenção: elas não fazem milagre. Para desfrutar dos benefícios da presença delas na terra, o agricultor também deve ser aliado das minhocas e evitar o uso excessivo de agrotóxicos. Esses venenos podem fazer um mal danado para as minhoquinhas — podem matá-las ou mesmo impedir que elas deem aquela força para o solo. [...]

TOSCANO, Gabriel. Minhocas aliadas. In: Ciência Hoje das Crianças. 2014. Disponível em: http://chc.org.br/minhocas-aliadas/>. Acesso em: 5 fev. 2018. Fragmento.

Qual é o tema desse texto?

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quarta-feira, 1 de julho de 2020

D5 - Quiz por descritor - Port. 3ª Série

Quiz D5: PORTUGUÊS - ENSINO MÉDIO
D5: PORTUGUÊS - 3º Série - Ensino Médio

D5: Interpretar texto com o auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto etc.)

01
(SEDUC-GO).

Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

Disponível em: http://essaseoutras.xpg.uol.com.br /melhores-charges-engraçadas-de-2011-criticas- a-politica-violencia/charge-critica-2011>. Acesso em: 24 nov. 2015.

Nessa charge, o que é criticado?

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02
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Disponível em: http://www.colegiomartins.com.br/SITE/si- mulados2012/3SerieEMProva2012/2%C2%BA%20S IMULADO%20ENEM%20-%20 2%C2%AA%20Etapa.pdf>. Acesso em: 21 nov. 2018.

Ao analisar a linguagem verbal e não verbal, a atitude do homem em relação à mulher mostra

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03
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Considerando as linguagens verbal e não verbal da tirinha, percebe-se que a atitude do gato é

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04
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Disponível em: https://fazdecontaquesei.blogspot.com. br/2012/08/a-inclusao-da- tecnologia-na-educacao.html>. Acesso em: 14 nov. 2018.

Por meio das expressões faciais e corporais das crianças, é possível afirmar que

A
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05
(SEDUC-GO).

Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

Disponível em: http://www.chargeonline.com.br/doano.htm. Acesso em 18/08/15

Ao associar a linguagem verbal e não verbal, entende-se que o manifestante e o vendedor

A
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06
(SAEPE).

Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://www.meninomaluquinho.com.br/default.asp>. Acesso em: 3 mar. 2010.

A resposta dada pela menina no segundo quadrinho indica que ela está

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07
(SAEPE).

Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://mesquita.blog.br/pro-dia-nascer-melhor -01022009?doing_wp_cron=1324904791>. Acesso em: 26 dez. 2011.

Esse texto demonstra uma crítica

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08
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Disponível em: http://blog.estudeadistancia.com>. Acesso em: 1 maio 2012.

Esse texto faz uma crítica

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09
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Disponível em http://www.cvi.org.br/cartum-porta-estreita.asp>. Acesso em: 16 mar. 2012.

A partir da leitura do Texto , conclui-se que

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10
(BPW).

Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://blog.institutouniversal.com.br> Acesso em: 28 mar. 2011.

Esse texto é um poema concreto, porque apresenta

A
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11
(2ª P.D – Seduc-GO).

Leia o texto abaixo e responda.

Disponível em: http://www.blogtemposmodernos.com.br. Acesso em: 10 de maio, 2012

De acordo com a tirinha, a fala do personagem revela que ele está

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12
(SEAPE).

Leia o texto abaixo.

BROWNE, Dik. Hagar, o horrível. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2005. p. 61.

No último quadrinho desse texto, infere-se que a mulher está

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