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quarta-feira, 1 de março de 2017

Quiz 13: PORT. - 3ª Série (Ens. Médio)

Quiz 13: PORTUGUÊS - 3ª Série (Ens. Médio)
Quiz 13: PORTUGUÊS - 3ª Série (Ens. Médio)

1. (SAEPI). Leia o texto abaixo.

TV na madrugada

    O humorista Chico Anysio, de 72 anos, acostumou-se a dormir menos de cinco horas por noite. Todos os dias, vai para a cama à 1 e meia da madrugada e às 6 da manhã já está de pé.

    “Nem preciso de despertador para acordar”, diz. Durante a madrugada, enquanto o resto da casa está dormindo, Chico assiste a filmes na TV a cabo. “Decidi ficar menos na cama para aproveitar melhor o tempo”, explica. “Antes eu também trabalhava à noite, mas parei. Agora só trabalho de dia”, diz. Chico conta que quando era mais jovem dormia oito horas por noite. “Eu me mexia tanto que a cama até saía do lugar”, brinca. Mesmo com as poucas horas de sono que tem hoje, Chico avalia que dorme bem. “Meu sono é tão profundo que acordo na mesma posição em que dormi.”

Veja. ed. 1821, 24 set. 3, p. 103.

De acordo com esse texto, Chico Anysio


2. (SAEPE). Leia o texto abaixo.

Das estrelas ao GPS

    Atualmente, é muito mais fácil viajar do que era no passado. As viagens foram facilitadas tanto pelo desenvolvimento de novas tecnologias como pelo aumento do próprio número de viagens, o que levou a seu barateamento e tornou-as mais acessíveis para grande parte da população.

    Antes do advento dos aviões a jato, as viagens aéreas para grandes distâncias eram algo penoso, principalmente por conta da pequena autonomia das aeronaves. Em qualquer viagem, mesmo dentro do Brasil, era preciso fazer várias escalas para abastecê-las. Hoje, os aviões de passageiros são capazes de viajar mais de 10 mil km sem necessidade de abastecimento.

    Uma das coisas mais importantes em qualquer viagem é conhecer bem a rota e saber se a está seguindo corretamente. Desde a antiguidade, o homem criou várias formas de se orientar e encontrar os caminhos certos em suas viagens, que antes de serem simplesmente para as férias de verão, carregavam a missão de descoberta e exploração.

    A melhor tecnologia disponível hoje para determinar a posição exata de um ponto é o GPS – sigla de Global Positioning System. Em Português, Sistema de Posicionamento Global. O sistema utiliza satélite com relógios atômicos perfeitamente sincronizados, com precisão de um nanossegundo (uma fração de um bilhão de um segundo), o que permite a localização de um objeto com margem de erro de apenas 15 metros.

    O GPS é amplamente utilizado em embarcações e aviões. Com o barateamento dessa tecnologia, ficou acessível também para os motoristas de automóveis – custa menos do que algumas centenas de reais. Com o equipamento, é mais fácil navegar pelas ruas e estradas, pois ele permite traçar as rotas mais rápidas ou mais curtas, o que é muito útil nas grandes cidades.

    Ao viajar, seja de avião ou automóvel, contando com as facilidades tecnológicas hoje disponíveis, nem lembramos o quanto já foi difícil fazer viagens e travessias. Mas o fato é que o homem, para encontrar o caminho correto – ou o mais rápido – já utilizou as mais diversas estratégias e aparatos, desde as mais simples, como a observação das estrelas, às mais sofisticadas, como o GPS.

OLIVEIRA, Adilson de. Departamento de Física Universidade Federal de São Carlos. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/fisica-sem-misterio/das-estrelas-ao-gps#. Acesso em: 16 dez. 2010. Fragmento.

No trecho “... tornou-as mais acessíveis...” (1° parágrafo), o pronome destacado refere-se a


3. (AVALIE). Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://ryotiras.com/. Acesso em: 27 fev. 2012.

No primeiro quadrinho, a expressão do menino revela


4. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Seremos apenas cinco

    Revista Veja – Os automóveis tornaram-se vilões do ambiente. Essa imagem é justa?

    Sérgio Marchionne – Considero injusto responsabilizar os carros por todos os males da humanidade. Há outras formas de poluição cujos efeitos são muito mais devastadores. Além disso, se compararmos os índices de emissão de gás carbônico e óxido nitroso dos automóveis de dez anos para cá, verificaremos uma redução drástica nesses valores. Em 1998, os principais fabricantes assinaram, voluntariamente, um acordo que estabeleceu um limite para as emissões de poluentes na Europa. Os governos também têm feito pressão nesse sentido. Os Estados Unidos, que são os maiores poluidores mundiais, tornaram as metas mais rigorosas. Não há dúvida de que a indústria entende o problema e tem investido para buscar soluções.

Veja, 10 mar. 2010.

Nesse texto, qual é a tese defendida pelo entrevistado?


5. (SEDUC-GO). Leia o texto abaixo e responda.

Tramas que atravessam noites

    Diz a história que Scherazade, uma jovem bela e inteligente, convence seu pai, o vizir, a levá-la ao palácio do sultão para casar-se com ele, apesar de saber que, após a noite de núpcias, seu destino seria a morte por decapitação. Traído pela primeira esposa, o sultão já se vingara da infidelidade da mulher assassinando inúmeras moças do reino. Apesar dos protestos do pai, a jovem decide interromper a saga de crueldade. Mas, antes de sair de casa, diz à irmã caçula que entre no quarto, na primeira noite, onde estará com o marido e peça a ela, pouco antes do nascer do dia, que lhe conte o último de seus contos maravilhosos. A história que Scherazade conta à irmãzinha atrai a atenção do sultão, que decide poupar sua vida para continuar a acompanhar a narrativa na noite seguinte. E assim, fiando histórias, tecendo ciclos de contos, a jovem atravessa mil e uma noites e se mantém viva, ganhando por fim (embora algumas versões sejam controvertidas) o amor do marido.

Revista Mente Cérebro, Duetto editorial, Edição nº 197. p. 4.

O enredo desse texto se desenvolve a partir da


6. (SAERJ). Leia o texto abaixo.

Desafio e resposta

    “As árvores querem ficar quietas. Mas o vento as balança.” O provérbio chinês sintetiza o desafio enfrentado pelos jornais. Com o avanço da mídia eletrônica, os impressos pareciam resvalar para segundo plano na ordem dos meios de comunicação de massa. A notícia em tempo real foi vista como risco para a informação apurada, escrita com rigor e divulgada com exigências estéticas capazes de atrair o leitor. Não faltou quem anunciasse a morte dos periódicos. O papel não teria condições de competir com a rapidez e facilidades oferecidas pela internet.

    Profecias catastróficas não constituem novidade no mundo cultural. A fotografia mataria a pintura. Não matou. A televisão mataria o rádio. Não matou. O videocassete mataria o cinema. Não matou. O jornal mataria o livro. Não matou. A internet mataria o jornal. Não matou. O tempo se encarregou de provar que os agouros não passavam de vaticínios de Cassandra. A razão: ao contrário da visão míope dos que rejeitam convivências, o novo agrega, não exclui.

    Com a certeza de que as novas mídias ampliam as possibilidades do jornal, o Correio.

Braziliense promoveu ousada reforma editorial. Correio Braziliense, 21 Jun. 2009. Fragmento.

O trecho que indica a causa da mudança nos jornais impressos é:


7. (SAERJ). Leia o texto abaixo.

Qual é o órgão mais dispensável do corpo humano?

    Se você der o azar de lesionar um órgão, torça para ser o baço. Ele tem lá suas funções, como remover os glóbulos vermelhos velhos demais e produzir parte dos anticorpos que nos protegem de vírus e bactérias. Mas dá para viver sem ele, o que não rola sem coração, pulmões, fígado, estômago, pâncreas ou intestino – sem os dois rins também não dá.

    Quando alguém sofre uma pancada forte na barriga e danifica o baço a ponto de ele precisar ser removido, o fígado se encarrega da “limpeza” dos glóbulos vermelhos. Já a imunidade da pessoa fica debilitada com a menor produção de anticorpos.

Mundo estranho. São Paulo: Abril, fev. 2008, p. 31.

O objetivo desse texto é


8. (SAEPE). Leia o texto e responda.

Canaã

    Já no dormitório, os trabalhadores ressonavam sobre os colchões estendidos no chão, e Joca ainda remexia inquieto, sem poder dormir. Era uma noite em claro que ele passava; tinha a garganta seca, sentia por vezes a pele arder, e não achava agasalho na cama fofa e tranquila. A evocação da terra natal ali no meio da floresta do Rio Doce, estranha a seus olhos e a seus sentimentos, fazia-o remontar aos quadros da sua vida passada no lugar do nascimento, nesses campos de Cajapió, vários e inconstantes, cuja mobilidade se transmitia à alma plástica dos homens aí formados. No Espírito Santo, sentia-se Joca em terra alheia; os montes o apertavam, os desfiladeiros o sufocavam de terror, e então uma saudade o transportava para a longa planície onde vivera. Via no verão o pasto todo morto; o amor violento do Sol trazia o vasto campo fendido e cortado em pedaços, sem um fio verde; por toda a parte a secura e com ela a morte. Nem uma gota d’água: o deserto árido e triste, e sobre ele, passava, arrastando-se longo, esguio e sinuoso, o caminho feito pelo pé do homem e pelo rasto do animal... Nos dias claros, sem nuvens, quando todos suplicavam chuva, o horizonte se confunde com o céu. Outras vezes, nuvens descem quase a tocar a terra, o Sol rubro as tinge, as miragens se formam estreitando o círculo visual, tudo se encerra num espaço limitado, e o viajante caminha para elas, que se afastavam inatingíveis, fazendo evoluções como um exército em campo aberto.

ARANHA, Graça. Canaã. São Paulo: Ática, 1997. Fragmento.

O trecho que evidencia um ser inanimado com características próprias do ser humano é:


9. Leia o texto a seguir e responda.

Anedotinhas

    De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho:

    — Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio.

    Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu:

    — Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não agüento mais aqueles meninos.

    E o pai responde lá de fora:

    — Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio.

Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981, p. 8.

No trecho “Acorda, que está na hora de você ir para o colégio” (2° parágrafo), a palavra sublinhada estabelece relação de


10. (SAEPI). Leia o texto abaixo.

Chico Bento. Globo, n. 394, p. 34.

Nesse texto, o humor é produzido


11. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Por que o Mar Morto tem esse nome?

    Porque o excesso de sal nas suas águas torna a vida praticamente impossível por ali.

    Com exceção da bactéria Haloarcula marismortui, que consegue filtrar os sais e sobreviver nesse cemitério marítimo, todos os organismos que chegam ao Mar Morto morrem rapidamente. Outra característica curiosa é que ninguém consegue afundar nas suas águas, graças novamente à alta concentração salina, que o torna muito mais denso do que o corpo humano. Os oceanos têm uma média de 35 gramas de sal por litro de água, enquanto o Mar Morto tem quase 300 gramas. Isso se deve basicamente a sua localização – na divisa entre Israel e Jordânia. A região é quente e seca, o que acelera a evaporação e impede a reposição da água pela chuva – em um ano chove tanto quanto um dia chuvoso em São Paulo. Além disso, o Mar Morto é o local mais baixo do planeta: alguns pontos ficam a mais de 400 metros abaixo do nível dos oceanos. Isso significa que grande parte das partículas que se soltam dos terrenos a sua volta escoam em sua direção. Para piorar, o rio Jordão, que ajuda a alimentá-lo, foi desviado em várias partes para irrigar plantações. Ou seja, com o perdão do trocadilho, o Mar Morto está morrendo. O diretor do Instituto Geológico Israelense, Amos Bein, garante que ele não corre risco de secar completamente, mas, por via das dúvidas, já está em fase de planejamento o “Canal da Paz”, um aqueduto de mais de 80 quilômetros que puxaria água do Mar Vermelho para salvar esse “defunto”.

LOPES, Artur Louback. Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011.

No trecho “... para salvar esse ‘defunto’.”, as aspas na palavra destacada foram empregadas para


12. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Helena – Capítulo XIII

    Dissolvida a reunião, Helena recolheu-se à pressa com o pretexto de que estava a cair de sono, mas realmente para dar à natureza o tributo de suas lágrimas. O desespero comprimido tumultuava no coração, prestes a irromper. Helena entrou no quarto, fechou a porta, soltou um grito e lançou-se de golpe à cama, a chorar e a soluçar.

    A beleza dolorida é dos mais patéticos espetáculos que a natureza e a fortuna podem oferecer à contemplação do homem. Helena torcia-se no leito como se todos os ventos do infortúnio se houvessem desencadeado sobre ela. Em vão tentava abafar os soluços, cravando os dentes no travesseiro. Gemia, entrecortava o pranto com exclamações soltas, enrolava no pescoço os cabelos deslaçados pela violência da aflição, buscando na morte o mais pronto dos remédios. Colérica, rompeu com as mãos o corpinho do vestido; e pôde à larga desafogar-se dos suspiros que o enchiam. Chorou muito; chorou todas as lágrimas poupadas durante aqueles meses plácidos e felizes, leite da alma com que fez calar a pouco e pouco os vagidos de sua dor.

ASSIS, Machado. Helena. São Paulo: Ática, 1997. Fragmento.

Nesse texto, no trecho “Helena entrou no quarto, fechou a porta, soltou um grito e lançou-se de golpe à cama,...” (1° parágrafo), as formas verbais destacadas indicam que as ações




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