quinta-feira, 2 de julho de 2020

D17 - Quiz por descritor - Port. 3ª Série

Quiz D17: PORTUGUÊS - ENSINO MÉDIO
D17: PORTUGUÊS - 3º Série - Ensino Médio

D17: Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.

01
(BPW).

Leia o texto a seguir e responda.

PIRATAS DO TIETÊ

(Folha de S. Paulo. 06 de outubro de 1992./Laerte)

No 1º quadrinho, no 2º balão a fala termina com o uso de reticências, indicando:

A
B
C
D
E


02
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Pneumotórax

    Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.

    A vida inteira que podia ter sido e que não foi:

    tosse, tosse, tosse.

    Mandou chamar o médico:

    Diga trinta e três.

    Trinta e três, Trinta e três... Trinta e três.

    Respire.

    .................................

    O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.

    Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?

    — Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.

   

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 5. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

No oitavo verso, o uso prolongado das reticências demonstra

A
B
C
D
E


03
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Os números (SURPREENDENTES) de mortes por raios no Brasil

    No Brasil ocorrem 132 mortes por ano devido às descargas elétricas atmosféricas, os raios, o que nos coloca na quinta posição de fatalidade entre os países com estatísticas confiáveis. E a probabilidade de um homem ser atingido por uma dessas descargas, curiosamente, é dez vezes maior que a de uma mulher. Além disso, a probabilidade de ser vítima de um raio na fase adulta é o dobro da representada tanto por jovens quanto idosos.

    Viver na zona rural ou urbana também altera essas chances. Na área rural, a probabilidade de receber uma descarga é dez vezes maior.

    O Brasil é um dos poucos países que dispõem de um mapeamento detalhado das circunstâncias das mortes por descargas elétricas atmosféricas, o que pode contribuir significativamente para aperfeiçoar as regras nacionais de proteção contra o fenômeno.

    Nos Estados Unidos, a circunstância que mais provoca mortes por raios são as atividades esportivas ou de recreação, como pescar, acampar e jogar golfe, diferentemente do Brasil.

    Uma análise sociológica permite deduzir que essa diferença está atrelada principalmente ao fato de os Estados Unidos serem um país desenvolvido e o Brasil estar ainda em desenvolvimento. Assim, atentar para a proteção de pessoas jogando golfe não seria a melhor forma de fazer uma campanha de proteção nacional. O ideal é instruir a população a não realizar atividades agropecuárias (causa principal das fatalidades no Brasil), assim como orientar as pessoas a não permanecerem próximas aos meios de transporte, sob árvores e em campo de futebol durante as tempestades.

Disponível em: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens /os_numeros__surpreendentes__de_ mortes_por_raios_no_brasil_3.html>.

No título desse texto, os parênteses foram usados com a intenção de

A
B
C
D
E


04
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2011

    À população brasileira, Há muitos anos as mulheres lutam pelos seus direitos e vêm conseguindo inegáveis avanços.

    Para que, hoje, possamos votar, trabalhar e usar calças jeans, muito sutiã teve que ser queimado em praça pública. Hoje, no auge de nossas independências, somos diretoras de grandes empresas multinacionais, engenheiras renomadas, grandes cirurgiãs, artistas e ainda somos mães e esposas. Somos o que há de contemporâneo, de avançado, super-heroínas do dia a dia. [...] Sou mulher e, assim como os meus deveres, tenho os meus direitos.

    No entanto, existe um véu que cobre, ainda, todo esse avanço. Na grande maioria das vezes, isso é somente aos nossos olhos. Valorizamos cada conquista, cada meio centímetro percorrido a caminho da independência porque ela é nossa. […] Não é fácil ser mulher. Mais difícil ainda é lutar pelos nossos direitos. […]

    Quem por nós? Nós mesmas. Quem contra nós? Todo resto. Feminismo já é ultrapassado, vitimização mais ainda. [...] Acima de tudo, conquistamos o livre-arbítrio. Escolhemos nossas escolhas. Pelo que lutar agora?

    Lutemos pela dignidade reconquistada. Pela coragem de nos queixarmos dos maus tratos. Pelo fim do massacre do que nos resta de mais precioso: nosso feminino. [...] Quanto tempo mais ficaremos esperando? Não proponho feminismo. Não proponho nenhum tipo de superioridade. Proponho denúncia, atenção e ajuda mútua. Igualdade. Gênero é muito mais do que sexo. É atitude.

    Atenciosamente,

    Uma brasileira.

Disponível em: http://www.desconversa.com.br/redacao/>. Acesso em: 11 abr. 2012. Fragmento.

No trecho “Quem por nós? Nós mesmas. Quem contra nós? Todo resto.” (5° parágrafo), os pontos de interrogação foram usados para

A
B
C
D
E


05
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

A carta de Pero Vaz de Caminha

    A Carta conhecida como “Carta de Pero Vaz de Caminha” é também conhecida como “Carta a el-Rei Dom Manoel sobre o achamento do Brasil”, é um documento no qual Pero Vaz de Caminha registrou suas primeiras impressões sobre a terra descoberta. […]

    Vaz de Caminha era escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, e redigiu essa carta para Dom Manoel I para comunicar-lhe o descobrimento das novas terras. […]

    A carta é o exemplo típico do deslumbramento dos Europeus para com o novo. No caso, o “Novo Mundo” como era chamado as Américas. Caminha documenta algumas características físicas da terra encontrada e o momento em que viram um monte, denominado logo depois por Pedro Álvares Cabral como “Monte Pascoal”. Logo após disso, ele narra o desembarque dos Portugueses na praia e o primeiro contato com os índios onde praticam o primeiro escambo (troca de mercadorias). Ele (Vaz de Caminha), narra também a primeira missa realizada na terra descoberta.

    Em 2005, este documento foi inscrito no Programa Memória do Mundo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

RODRIGUES, Pedro Augusto Rezende. Disponível em: http://www.infoescola.com/historia /carta-de-pero-vaz-de-caminha/>. Acesso em: 8 abr. 2012. Fragmento.

No Texto, no trecho “... o primeiro escambo (troca de mercadorias).” (penúltimo parágrafo) os parênteses foram usados para

A
B
C
D
E


06
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Pônei glutão

    Toda criança gosta de comer alguma porcaria, né? Algumas, no entanto, exageram nos doces, frituras e guloseimas. Esse é o caso do britânico Magic, de 4 anos de idade.

    A única diferença é que Magic não é uma criança, mas sim um pônei. Magic é viciado em comer macarrão instantâneo! O vício começou quando Zoe Foulis, a dona de Magic, preparou um macarrão instantâneo de frango com cogumelos e deixou o pote no chão para esfriar.

    Não deu outra, Magic abocanhou tudinho! A partir daquele dia, o vício só aumentou. Outro vício que o pequeno pônei sustenta é tomar suco de laranja.

Disponível em: http://noticias.r7.com/esquisitices /noticias/ponei-glutao>. Acesso em: 4 jan. 2012.

No trecho “Magic é viciado em comer macarrão instantâneo!”, (2° parágrafo) o ponto de exclamação reforça a ideia de

A
B
C
D
E


07
(2ª P.D – Seduc-GO).

Leia o texto abaixo e responda.

A corrida aos exoplanetas

    Seres extraterrestres habitam há décadas as telas do cinema e as páginas dos romances de ficção científica. O tema parece não esgotar sua capacidade de excitar a imaginação de espectadores e leitores. Quando entramos no território objetivo da pesquisa científica, porém vê-se que nenhuma descoberta concreta a respeito da vida fora do nosso planeta foi até agora alcançada. Megaprojetos como o Seti (Search for Extraterrestrial Intelligence) tentam, desde 1960, estabelecer contato com inteligências alienígenas por meio de radiotelescópios gigantescos. (...) No entanto, nenhum sinal desses seres distantes foi até agora captado. A boa notícia é que, finalmente, cientistas decidiram focar seus telescópios no outro lado da equação: uma série de projetos e missões de alta tecnologia estão sendo desenhados não mais para ajudar os extraterrestres a nos amedrontar, e sim para nos ajudar a encontrá-los. Ou seja, saímos da postura passiva tipo “por favor, olhem, estamos aqui” para uma postura mais ativa, tipo “não adianta se esconderem, nós vamos descobrir onde vocês estão.” Embora ainda em seus primeiríssimos passos, as evidências circunstanciais desse novo posicionamento sugerem fortemente a probabilidade de que não estamos sós no universo.

Revista Planeta, Nov/2009, ano 37, edição 446, p.44

No trecho “por favor, olhem, estamos aqui”, as aspas foram empregadas, para

A
B
C
D
E


08
(BPW).

Leia o texto a seguir e responda.

A culpa é do dono?

    A reportagem “Eles estão soltos” (17 de janeiro), sobre os cães da raça pit bull que passeiam livremente pelas praias cariocas, deixou leitores indignados com a defesa que seus criadores fazem de seus animais. Um deles dizia que os cães só se tornam agressivos quando algum movimento os assusta. Sandro Megale Pizzo, de São Carlos, retruca que é difícil saber quais de nossos movimentos “assustariam” um pit bull. De Siegen, na Alemanha, a leitora Regina Castro Schaefer diz que pergunta a si mesma que tipo de gente pode ter como animal de estimação um cachorro que é capaz de matar e desfigurar pessoas.

Veja, Abril. 28/2/2001.

O que sugere o uso de aspas na palavra “assustariam”?

A
B
C
D
E


09
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

E a viagem continua...

    Depois de rezarmos e cantarmos muito, voltávamos todos para casa e logo chegavam convidados para o almoço, que sempre era especial. Comidas italianas que vovó, a nona, fazia.

    E todos os adultos matavam saudade da Itália. Ela tinha vindo de lá, de navio, no começo do século, quando meu pai tinha três anos. Mamãe chegou um pouco mais tarde, com seus pais.

    Depois de moços, conheceram-se no Brasil e se casaram.

   Durante o almoço, falavam em italiano e tomavam vinho. Era engraçado! Como na missa, não entendíamos nada...

ZABOTO, L. H. Vovó já foi criança. Brasília: Casa Editora, 1996.

Nesse texto, o ponto de exclamação utilizado em “Era engraçado!” (último parágrafo) sugere

A
B
C
D
E


10
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

O Islã não é só árabe

Religião abrange diversas etnias em todo mundo

    O Islã não é só árabe Religião abrange diversas etnias em todo mundo. Boa parte da população ocidental acredita que o mundo islâmico é aquela porção de países do Oriente Médio que têm como idioma oficial o árabe. Por isso, são indevidamente considerados árabes alguns países de maioria islâmica, mas que têm outros idiomas, como Turquia (línguas turca e curda), Irã (persa), Afeganistão (pashtu e dari) e Paquistão (urdu e punjabi).

    [...]

    O islamismo cresceu em número de adeptos muito mais fora do mundo árabe do que no local em que a religião nasceu. Basta fazer uma comparação: os países islâmicos mais populosos, como a Indonésia (com “apenas” 228 milhões de habitantes), o Paquistão (145 milhões), Bangladesh (131 milhões) e Nigéria (127 milhões) têm contingentes humanos muito maiores que o Egito (70 milhões), país de maior população entre os árabes, seguido de longe pelo Sudão (36 milhões). Até a Índia, majoritariamente hindu, tem aproximadamente 100 milhões de muçulmanos.

Disponível em: http://galileu.globo.com/ edic/124/rep_dossie1.htm>. Acesso em: 08 maio 2017.

As aspas que foram empregadas na palavra “apenas” têm um sentido

A
B
C
D
E


11
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

O Pavão

Rubem Braga

    Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.

    Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

    Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Texto extraído do livro "Ai de ti, Copacabana", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 149. Agradeço ao Antônio pela lembrança.

No trecho “Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar.”, o uso do ponto de exclamação sugere

A
B
C
D
E


12
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Meu Destino

Cora Coralina

    Nas palmas de tuas mãos leio as linhas da minha vida. Linhas cruzadas, sinuosas, interferindo no teu destino. Não te procurei, não me procurastes — íamos sozinhos por estradas diferentes. Indiferentes, cruzamos Passavas com o fardo da vida… Corri ao teu encontro. Sorri. Falamos. Esse dia foi marcado com a pedra branca da cabeça de um peixe. E, desde então, caminhamos juntos pela vida…

Disponível em: http://poetaspoetizando.blogspot.com.br/2016/03 meu-destino-cora-coralina.html>. Acesso em: 20 mar. 2017.

O emprego das reticências em dois momentos do poema sugere a

A
B
C
D
E






D16 - Quiz por descritor - Port. 3ª Série

Quiz D16: PORTUGUÊS - ENSINO MÉDIO
D16: PORTUGUÊS - 3º Série - Ensino Médio

D16: Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.

01
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

FORMIGA E A CIGARRA

    Era uma vez uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do Sol, da brisa suave do fim da tarde nem do bate-papo com os amigos ao final do expediente de trabalho, tomando uma cervejinha. Seu nome era “trabalho” e seu sobrenome, “sempre”.

    Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o Sol, curtiu para valer, sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

    Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta, entrou em sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra, dentro de uma Ferrari, com um aconchegante casaco de visom. E a cigarra falou para a formiguinha:

    — Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?

    — Claro, sem problema! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu grana pra ir a Paris e comprar essa Ferrari?

    — Imagine você que eu estava cantando em um bar, na semana passada, e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?

    — Desejo, sim. Se você encontrar um tal de La Fontaine por lá, manda ele pro DIABO QUE O CARREGUE!

MORAL DA HISTÓRIA: “Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine”.

Fábula de La Fontaine reelaborada.

http://www.geocities.com/soho/ Atrium/8069/Fabulas/fabula2.html - com adaptações.

Em relação ao texto original da fábula, percebe-se ironia no fato de

A
B
C
D
E


02
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Acharge online. Acesso em 12/11/2012.

O efeito de humor dessa charge consiste em um recurso expressivo que se evidencia

A
B
C
D
E


03
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

UM DIA DE PROFESSOR

    E Dom Pedro tirou a espada e gritou...»

    Eu Iecionava para crianças de 7 anos. O desenho do personagem He-man, com sua poderosa espada de Greyskull, era febre entre a garotada.

    Na semana da Pátria, eu estava empolgadíssima, falando sobre a Independência do Brasil. Contava sobre a chegada de Dom Pedro às margens do riacho do Ipiranga, onde havia ocorrido o grito da Independência. Diante da classe atenta, eu gesticulava, dando um colorido especial ao episodio:

    — Dom Pedro, indignado, tirou a espada e disse... Nesse momento, um aluno se antecipou e, do meio da sala, gritou:

    — Pelos poderes de Greyskull !!!

    Parei espantada, olhei para ele e cai na gargalhada acompanhada, é claro, pelo restante da classe.

FELISIMINA DALVA TEIXEIRA, dalvafelis@uol.com.br Revista Nova Escola. n°182, maio de 2005. p.6.

Nesse texto, o humor é provocado

A
B
C
D


04
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Disponível em: https://blogterralivre.wordpress. com/category/meio-ambiente/. Acesso em: 14 fev. 2019.

A ironia do texto está no fato de

A
B
C
D
E


05
(SEDUC-GO).

Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

Dúvida

    Dois compadres viajavam de carro por uma estrada de fazenda quando um bicho cruzou a frente do carro. Um dos compadres falou:

    — Passou um largato ali!

    O outro perguntou:

    — Lagarto ou largato?

    O primeiro respondeu:

    — Num sei não, o bicho passou muito rápido.

Piadas coloridas. Rio de Janeiro: Gênero, 2006.

O humor do texto está no fato de um dos personagens

A
B
C
D
E


06
(SAEPE).

Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://www.meninomaluquinho. com.br/default.asp>. Acesso em: 3 mar. 2010.

O humor desse texto está centrado

A
B
C
D
E


07
(SAEPB).

Leia o texto abaixo.

Piada

    A menina foi visitar a avó no campo. A avó tinha uma criação enorme de aves, e a menina, que morava na cidade, ficou encantada. E de repente, passeando pela fazenda da avó, ela viu um pavão. Voltou correndo para casa e, toda alegre, avisou à vovó: — Vovó! Vovó! Uma de suas galinhas está dando flor!

Para você morrer de rir. Belo Horizonte: Leitura, 2001, p. 13.

Nesse texto, o trecho que apresenta humor é:

A
B
C
D
E


08
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Disponível em: http://maringa.odiario.com/blogs /odiarionaescola/tag/charge/>. Acesso em: 3 maio 2012.

O que gera o humor desse texto é

A
B
C
D
E


09
(BPW).

Leia o texto abaixo.

Anedotinha.

    Juquinha foi visitar o Museu Histórico. Aí, cansou de andar, sentou-se numa cadeira belíssima que estava no centro da sala.

    Veio o guarda:

    — Meu filho, não pode sentar nesta cadeira, não. Esta cadeira é de Pedro I.

    E o Juquinha:

    — Não tem problema. Quando ele chegar eu me levanto!

ZIRALDO. Mais anedotinhas do bichinho da maçã. p. 7-8.

O humor desse texto está na

A
B
C
D
E


10
(BPW).

Leia o texto abaixo e responda.


O humor dessa tirinha, cujos protagonistas são vikings, deve-se ao fato de que

A
B
C
D


11
(PAEBES).

Leia o texto abaixo.

A tartaruga e a lebre

    Era uma vez uma lebre convencida que vivia zombando de uma tartaruguinha:

    — Não corra tanto, querida, ou vai ultrapassar o limite de velocidade. Ah, ah, ah...

    Um dia, cansada de tantas zombarias, a tartaruga desafiou a lebre a apostar uma corrida para ver qual das duas chegava primeiro.

    A lebre achou muito divertido o atrevimento da tartaruga e aceitou a aposta.

    Quando deram a largada, a lebre saiu veloz como uma flecha, deixando a pobre tartaruga envolta numa nuvem de poeira.

    — Nos vemos na linha de chegada, tartaruga — gritou a lebre.

    Confiando em sua rapidez, a lebre decidiu parar na casa de um amigo para conversar um pouco, comer algumas cenouras e tirar uma soneca. Afinal, tinha tempo de sobra.

    Enquanto isso, a tartaruga seguia seu caminho pouco a pouco, sem parar um instante, cada vez mais perto da linha de chegada.

    Quando a lebre acordou, saiu em disparada, mas era tarde demais.

    Havia dormido tanto, que a vagarosa tartaruga já estava na linha de chegada e havia ganhado a corrida, com seus passinhos lentos.

    Todos os animais comemoraram a perseverança da tartaruguinha.

INARAJA, Javier. Fábulas favoritas. Barueri: Girassol, 2006. p. 51- 56.

Nesse texto, há uma ironia em:

A
B
C
D
E


12
(SEDUC-GO).

Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.


Disponível em http://qtohumor.blogspot.com.br /2011/08/charge-o-vendedor-de-carro.html

O efeito de humor nos quadrinhos é produzido a partir do

A
B
C
D
E






D15 - Quiz por descritor - Port. 3ª Série

Quiz D15: PORTUGUÊS - ENSINO MÉDIO
D15: PORTUGUÊS - 3º Série - Ensino Médio

D15: Estabelecer relações lógico-discursívos presentes no texto marcadas por conjuntos, advérbios, etc.

01
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

As enchentes de minha infância

    Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio.

    Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara a enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão. Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.

    Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo — aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. Às vezes chegava alguém a cavalo dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.

BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3. ed. Record: Rio de Janeiro, 1990.

Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara a enchente.” O termo destacado estabelece uma relação de:

A
B
C
D
E


02
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

Tristeza do infinito

Cruz e Sousa

    Anda em mim, soturnamente,

    uma tristeza ociosa,

    sem objetivo, latente,

   

    vaga, indecisa, medrosa.

    Como ave torva e sem rumo,

    ondula, vagueia, oscila

    e sobe em nuvens de fumo

    e na minh'alma se asila.

   

    Uma tristeza que eu, mudo,

    fico nela meditando

    e meditando, por tudo

    e em toda a parte sonhando.

    Tristeza de não sei donde,

    de não sei quando nem como...

    [...]

   

No trecho "Tristeza de não sei donde", o termo destacado dá ideia de

A
B
C
D
E


03
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.

    A regra geral básica da conversação é: fala um de cada vez. Pois, na medida em que nem todos falam ao mesmo tempo (em geral um espera o outro concluir) e um só não fala o tempo todo (os falantes se alternam), é sugestivo imaginar a distribuição de turnos entre os falantes como um fator disciplinador da atividade conversacional.

Luiz Antônio Marcuschi

No trecho do texto “pois, na medida em que nem todos falam ao mesmo tempo...”, a expressão destacada da ideia de

A
B
C
D
E


04
(SEDUC-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda as questões 04 e 05.

O Anel de Vidro

Manuel Bandeira

    Aquele pequenino anel que tu me deste,

    — Ai de mim — era vidro e logo se quebrou

    Assim também o eterno amor que prometeste,

    — Eterno! era bem pouco e cedo se acabou.

   

    Frágil penhor que foi do amor que me tiveste,

    Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, —

    Aquele pequenino anel que tu me deste,

    — Ai de mim — era vidro e logo se quebrou

   

    Não me turbou, porém, o despeito que investe

    Gritando maldições contra aquilo que amou.

    De ti conservo no peito a saudade celeste

    Como também guardei o pó que me ficou

    Daquele pequenino anel que tu me deste.

Disponível em: https://www.revistabula.com/564-os-10- melhores-poemas-de-manuel-bandeira/>. Acesso em: 05 nov. 2018.

No verso “assim também o eterno amor que prometeste”, a expressão destacada estabelece, com o verso anterior, uma relação de

A
B
C
D
E


05

No trecho “De ti conservo no peito a saudade celeste/Como também guardei o pó que me ficou”, para manter a mesma relação existente entre os versos, devemos substituir a conjunção destacada por

A
B
C
D
E


06
(SAERO).

Leia o texto abaixo e responda.

Esse Eça!

    Talvez por ter nascido sem pai, talvez por ter sido um menino solitário, talvez porque ainda não havia televisão nem videogame, ou talvez porque fosse mesmo tímido, logo que pude decifrar as “formiguinhas pretas”, meu lazer passou a ser a leitura. Nada de “estudo”, nada de “busca do saber”. Ler para sonhar, para sentir-me na pele dos protagonistas, para me divertir mesmo.

    Quanto dessas leituras habita ainda em mim!

    Mas, pulando Lobato e os queridos autores de literatura juvenil, lembro-me de O suave milagre, do escritor português Eça de Queirós. Que impacto! Eu lia e relia o conto, lágrimas, frissons, emoções que acredito nunca mais ter conseguido sentir ao ler um texto. [...] O suave milagre continua como uma das minhas narrativas favoritas. Que conto! Esse Eça!

BANDEIRA, Pedro. Carta Fundamental, fev. 2011. Fragmento.

No trecho “... logo que pude decifrar as ‘formiguinhas pretas’”, a expressão destacada estabelece uma relação

A
B
C
D
E


07
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Diários

    Os livros que mais me falam são os diários. Diários são registros de experiências comuns acontecidas na simplicidade do cotidiano, experiências que provavelmente nunca se transformaram em livros. Não foram registradas para ser dadas a público. Quem as registrou, as registrou para si mesmo — como se desejasse capturar um momento efêmero que, se não fosse registrado, se perderia em meio à avalanche de banalidades que nos enrola e nos leva de roldão. Esse é o caso do Cadernos da Juventude, de Camus, um dos livros que mais amo, e que leio e releio sem nunca me cansar. Um “diário” é uma tentativa de preservar para a eternidade o que não passou de um momento. Álbuns de retratos da intimidade. Pois eu fiz um “Diário”: pensamentos breves que pensei ao correr da vida e dos quais não me esqueci. Pensamentos são como pássaros que vêm quando querem e pousam em nosso ombro. Não, eles não vêm quando os chamamos. Vêm quando desejam vir. E se não os registramos, voam para nunca mais. Isso acontece com todo mundo. Só que as pessoas, achando que a literatura se faz com pássaros grandes e extraordinários, tucanos e pavões, não ligam para as curruíras e tico-ticos... Mas é precisamente com curruíras e tico-ticos que a vida é feita.

ALVES, Rubem. Quarto de Badulaques. São Paulo: Parábola, 2003, p. 51.

No trecho “Um ‘diário’ é uma tentativa de preservar para a eternidade o que não passou de um momento.”, o autor usou as palavras destacadas para exprimir ideia de

A
B
C
D
E


08
(BPW).

Leia o texto abaixo.

Folha de São Paulo. 6 dez. 2003.

No trecho “...ou vamos ficando quadrados... ou vamos ficando redondos.”, as palavras destacadas estabelecem relação de

A
B
C
D
E


09
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Amor

    Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

    Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

    Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.

LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.

No trecho “Como um lavrador.” (2° parágrafo), a palavra destacada estabelece relação de

A
B
C
D
E


10
(BPW).

Leia o texto, abaixo e responda.

O Eco

(Autor Desconhecido)

    Pai e filho caminhavam por uma montanha. De repente o menino cai e grita: “Aaaaaaiii!!!”

    Para a sua surpresa, escuta a voz repetir-se, em algum lugar da montanha: “Aaaaaaiii!!!”.

    Curioso, pergunta “quem és?” e recebe como resposta “quem és?” Contrariado, grita, “covarde!” e a resposta é “covarde!”.

    Então, olha para o pai e pergunta, aflito: “O que é isso?”

    O pai sorri e fala “Filho, presta atenção”. E grita em direção à montanha: “Eu admiro-te!!!” e a voz responde: “Eu admiro-te!!!” .De novo o homem grita: “És um campeão!” e a voz responde “És um campeão!”.

    O menino fica espantado. Não entende. O pai explica:

    — As pessoas chamam a isto eco, mas na verdade isso é a vida. Ela nos dá de volta tudo o que dizemos. Nossa vida é o reflexo de nossas ações.

Disponível em: http://www.via6.com/topico/38684/ textos-curtos-de-autores-que-gostamos> Acesso em: 10 mar. 2011.

No fragmento “Então, olha para o pai e pergunta, aflito:...”, (4° parágrafo) a palavra destacada expressa ideia de

A
B
C
D
E


11
(SAEPI).

Leia o texto abaixo.

O Peixe

    Tendo por berço o lago cristalino

    Folga o peixe a nadar todo inocente

    Medo ou receio do porvir não sente

    Pois vive incauto do fatal destino

    Se na ponta de um fio longo e fino

   

    A isca avista, ferra-o, inconsciente

    Ficando o pobre peixe, de repente

    Preso ao anzol do pescador ladino

    O camponês também do nosso estado

    Daquele peixe tem a mesma sorte

    Antes do pleito festa, riso e gosto

    Depois do pleito, imposto e mais imposto

    Pobre matuto do sertão do norte

Disponível em: http://www.revista.agulha .nom.br/anton07.html>. Acesso em: 25 nov. 09.

No trecho “Pois vive incauto do fatal destino” (v. 4), a palavra destacada dá ideia de

A
B
C
D
E


12
(SAEPE).

Leia o texto abaixo e responda.

Pônei glutão

    Toda criança gosta de comer alguma porcaria, né? Algumas, no entanto, exageram nos doces, frituras e guloseimas. Esse é o caso do britânico Magic, de 4 anos de idade.

    A única diferença é que Magic não é uma criança, mas sim um pônei. Magic é viciado em comer macarrão instantâneo! O vício começou quando Zoe Foulis, a dona de Magic, preparou um macarrão instantâneo de frango com cogumelos e deixou o pote no chão para esfriar.

    Não deu outra, Magic abocanhou tudinho! A partir daquele dia, o vício só aumentou. Outro vício que o pequeno pônei sustenta é tomar suco de laranja.

Disponível em: http://noticias.r7.com/esquisitices /noticias/ponei-glutao>. Acesso em: 4 jan. 2012.

No trecho “... Magic não é uma criança, mas sim um pônei”, (2° parágrafo) o termo em destaque estabelece com a oração anterior uma relação de

A
B
C
D
E