sábado, 10 de outubro de 2020

Quiz 09: PORT. - 2ª Série (Ens. Médio)

Quiz 09: PORTUGUÊS - 2ª Série - Ensino Médio
Quiz 09: PORTUGUÊS - 2ª Série - Ensino Médio

01
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Antes da partida

    ─ Antes de sair de casa, certifique-se de que a bagagem não contém objetos ou substâncias que representam perigo.

    ─ Para evitar o risco de assaltos, tenha cuidado em lugares onde existam grandes concentrações de pessoas, como transportes públicos, estações e aeroportos.

    ─ Tome cuidado especial ao entrar e sair de um ônibus ou trem lotado.

    ─ Para reduzir o risco de roubo, use mochilas ou bolsas na sua frente ou embaixo do braço, com a fechadura virada para você. Cuidado para não deixar nada aberto.

    ─ Se vir no saguão do aeroporto uma bagagem ou pacote sem dono, informe os funcionários do aeroporto sobre esse fato.

    ─ Não aceite pacotes ou bagagens de outras pessoas para transportar, se não sabe o que está dentro. Todo cuidado é pouco nesses casos.

    ─ Armazene objetos de valor, dinheiro e documentos em locais seguros, com cuidado.

    ─ Durante a viagem, leve apenas a quantidade necessária de dinheiro. Se for uma grande quantia, tenha cuidado para não mantê-la toda no mesmo lugar, reduzindo o risco de uma possível perda de todo o valor.

Disponível em: https://www.edestinos.com.br/dicas -de-viagem/passagens-aereas/faq/ riscos-e-cuidados-durante-a-viagem>. Acesso em: 20 jun. 2016.viagem/ passagens-aereas/faq/riscos-e -cuidados-durante-a-viagem>. Acesso em: 20 jun. 2016.

A finalidade deste texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


02
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Disponível em: http://www.saogoncalodopara.mg.gov.br /conteudo/campanha-publicitaria>. Acesso em: 18 maio 2016.

Considerando a situação de produção do texto acima, sua finalidade é

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


03
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Homem vive mais de um ano sem coração

    E não estamos falando em metáforas aqui. A expressão “você não tem coração” acaba de ganhar um significado literal: Stan Larkin, um americano de 25 anos, passou 555 dias sem o órgão. Como? Com um coração artificial portátil, que bombeava sangue para o seu corpo 24 horas por dia, 7 dias por semana — enquanto esperava um doador para o transplante, ele conseguiu até jogar basquete.

    O órgão robótico, que substitui o de verdade, se chama SynCardia, um mecanismo desenvolvido pela Universidade de Michigan em 2001. Ele tem se tornado popular desde 2008, quando o Medicare (espécie de SUS dos EUA) começou a cobrir os custos da cirurgia. O motor do dispositivo fica do lado de fora do corpo, ligado ao sistema cardiovascular através de dois tubos, que bombeiam 9,5 litros de sangue por minuto. Apesar de ser meio desajeitado — são 6kg de fios e metais —, o SynCardia é pensado para ser prático: ele pode ser carregado na tomada ou no carro, e vem junto com uma mochila chamada Freedom, para que a pessoa não precise ficar de cama o tempo todo e possa viver com alguma autonomia. Claro, não é que o paciente vá usar o Syncardia a vida inteira — a ideia é que ele sirva como uma ponte para o transplante.

    O coração artificial, porém, só é indicado para pacientes que estejam realmente mal, e que não possam esperar nem um dia a mais por um transplante — exatamente o caso de Stan e seu irmão mais velho, Dominique. Ainda adolescentes, eles foram diagnosticados com cardiomiopatia, uma doença genética que pode causar parada cardíaca total (e não só de um dos lados do coração, como é mais comum).

    Nessa situação, nem um desfibrilador resolve, então para Stan e Dominique, restavam duas alternativas: o órgão artificial e o risco constante de morte.

    Os irmãos passaram dois anos na lista de espera para um transplante — o dobro da média dos Estados Unidos — e colocaram o SynCardia como último recurso. Dominique usou o dispositivo só por algumas semanas antes de receber um coração de verdade, mas Stan não teve tanta sorte: foram 555 dias até aparecer um oador compatível. Em uma coletiva de imprensa, ele contou que a pior parte era não poder carregar suas duas filhas pequenas no colo . Mas, fora isso, ele surpreendeu os médicos: viveu sua vida normalmente (ou o mais normal possível enquanto carregava uma mochila de 6kg plugada no peito).

    Stan é uma das 1500 pessoas que receberam o SynCardia até agora nos Estados Unidos. Para 79% deles, o coração robô funcionou bem, e Larkin é o paciente que ficou mais tempo com a coisa plugada no peito. A descoberta é importante para ajudar quem está na lista de espera por um coração nos EUA.

Disponível em: http://super.abril.com.br/ciencia/homem -vive-mais-de-um-anosem-coracao. Acesso em: 10 jun. 2016.

O principal objetivo comunicativo deste texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


04
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Poema do fim do ano

Mário Quintana

    Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano

    Mora uma louca chamada Esperança:

    E quando todas as buzinas fonfonam

    quando todos os reco-recos matracam

    quando tudo berra quando tudo grita quando

    tudo apita

    A louca tapa os ouvidos

    e

    atira-se

    e — ó miraculoso voo! —

    Acorda outra vez menina, lá embaixo, na calçada.

    O povo aproxima-se, aflito

    E o mais velhinho curva-se e pergunta:

    — Como é teu nome, menininha dos olhos verdes?

    E ela então sorri a todos eles

    E lhes diz, bem devagarinho para que não

    esqueçam nunca:

    — O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…

Disponível em: http://www.aaccmq.com.br/site/?p=1620>. Acesso em: 10 jun. 2016.

Nno trecho “— o meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...”, a forma como a palavra “esperança” foi escrita sugere

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


Leia o texto e, a seguir, responda as questões 5 e 6.

Recordações do escrivão isaías caminha

    Eu não sou literato, detesto com toda a paixão essa espécie de animal. O que observei neles, no tempo em que estive na redação do O Globo, foi o bastante para não os amar, nem os imitar. São em geral de uma lastimável limitação de ideias, cheios de fórmulas, de receitas, só capazes de colher fatos detalhados e impotentes para generalizar, curvados aos fortes e às ideias vencedoras, e antigas, adstritos a um infantil fetichismo do estilo e guiados por conceitos obsoletos e um pueril e errôneo critério de beleza. Se me esforço por fazê-lo literário é para que ele possa ser lido, pois quero falar das minhas dores e dos meus sofrimentos ao espírito geral e no seu interesse, com a linguagem acessível a ele. É esse o meu propósito, o meu único propósito. Não nego que para isso tenha procurado modelos e normas. Procurei-os, confesso; e, agora mesmo, ao alcance das mãos, tenho os autores que mais amo. (...) Confesso que os leio, que os estudo, que procuro descobrir nos grandes romancistas o segredo de fazer. Mas não é a ambição literária que me move ao procurar esse dom misterioso para animar e fazer viver estas pálidas Recordações. Com elas, queria modificar a opinião dos meus concidadãos, obrigá-los a pensar de outro modo, a não se encherem de hostilidade e má vontade quando encontrarem na vida um rapaz como eu e com os desejos que tinha há dez anos passados.

    Tento mostrar que são legítimos e, se não merecedores de apoio, pelo menos dignos de indiferença.

    Entretanto, quantas dores, quantas angústias! Vivo aqui só, isto é, sem relações intelectuais de qualquer ordem. Cercam-me dois ou três bacharéis idiotas e um médico mezinheiro, repletos de orgulho de suas cartas que sabe Deus como tiraram. (...)

    Entretanto, se eu amanhã lhes fosse falar neste livro — que espanto! que sarcasmo! que crítica desanimadora não fariam. Depois que se foi o doutor Graciliano, excepcionalmente simples e esquecido de sua carta apergaminhada, nada digo das minhas leituras, não falo das minhas lucubrações intelectuais a ninguém, e minha mulher, quando me demoro escrevendo pela noite afora, grita-me do quarto:

    — Vem dormir, Isaías! Deixa esse relatório para amanhã!

    De forma que não tenho por onde aferir se as minhas Recordações preenchem o fim a que as destino; se a minha inabilidade literária está prejudicando completamente o seu pensamento.

    Que tortura! E não é só isso: envergonho-me por esta ou aquela passagem em que me acho, em que me dispo em frente de desconhecidos, como uma mulher pública... Sofro assim de tantos modos, por causa desta obra, que julgo que esse mal-estar, com que às vezes acordo, vem dela, unicamente dela.

Barreto, Lima. Recordações do escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2010.

05
(SEDUCE-GO).

No trecho “entretanto, se eu amanhã lhes fosse falar neste livro — que espanto! que sarcasmo!”, (4° parágrafo), o emprego de exclamações sugere

A
B
C
D
E

    Alternativa "A".

(Créditos da resolução: ??.)


06
(SEDUCE-GO).

No trecho “envergonho-me por esta ou aquela passagem em que me acho, em que me dispo em frente de desconhecidos, como uma mulher pública...”, (último parágrafo), as reticências reforçam a

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


07
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Você já tirou uma shelfie hoje?

A moda da leitura-ostentação

Danilo Venticinque

    Se você tem o hábito de desperdiçar tempo nas redes sociais (quem não tem?), já deve ter deparado com alguma "shelfie". Parente da famigerada selfie, a moda consiste em tirar uma foto de sua estante, publicá-la no Instagram ou similares e esperar pelos inevitáveis elogios ao seu bom gosto.

    Só no Instagram, mais de 40 mil fotos do tipo são publicadas por semana. Designers de interiores e hipsters de plantão aderiram em peso à brincadeira. Mas arrisco dizer que a maior parte das shelfies vem de leitores.

    Mesmo antes da moda, as fotografias de estantes já eram comuns em grupos de fãs de literatura no Facebook. A hashtag só espalhou ainda mais esse hábito.

    A minha primeira reação a essa moda foi uma enorme sensação de preguiça — daquelas que chegam a causar dormência nas pontas dos dedos. Talvez por isso eu só tenha decidido escrever sobre o tema agora, meses depois de ver a palavra pela primeira vez. O que leva alguém a acreditar que outras pessoas se interessariam em ver uma foto de sua estante.

    Olhando agora, para o caos instaurado na minha, não tenho dúvidas de que nenhum amigo do Facebook merece ser exposto a toda essa bagunça. Mas mesmo se tudo estivesse organizado, não veria motivo para aderir à moda. O que essa ostentação tem a ver com literatura? A ânsia por parecermos leitores, em vez de apenas lermos em silêncio, me faz pensar nos milhares de advogados e psicólogos que vão a sebos e compram livros por metro, sem se preocuparem com o conteúdo.

    O importante é sair bem na foto.

    A exposição continuada a shelfies de todos os tipos foi mudando, aos poucos, minha opinião. Se ostentamos tudo na internet — o que comemos, as festas que frequentamos e os amores que temos ou fingimos ter —, por que não fazer o mesmo com nossas leituras? Além do mais, ao contrário das insuportáveis selfies em praias ou pontos turísticos, as shelfies ao menos dizem algo sobre o fotógrafo. É possível saber muito sobre uma pessoa vendo os livros que ela tem — ou não tem — na estante. A não ser, é claro, que ela seja do tipo que entra num sebo e sai de lá com dois ou três "metros" de livros.

    Bem controlada, essa vaidade intelectual pode ajudar a divulgar a leitura. Se postássemos sobre livros tanto quanto postamos sobre nossas idas a bares e restaurantes, talvez todos sentíssemos um incentivo para ler mais. Falo por mim: tenho certeza de que comecei a comer fora com mais frequência depois que adicionei um ou dois amigos que vivem publicando fotos de comida. Acho, talvez, que fotos de belas estantes de livros tenham o mesmo efeito sobre não-leitores. O importante é que a ostentação fique sempre em segundo plano. Se sua estante está saindo impecável em todas as fotos, talvez seja a hora de revirá-la um pouco. Releia seus favoritos. Empreste um livro para um amigo. Tire um romance da prateleira só para se lembrar de uma frase ou de uma cena que tenha marcado sua leitura. É isso que torna uma estante de livros um objeto mágico, em vez de um simples artigo de decoração.

Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas -e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/06/voce-ja-tirou-uma-bshelfi eb-hoje.html/Acesso em: 13 maio 2016. [Adaptado]

O argumento que melhor sustenta a tese de que as shelfies podem ajudar a incentivar o interesse pela leitura é que

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


08
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Injusta desigualdade

Hélio Rocha

    Houve redução das desigualdades regionais goianas, mas ainda existe uma forte injustiça em relação ao nordeste. Tal circunstância deveria ser olhada como advertência para omissões político-administrativas, assim como da própria sociedade civil, com referência às regiões que (...) são barradas no baile do desenvolvimento. Entre elas aparece, como uma espécie de Gata Borralheira, a sacrificada região Nordeste.

    O mapa da exclusão social no Brasil, montado há cerca de sete anos por professores da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade de Campinas (Unicamp), mostrou que, em Goiás, os 10 municípios com maior grau de exclusão social, conforme o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e outros indicadores, situam-se, todos, no Nordeste.

    As carências do Nordeste não são novidade, estão na pauta dos discursos político-eleitorais há décadas. A proximidade de Brasília expôs essa situação nacionalmente, fazendo com que o país tome conhecimento dessa realidade e, no entanto, a região mais carente continua sem perspectiva de escapar dessa desvantagem.

    Parece que não basta uma forte desigualdade entre regiões, como esta, estar fartamente denunciada para que se gerem reações a seu favor. Há exemplos em outros países mostrando isto. Na Itália, a desvantagem do sul em relação às outras regiões, principalmente o norte, ecoa também secularmente uma queixa que é ouvida, mas não atendida.

    [...]

    As características do Nordeste goiano são diferentes das do Nordeste brasileiro, principalmente em relação aos recursos hídricos. Enquanto no Nordeste do país existe o drama da seca, em Goiás são fartos os recursos, existindo inclusive excelentes condições para o desenvolvimento de cultivos agrícolas irrigados.

    Um problema político-social de tal dimensão deveria ser refletido bastante em anos de campanha eleitoral no Brasil.

    É preciso que se crie mentalidade que resulte em planos de desenvolvimento que comecem a reverter essas desigualdades regionais que, sob certos aspectos, chegam a ser iníquas. Esta é uma tarefa para mobilizar a sociedade civil e constituir parcerias com os governos em níveis federal, estadual e municipal.

O popular. Ano 78, n. 22.805, 10/06/2016.

Qual dos trechos apresenta o argumento que melhor sustenta a tese de que, apesar de ter havido redução das desigualdades regionais goianas, ainda existe uma forte injustiça em relação ao nordeste?

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


09
(SEDUCE-GO). Leia os textos e, a seguir, responda.

“Cartas enviadas à super”

Texto I

    Sou fã de Schopenhauer, e dizem que sou pessimista (Essencial, junho). Hoje em dia, com todos os milhares de livros de auto-ajuda falando sobre o pensamento positivo e outras baboseiras, a SUPER, como sempre, inova e fala sobre o outro lado. Parabéns!

    P.S.: Tenho quase certeza de que nem vão ler minha mensagem.

João Carlos Pinto

São Paulo, SP

Texto II

    Estou surpresa de ver uma apologia a Schopenhauer na SUPER. Admito que suas ideias sobre o pessimismo foram inovadoras, mas, hoje em dia, ler um artigo que elogia o pensamento negativo é um disparate! A própria SUPER já publicou matérias sobre a influência do pensamento positivo sobre o funcionamento do organismo. Não vou esquecer o pensamento positivo de forma alguma.

    Angela Jacon

    Lençóis Paulista, SP

Disponível em: http://super.abril.com.br /superarquivo/254>. Acesso em: 20 jun. 2016.

As opiniões dos leitores, nos textos acima, são

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


10
(SEDUCE-GO).Leia o texto e, a seguir, responda.

    A estudante paulista Ana Karina Marques, de 22 anos, não encontra a menor dificuldade para ter gente em volta de si. Simpática, bem humorada e dona de olhos verdes e sorriso largo, ela é aquele tipo de esponja social. Dez minutos num bar ou numa fila de banco já são suficientes para que muitos papos tenham início. Alguns evoluem e acabam virando amizade.

    É impossível precisar o número exato, mas a sua relação de amigos e conhecidos já beira o milhar. Tanta sociabilidade na vida real transborda para a virtual. Ana tem mais de 800 amigos em um site de relacionamentos.

    Faltou dizer uma coisa a respeito da moça no parágrafo anterior: ela é dona de uma saúde que a vem mantendo longe do mais corriqueiro dos resfriados. Os cientistas sabem que os amigos “de verdade” ajudam a melhorar o nosso bem-estar. Mas pesquisas recentes começam a derrubar essa barreira entre o real e o virtual e a mostrar que tanto faz se a amizade é daquelas de se encontrar todos os dias ou se é com pessoas que você só vê na tela do computador: ambas fazem bem à saúde.

    Pesquisadores da Universidade Flinders em Adelaide, na Austrália, mostraram que os idosos com uma rede social efetiva têm 22% menos chance de morrer num prazo de dez anos. Por “rede social efetiva”, os estudiosos entendem aqueles contatos com amigos e conhecidos que acontecem por telefone, carta ou e-mail. Eles afirmam que o contato físico é mais eficaz, mas quaisquer das outras três formas de contato teve mais influência na sobrevida dos voluntários do que a convivência com crianças ou família.

    A cientista social e professora da Universidade da Califórnia, Bella De Paulo, concorda com as conclusões do estudo. “O contato real entre as pessoas é ótimo para a amizade, mas compartilhar algo importante com alguém, mesmo que online, também faz bem à saúde”. Para que os benefícios apareçam, é preciso levar para o mundo virtual as atitudes que tornam saudáveis as amizades com contato físico. Dar ajuda e sustentação emocional é um exemplo de atividade que pode ser exercida pela internet e que terá efeitos sobre o “amigo”.

    Segundo o psicólogo australiano Paul James, especialista em relacionamentos humanos, isso funciona desde que essa relação seja recíproca, mesmo que não tenha a mesma intensidade de ambos os lados. “O importante é poder contar com amigos em circunstâncias boas e más.”

Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/ . Acesso em: 10 jun. 2016.

Em relação ao bem-estar proporcionado por relacionamentos entre amigos, reais ou virtuais, as opiniões dos pesquisadores da universidade Flinders e da cientista social e professora da universidade da Califórnia, Bella de Paulo são

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


11
(CREDE). Leia o texto e, a seguir, responda a questão 11.

A crítica da personagem Mafalda em relação ao comentário do seu amigo sobre o ano novo se faz por meio de uma

A
B
C
D
E

    Alternativa "A".

(Créditos da resolução: ??.)


12
(CREDE). Leia o texto e, a seguir, responda a questão 12.

    Tenho vindo a dizê-lo repetidas vezes: trata-se de uma mera vingança da sociedade, mas não traz qualquer solução para os problemas sociais e econômicos que levam ao crime. Daí que considere que é inaceitável a pena de morte. De fato, uma tal penalização em nada repara o sofrimento da vida ou da família; em nada serve de castigo exemplar, pois, se o fosse, bastava ter havido um só executado; em nada segue o exemplo dado pelos países civilizados, em que tem sido transformada em prisão perpétua sem que isso represente um aumento das respectivas taxas de criminalidade; em nada reduz um direito da sociedade, pois se não foi ela que deu a vida ao criminoso, também não será ela que tem o direito de lhe retirar; em nada simboliza um gesto da humanidade, de amor ao próximo e de fraternidade, cuja carência está, psicologicamente, na base de qualquer crime violento. Em nada se pode basear a defesa de tão repugnante, vil, odioso e chocante procedimento como a pena de morte.

A tese do texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "E".

(Créditos da resolução: ??.)






Quiz 06: PORT. - 2ª Série (Ens. Médio)

Quiz 06: PORTUGUÊS - 2ª Série - Ensino Médio
Quiz 06: PORTUGUÊS - 2ª Série - Ensino Médio

Leia o texto e, a seguir, responda as questões 1 e 2.

A cartomante

Machado de Assis

    Hamlet observa a Horácio que há mais cousas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia. Era a mesma explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo, numa sexta-feira de novembro de 1869, quando este ria dela, por ter ido na véspera consultar uma cartomante; a diferença é que o fazia por outras palavras.

    — Ria, ria. Os homens são assim; não acreditam em nada. Pois saiba que fui, e que ela adivinhou o motivo da consulta, antes mesmo que eu lhe dissesse o que era. Apenas começou a botar as cartas, disse-me: "A senhora gosta de uma pessoa..." Confessei que sim, e então ela continuou a botar as cartas, combinou-as, e no fim declarou-me que eu tinha medo de que você me esquecesse, mas que não era verdade...

    — Errou! Interrompeu Camilo, rindo.

    — Não diga isso, Camilo. Se você soubesse como eu tenho andado, por sua causa. Você sabe; já lhe disse. Não ria de mim, não ria...

    Camilo pegou-lhe nas mãos, e olhou para ela sério e fixo. Jurou que lhe queria muito, que os seus sustos pareciam de criança; em todo o caso, quando tivesse algum receio, a melhor cartomante era ele mesmo. Depois, repreendeu-a; disse-lhe que era imprudente andar por essas casas. Vilela podia sabê-lo, e depois...

    — Qual saber! Tive muita cautela, ao entrar na casa.

    — Onde é a casa?

    — Aqui perto, na rua da Guarda Velha; não passava ninguém nessa ocasião. Descansa; eu não sou maluca.

    Camilo riu outra vez:

    — Tu crês deveras nessas coisas? perguntou-lhe.

    Foi então que ela, sem saber que traduzia Hamlet em vulgar, disse-lhe que havia muita cousa misteriosa e verdadeira neste mundo. Se ele não acreditava, paciência; mas o certo é que a cartomante adivinhara tudo. Que mais? A prova é que ela agora estava tranquila e satisfeita.

    [...]

Disponível em: http://www.releituras.com/ machadodeass_ cartomante.asp/. Acesso em: 23 mar. 2017.

01
(SEDUCE-GO).

No trecho “— Qual saber! Tive muita cautela, ao entrar na casa.”, (6º parágrafo), o ponto de exclamação indica o/a

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


02
(SEDUCE-GO).

Camilo repreendeu Rita por ter ido a uma cartomante porque

A
B
C
D
E

    Alternativa "E".

(Créditos da resolução: ??.)


Leia o texto e, a seguir, responda as questões 3, 4 e 5.

Estudos mostram o que passa pela cabeça dos animais [...]

    O Homo sapiens é o único animal capaz de dominar sintaxe, formar frases complexas e registrar o que pensa. Fato. Mas alguns bichos podem compreender a nossa linguagem quase como se fossem uma pessoa — embora não consigam reproduzi-la com a desenvoltura de um papagaio.

    Que o diga Kanzi, um bonobo (parente do chimpanzé) criado pela pesquisadora americana Sue Savage-Rumbaugh. Ele cresceu exposto ao nosso vocabulário e domina 400 palavras. Como não pode falar, Kanzi forma frases apontando para um glossário com símbolos. Eles representam de substantivos e verbos simples, como “banana” e “pular”, a conceitos complexos, como “antes” e “depois”. Kanzi pode até conjugar verbos — inclusive no passado e no gerúndio. É mais ou menos como você tentando se virar numa viagem para o Camboja. Você pode até voltar entendendo algumas palavras do cambojano, mas dificilmente vai ter aprendido a conjugar algum verbo. É bem mais difícil. E olha que cambojanos e brasileiros são todos animais da mesma espécie. Ponto para Kanzi, então.

    Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.

    Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos — a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática.

    Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. Mas o que isso importa para os outros animais de sua espécie? Kanzi não vai usar seu glossário com bonobos que vivem na floresta. E Chaser pode até aprender versos de Shakespeare, mas será inútil tentar esbanjar seu intelecto com outros cães. Mas a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.

    Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.

    Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”.

    O mistério sobre a língua dos golfinhos — e a das baleias, que se comunicam de um jeito parecido com o de seus primos — continua. Mas a tecnologia pode dar uma força. Merlin, um golfinho nariz-de-tesoura que vive em Puerto Aventuras, no Caribe mexicano, é o primeiro de sua espécie a usar iPad. Seu treinador, Jack Kassewitz, espera que a tela sensível ao toque do focinho comece a facilitar a comunicação entre humanos e cetáceos. Bom, tomara que eles não fiquem só jogando Angry Birds, como fazem os humanos quanto colocados diante do tablet.

    [...]

SZKLARZ, Eduardo; VERSIGNASSI, Alexandre. Estudos mostram o que passa pela cabeça dos animais. Superinteressante. Edição 289 mar. 2011. Disponível em: http://super.abril.com.br/ciencia/estudos- mostrampassapela-cabeca-animais-623040.shtml . Acesso em: 31 mar. 2017.

03
(SEDUCE-GO).

O texto tem como tema a

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


04
(SEDUCE-GO).

Em qual trecho está expressa a principal informação desse texto?

A
B
C
D
E

    Alternativa "A".

(Créditos da resolução: ??.)


05
(SEDUCE-GO).

O objetivo desse texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "C".

(Créditos da resolução: ??.)


06
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda a questão 06.

Antes da partida

    ─ Antes de sair de casa, certifique-se de que a bagagem não contém objetos ou substâncias que representam perigo.

    ─ Para evitar o risco de assaltos, tenha cuidado em lugares onde existam grandes concentrações de pessoas, como transportes públicos, estações e aeroportos.

    ─ Tome cuidado especial ao entrar e sair de um ônibus ou trem lotado.

    ─ Para reduzir o risco de roubo, use mochilas ou bolsas na sua frente ou embaixo do braço, com a fechadura virada para você. Cuidado para não deixar nada aberto.

    ─ Se vir no saguão do aeroporto uma bagagem ou pacote sem dono, informe os funcionários do aeroporto sobre esse fato.

    ─ Não aceite pacotes ou bagagens de outras pessoas para transportar, se não sabe o que está dentro. Todo cuidado é pouco nesses casos.

    ─ Armazene objetos de valor, dinheiro e documentos em locais seguros, com cuidado.

    ─ Durante a viagem, leve apenas a quantidade necessária de dinheiro. Se for uma grande quantia, tenha cuidado para não mantê-la toda no mesmo lugar, reduzindo o risco de uma possível perda de todo o valor.

Disponível em: https://www.edestinos.com.br/dicas -de-viagem/passagens-aereas/faq/ riscos-e-cuidados-durante-a-viagem . Acesso em: 20 jun. 2016.

A finalidade desse texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


Leia o texto e, a seguir, responda as questões 7, 8 e 9.

Você ainda se mantém vivo?

Ana Paula Padrão

    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.

    A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.

    É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.

    Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.

Disponível em: http://istoe.com.br/voce-ainda-se-mantem-vivo/. Acesso em: 23 mar. 2017

07
(SEDUCE-GO).

O principal objetivo desse texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


08
(SEDUCE-GO).

Em qual trecho está expressa a tese do texto?

A
B
C
D
E

    Alternativa "A".

(Créditos da resolução: ??.)


09
(SEDUCE-GO).

Qual argumento melhor apoia a tese defendida pela autora?

A
B
C
D
E

    Alternativa "C".

(Créditos da resolução: ??.)


10
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Disponível em: http://www.custodio.net/. Acesso em: 24 mar. 2017.

Nesse texto, o humor está no/na

A
B
C
D
E

    Alternativa "E".

(Créditos da resolução: ??.)


Para responder as questões 11 e 12, leia o conto abaixo.

Boi na linha

    Colégios criam regras para disciplinar o uso do celular na sala de aula.

    Segundo Érika Sallum, autora do artigo "Boi na linha", publicado na Revista Veja São Paulo, em 03/09/2003, "em quase todas as escolas particulares é cada vez mais comum a cena de meninos e meninas empunhando o aparelhinho.

    Se há alguns anos ele era quase restrito a adolescentes do ensino médio, hoje pode ser visto nas mãos de crianças de 9 anos ou menos." Para minimizar o problema do uso indevido do celular pelos alunos, "as escolas recomendam: — Jamais deixar o aparelho ligado em sala de aula, nem mesmo no vibracall; — Lembrar sempre ao aluno que ele faz parte de um grupo e que o uso inadequado do celular pode atrapalhar toda a classe; — Fazer ligações só na hora da saída, já que o intervalo é feito para brincar e conviver com os colegas; — Atender a uma ligação somente em caso de emergência, sempre avisando os coordenadores."

SALLUM, Érika. Revista Veja São Paulo, 03/09/2003 15.

11
(CREDE).

Assinale a alternativa que contém a tese defendida no texto.

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


12
(CREDE).

Localize, nas alternativas abaixo, um argumento utilizado pelo autor para defender a sua tese.

A
B
C
D
E

    Alternativa "C".

(Créditos da resolução: ??.)






Quiz 11: PORT. - 2ª Série (Ens. Médio)

Quiz 11: PORTUGUÊS - 2ª Série - Ensino Médio
Quiz 11: PORTUGUÊS - 2ª Série - Ensino Médio

01
(SEDUCE-GO).

Leia o texto e, a seguir, responda.


Iniciar

  Certifique-se de que a unidade está devidamente ligada e a força esteja disponível. A indicação de operação no painel da unidade começa a piscar.

1. Botão Mode (Modo de Operação)

  Pressione para selecionar RESFRIAR/AQUECER/VENTILAR.

2.Botão Temp/Tempo

  Ajuste a temperatura desejada. Ex.: Normalmente entre 21°C e 28C°.

3.Botão Ventilar

  Pressione para selecionar entre AUTO/LOW/MED/HIGH.

4. Botão Liga/Desliga

  Quando o controle remoto estiver desligado, pressione este botão para iniciar o ar-condicionado.

Finalizar

Botão Liga/Desliga

  Pressione este botão para encerrar.

  A opção de ventilador não controla a temperatura.

Disponível em: http://blogaprendizdeescritor.blogspot.com.br/ 2013/03/genero-textual-texto-instrutivo.html>. Acesso em: 08 ago. 2016.

A finalidade desse texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


02
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Bateria de leite: você ainda vai ter uma

As moléculas da vitamina B2, presentes no leite, são capazes de armazenar tanta ou mais energia que as de uma bateria comum. E ainda têm uma vantagem sem preço. Veja qual.

Pâmela Carbonari

    Em busca de uma bateria de baixo custo e alta performance — que não fosse tóxica, inflamável ou corrosiva, um time de cientistas de Harvard encontrou a resposta na vitamina B2, presente em alimentos como leite, ovos, fígado e espinafre.

    No corpo humano, a vitamina B2, também conhecida como riboflavina, auxilia na quebra de gorduras, carboidratos e proteínas, ajuda a transformar essas substâncias em combustível para as células e a estocar energia. Para todos os efeitos, ela funciona como uma bateria para o nosso organismo.

    Cientes disso, os pesquisadores isolaram as moléculas de riboflavina para aproveitá-las fora das células humanas como armazenadoras de energia, principalmente de fontes renováveis, como a eólica e a solar.

    As baterias comuns mantêm a energia em reservatórios. Quanto maior o reservatório, maior a quantidade de energia. A mesma equipe já havia trabalhado em uma bateria de alta performance com quinonas — que são moléculas orgânicas presentes no petróleo e em plantas verdes — e também com ferrocianeto no papel de eletrólito, ou seja, da substância condutora de energia.

Disponível em: http://super.abril.com.br/tecnologia /bateria-limpa-e-inspirada-na -vitamina-do-leite>. Acesso em: 15 ago. 2016.

O principal objetivo desse texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "E".

(Créditos da resolução: ??.)


03
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Disponível em: http://www.metropolitana.edu.br/>. Acesso em: 23 ago. 2016.

O principal objetivo desse texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "A".

(Créditos da resolução: ??.)


Leia o texto e, a seguir, responda as questões 4, 5 e 6.

  Meu coração está aos pulos!

  Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

  Tudo isso que está aí no ar,

  Malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro,

  Do meu dinheiro, do nosso dinheiro!

  Que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós,

  Para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais,

  Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade

  E eu não posso mais...

  Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?

  É certo que tempos difíceis

  Existem para aperfeiçoar o aprendiz,

  Mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros

  Venha quebrar no nosso nariz.

  Meu coração tá no escuro,

  A luz é simples,

  Regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó

  E os justos que os precederam:

  “Não roubarás”,

  “Devolva o lápis do coleguinha”,

  “Esse apontador não é seu, minha filha”.

  Pois bem, se mexeram comigo,

  Com a velha e fiel fé do meu povo sofrido,

  Então agora eu vou sacanear:

  Mais honesta ainda eu vou ficar.

  Só de sacanagem! Dirão:

  “Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba”

  E eu vou dizer:

  Não importa, será esse o meu carnaval,

  Vou confiar mais e outra vez.

  Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos,

  Vamos pagar limpo a quem a gente deve

  E receber limpo do nosso freguês.

  Com o tempo a gente consegue ser livre, Ético.

  Dirão: “É inútil, todo o mundo aqui é corrupto,

  Desde o primeiro homem que veio de Portugal”.

  Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.

  Eu repito, ouviram? IMORTAL!

  Sei que não dá para mudar o começo

  Mas, se a gente quiser, Vai dar para mudar o final!

Disponível em: http://www.letras.com.br/ana- carolina/so-de-sacanagem>. Acesso em: 15 ago. 2016.

04
(SEDUCE-GO).

No trecho “Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram IMORTAL!”, a escrita em caixa alta da palavra “imortal” sugere

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


05
(SEDUCE-GO).

No trecho “Do meu dinheiro, do nosso dinheiro! ”, o emprego do ponto de exclamação sugere

A
B
C
D
E

    Alternativa "E".

(Créditos da resolução: ??.)


06
(SEDUCE-GO).

Em relação à atitude do eu lírico diante da impunidade, o que sugere o uso das reticências no verso “E eu não posso mais...”?

A
B
C
D
E

    Alternativa "A".

(Créditos da resolução: ??.)


07
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

O limite da propaganda

Flávia Piovesan

    Na Câmara dos Deputados, foi retomada a discussão a respeito do projeto de lei nº 5.921/2001, que proíbe qualquer comunicação mercadológica destinada a crianças. De acordo com o projeto, entende-se por comunicação mercadológica “toda e qualquer atividade de comunicação comercial para a divulgação de produtos e serviços independentemente do suporte, da mídia ou do meio utilizado”, o que abrange “a própria publicidade, anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, banners e sites na internet, embalagens, promoções, merchandising e disposição dos produtos nos pontos de vendas”.

    Há mais de onze anos pendente no Legislativo, o resgate do projeto reacende a polêmica em torno da questão: de um lado, a defesa de um marco legal para a proteção da infância; por outro, o repúdio à intervenção estatal em nome da autorregulamentação do setor da publicidade dirigida ao público infantil. Na falta de legislação específica, a fiscalização da propaganda endereçada às crianças cabe ao Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

    [...]

    Dados do Painel de Televisores do Ibope de 2007 revelam que as crianças brasileiras, entre 4 e 11 anos, passam em média 5 horas por dia em frente à TV — mais tempo do que passam na escola (em média 4 horas). O desafio é evitar que a publicidade tenha mais influência no desenvolvimento infantil do que a própria educação.

    Em países desenvolvidos com forte tradição democrática – como a Suécia e Alemanha –, a restrição à publicidade que se dirige às crianças não contou com a resistência das empresas, sob a alegação de suposta afronta ao direito à liberdade de expressão do setor econômico. Na Suécia não é permitida a propaganda direcionada ao público infantil. Já na Alemanha os programas infantis não podem ser interrompidos por publicidade.

    [...]

    Ao contrário de matérias jornalísticas, veiculadas nos mais diversos meios de comunicação, a publicidade requer necessariamente um espaço na mídia para se alojar. A sua lógica é a mercantil, orientada pela equação de compra e venda de produtos.

    Os parâmetros internacionais e constitucionais endossam a absoluta prevalência dos interesses da criança, seu interesse superior e a garantia de sua proteção integral, na qualidade de sujeito de direito em peculiar condição de desenvolvimento. (...) Por estar em processo de desenvolvimento biopsicológico, a criança não tem o discernimento necessário para compreender a mensagem publicitária, o que torna o seu direcionamento às crianças abusivo.

    A proteção da criança merece prevalecer em face do ilimitado exercício da atividade comercial envolvendo a propaganda destinada às crianças. Restringir a publicidade endereçada às crianças não é ato de censura e tampouco ofensa à liberdade de expressão. É um imperativo ético em defesa da infância.

Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br/ caderno-dacidadania/_ed733_o_limite_da_propaganda/>. Acesso em: 22 ago. 2016.

Um argumento que sustenta a tese do aspecto negativo da propaganda dirigida às crianças é que

A
B
C
D
E

    Alternativa "E".

(Créditos da resolução: ??.)


08
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Crise e Ciência

    Crise é fundamental em ciência; sem crise não há progresso, apenas estagnação. Quando investigamos como a ciência progride na prática, vemos que é aos trancos e barrancos: os cientistas não têm sempre todas as respostas na ponta da língua. O processo criativo de um cientista pode ser bem dramático, muitas vezes envolvendo a agonia da dúvida e, em alguns casos, o êxtase da descoberta. Vista sob esse prisma, a ciência não está assim tão distante da arte.

    Na maioria das vezes, as crises nas ciências naturais são criadas por experiências realizadas em laboratórios ou por observações astronômicas que simplesmente não se encaixam nas descrições e teorias da época: novas ideias são necessárias, ideias essas que, às vezes, podem ser revolucionárias. Em geral, revolução em ciência implica novas e inesperadas concepções da realidade, chocantes a ponto de intimidar os próprios cientistas.

GLEISER, Marcelo. Folha de São Paulo, 26/05/2002.

O argumento que melhor sustenta a tese de que crise é essencial para o progresso da ciência é que

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


09
(SEDUCE-GO). Leia os textos e, a seguir, responda.

Indiana Jones

Texto I

    Achei a explicação sobre as linhas de Nazca (“Indiana Jones e Suas Histórias Não Resolvidas”, junho) muito engraçada. Foi preciso um batalhão de especialistas para chegar à conclusão de que as linhas foram feitas pelos próprios nazcas. Simplesmente colocaram as pedras em determinada ordem para fazer os desenhos. Ora, mas isso é óbvio!

    Alex Mello,

    Itu, Sp

Texto II

    É minha obrigação como admirador da revista avisá-los que matérias como a da última capa fazem com que eu me sinta ridículo por dizer que a revista é séria. Parece matéria paga da Universal Pictures!

    Fabio Silveira

    Taiúva, SP

Disponível em: http://super.abril.com.br/comportamento/ cartas-enviadas-a-super>. Acesso em: 22 ago. 2016.

As opiniões dos leitores acerca da matéria da revista sobre o filme “Indiana Jones e Suas Histórias Não Resolvidas” são

A
B
C
D
E

    Alternativa "B".

(Créditos da resolução: ??.)


10
(SEDUCE-GO). Leia o texto e, a seguir, responda.

Definição de felicidade

Stephen Kanitz

    Todas as profissões têm sua visão do que é felicidade. Já li um acadêmico defini-la como ganhar 20.000 dólares por ano, nem mais nem menos. Para os monges budistas, felicidade é a busca do desapego. Autores de livros de auto-ajuda definem felicidade como “estar bem consigo mesmo”, “fazer o que se gosta” ou “ter coragem de sonhar alto”.

    O conceito de felicidade que uso em meu dia-a-dia é difícil de explicar num artigo curto. Eu o aprendi nos livros de Edward De Bono, Mihaly Csikszentmihalyi e de outros nessa linha. A ideia é mais ou menos esta: todos nós temos desejos, ambições e desafios que podem ser definidos como o mundo que você quer abraçar. Ser rico, ser famoso, acabar com a miséria do mundo, casar-se com um príncipe encantado, jogar futebol, e assim por diante.

    […]

Disponível em: http://blog.kanitz.com.br/definicao/>. Acesso em: 22 ago. 2016.

Em relação ao conceito de felicidade, as opiniões do acadêmico e dos monges budistas são

A
B
C
D
E

    Alternativa "E".

(Créditos da resolução: ??.)


11
(SEDUCE-GO). Leia o texto e responda as questões 11 e 12.

FAROFA DE COUVE

INGREDIENTES

  • ¼ de xícara (chá) de manteiga;

  • 1 dente de alho amassado;

  • 6 folhas de couve cortadas em tirinha;

  • 1 xícara (chá) de farinha de mandioca;

  • 1 colher (chá) de sal;

  • 1 ovo cozido picado.

MODO DE FAZER

   Numa panela média, derreta a manteiga em fogo alto. Junte o dente de alho e as folhas de couve e, mexendo sempre, refogue até ficar macia (cerca de 5 minutos). Adicione a farinha e o sal e misture. Junte o ovo. Mexa bem e sirva.

(Diário do Nordeste, Zoeira, pág. 10, 30/09/09)

O objetivo do texto é

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)


12
(SEDUCE-GO).

Além dos ingredientes, o modo de fazer nessa receita mencionou

A
B
C
D
E

    Alternativa "D".

(Créditos da resolução: ??.)