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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Quiz 16: PORTUGUÊS 5° ANO

Quiz 16: PORTUGUÊS 5° ANO
QUIZ 16: PORTUGUÊS 5° ANO

1. (SAEMI - PE). Leia o texto abaixo.

Folha de São Paulo. Folhinha. p. 8, 12 fev. 2005.

Nesse texto, no alto da árvore, a mamãe passarinho está


2. Leia o texto abaixo.

O DONO DA BOLA

    Caloca morava na casa mais bonita da nossa rua. Os brinquedos que Caloca tinha, vocês não podem imaginar! Até um trem elétrico ele ganhou do avô.

    E tinha bicicleta, com farol e buzina, e tinha tenda de índio, carrinhos de todos os tamanhos e uma bola de futebol, de verdade. Caloca só não tinha amigos. Porque ele brigava com todo mundo. Não deixava ninguém brincar com os brinquedos dele. Mas futebol ele tinha que jogar com a gente, porque futebol não se pode jogar sozinho.

    O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa. Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. Era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:

    – Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!

Rocha, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias. Rio de Janeiro: Salamandra, p. 46.

Na frase “O que nós não tínhamos era bola de futebol.”, a palavra "nós" se refere


3. (SPAECE). Leia o texto abaixo.

Entrevista com Luís Fernando Veríssimo

Repórter: Com este romance, você criou seis livros policiais. O que o atrai no gênero?

Veríssimo: O romance policial é sempre uma leitura atraente. Se há um crime e uma investigação, sempre é possível “prender” o leitor. De certa maneira, o primeiro passo de um livro, que é o contato com o leitor, já está contido na ideia de espiar os passos dados até a solução de um mistério.

Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Segmento, 2009. p.16. Adaptado: Reforma ortográfica.

A expressão "prender o leitor” tem o sentido de


4. Leia o texto a seguir e responda.

O corvo e a raposa

    O Senhor Corvo estava empoleirado num galho de árvore, com um pedaço de queijo no bico.

    Comadre Raposa aproximou-se, atraída pelo cheiro. E cumprimentou alegremente o Corvo:

    ― Bom dia, Mestre Corvo! Como você está bonito! Acho que nunca vi ave mais bela. Francamente, se a sua voz é tão formosa como a sua plumagem, você é o rei dos pássaros.

    Ouvindo esses elogios, o Corvo quase estourou de satisfação. E, querendo mostrar que nem mesmo uma bela voz lhe faltava, abriu o bico para cantar. O queijo caiu e mais do que depressa a raposa apanhou-o. Antes de ir saborear o petisco, disse:

    ― Caro compadre, aprenda que todo bajulador vive à custa de quem o escuta. Acho que esta lição vale bem um pedaço de queijo.

(GÄRTNER, Hans. Fábulas de Esopo. Trad. Fernanda L. de Almeida. São Paulo, Ática, 1995.)

A Raposa elogiou o Corvo para ele


5. (SARESP). Leia os quadrinhos para responder à questão.

No segundo quadrinho, o coração cor-de-rosa atravessado por uma flecha indica que Nanda está:


6. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

O que é febre?

    A febre é uma reação do organismo para avisar que ele não está funcionando normalmente.

    A febre, por si só, não é uma doença, é um sintoma. Ela se manifesta através do aumento da temperatura do corpo e representa uma resposta organizada a uma doença.

    Temperaturas acima de 37,5º podem ser consideradas febre. Para alguns médicos, apenas temperaturas acima de 38ºC ou mais são consideradas febre.

    É importante saber que pode haver pequenas variações na temperatura de uma criança.

    Dependendo da temperatura ambiente e das atividades que estejam sendo realizadas, isso pode ser considerado normal.

O que é febre? Manual Araújo de saúde infantil. Drogaria Araújo, s/d.

O assunto desse texto é


7. Leia o texto abaixo e responda.

O alho bento

    Mané Frajola não tinha um centavo. Jurou que ia dar jeito na vida. E deu. Catou uma réstia de alho e saiu pro mundo, apregoando:

    – Alho bento! Olha o alho bento! Parou uma velha.

    – Alho bento? Serve prá que?

    – Isso aqui tira quebranto, olho gordo, azá de 7 anos. É só mordê, comê metade e passá a outra metade em cima do coração!

    A velha levou um dentinho, a peso de ouro. Depois veio um velho. Repetiu a pergunta, ouviu a mesma resposta. Levou! De crédulo em crédulo, Mané Frajola vendeu a réstia toda, até o final da manhã. Estava com os cobres. Mas aí veio o Conde Drácula, chegado da Transilvânia e não gostou da história. Aquela cidade toda cheirava a alho. Resultado: Mané Frajola foi contratado como copeiro do Conde para ganhar dinheiro e parar de vender alho bento. Milagre só acontece quando a prosa do contador de causo padece!

http://eptv.globo.com/caipira/

O modo como falam indica que os personagens dessa história são pessoas que


8. (SAEPE). Leia o texto abaixo e responda.

POR QUE NUNCA PARAMOS DE PENSAR?

    Porque o cérebro está sempre ligado. Não para nem mesmo quando adormecemos. Durante o sono, ele apenas funciona de um modo diferente, em outro tipo de processamento. Quando dormimos, as memórias são passadas a limpo e várias alterações neuronais são consolidadas conforme as experiências recentes. Durante o período de sono profundo, é verdade, não há um pensamento consciente, mas isso não significa que o cérebro não esteja ativo. Nos sonhos ocorre intensa atividade mental – inconsciente, segundo a psicanálise. Mesmo que você não esteja a par do sonho, o seu “eu” onírico sabe exatamente o que está acontecendo.

AGUIAR, Ana Carolina de Souza. Editora Abril. In: Revista Nova Escola,. Ano 21, nº 195, p. 28. 2006. Adaptado: Reforma Ortográfica.

Segundo esse texto, nunca paramos de pensar porque


9. (SARESP-2011). Leia o texto abaixo.

FÁBULA ELEITORAL PARA CRIANÇAS

    Um dia, as coisas da natureza quiseram eleger o rei ou a rainha do universo. Os três reinos entraram logo a confabular. Entre os bichos era um tumulto formidável. Bandos de periquitos saíram em caravana eleitoral, matilhas de cães discursavam dentro da noite, cáfilas de camelos percorriam os desertos, formigas realizavam comícios fantásticos, a rainha das abelhas passava com o seu séquito, sem falar nos cardumes de peixes, nos lobos em alcateias pelos montes, nas manadas de búfalos pelas savanas, nas revoadas instantâneas dos pombos-correios.

(CAMPOS, Paulo Mendes. Fábula eleitoral... Para gostar de ler: crônicas. 2. ed. São Paulo: Ática, 1980. v. 5. Adaptado.)

Ao ler o texto, é possível notar que a história é contada por


10. (SAEPI). Leia o texto abaixo.

UUUUhhh

    A menina não gostou nem um pouco quando seu pai lhe disse que tinha que ir a Londres e que, por isso, ela deveria dormir sozinha na velha casa da família.

    Ela subiu as escadas até o seu quarto bem cedo naquela noite e virou a chave, trancando a porta. Fechou bem as janelas e puxou as pesadas cortinas vermelhas. Investigou o guarda-roupa e trancou-lhe as portas; ajoelhou-se e espiou debaixo da cama.

    Então, ela tirou a roupa e vestiu a camisola. Meteu-se debaixo das pesadas cobertas, na cama (era uma noite fria de inverno!). Ela não queria ler – apenas dormir, e o mais depressa possível! Ela se encolheu debaixo dos cobertores e apagou a luz.

    “Ótimo.”, disse uma vozinha. “Agora estamos bem seguras, trancadas aqui pela noite toda.”.

Disponível em: . Acesso em: 1 set. 2009.

Esse texto serve para


11. (SARESP-2011). Leia o texto abaixo.

    Certa vez, caminhando pela Mata Atlântica, encostei-me em uma árvore baixa, cujos galhos eram quase da minha altura. Foi quando vi um ninho de beija-flores disfarçado entre liquens. Imediatamente os filhotes levantaram suas cabeças para serem alimentados, como se eu fosse um de seus pais.

    Abandonei o local sem tocar nos filhotes, pois isso os prejudicaria.

    Ainda assim, tive tempo suficiente para observar a perfeição do ninho. Essa experiência foi muito bonita.

(MATUCK, Rubens. Viagens: manual do pequeno observador. São Paulo: Ática, 1997.)

Em – “Abandonei o local sem tocar nos filhotes, pois isso os prejudicaria.” – o pronome destacado “isso” se refere ao fato de


12. (SEDUC-GO). Leia o texto abaixo.

Clementina, a gata

    Clementina era uma gata de telhado, dessas gatas listradas. Vivia namorando, miando e tendo gatinhos. Mas era mais pra namoradeira do que pra mamadeira, quer dizer: não cuidava muito bem dos filhotes. Vivia esquecendo de dar de mamar.

    Ainda bem que Boby cuidava! Boby também era bassê, da mesma raça de Sua Avó. Se você não leu a história de Sua Avó, bem feito, vai pensar que estou falando de pessoa de sua família, Deus que me livre! É que Sua Avó era o nome de um cachorro que tive, quando era menina, da mesma raça de Boby, que tive quando meus filhos eram meninos.

    Boby cuidava dos gatinhos de Clementina. Só não dava de mamar, por motivo de Boby ser macho. Mas mãe como Boby nunca vi igual! Boby chamava Clementina de três em três horas, para a desalmada vir alimentar os gatinhos. Clementina, muito namoradeira, não queria vir, ficava requebrando em frente do portão, esquecida de que era uma senhora gata com obrigações familiares.

ORTHOF, Sylvia. Os bichos que tive. Salamandra, 2006, pág. 61. Fragmento.

Na frase “Mas mãe como Boby nunca vi igual!” (3° parágrafo), o ponto de exclamação indica




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