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domingo, 1 de janeiro de 2017

Quiz 4: PORTUGUÊS 5° ANO

Quiz 04: PORTUGUÊS 5° ANO
QUIZ 04: PORTUGUÊS 5° ANO

1. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

A onça

    O miado soou de novo, desta vez, bem perto, e logo depois, surgiu, por entre as folhas, a cabeça de uma formidável onça-pintada. Era um animal de extrema beleza, quase tão grande como o tigre de Bengala. Parou; farejou o ar. Depois, ergueu os olhos para a árvore. Dando com o menino e o Saci lá em cima, soltou um rugido de satisfação, como quem diz: “Achei o meu jantar!”

    E tentou subir à árvore. Vendo que isso lhe era impossível, sacudiu o tronco tão violentamente que, por um triz, Pedrinho não veio abaixo, como se fosse jaca madura. Mas não caiu, e a onça, desanimada, resolveu esperar que ele descesse. Sentou-se nas patas traseiras e ali ficou quieta, só movendo a cauda e passando de quando em quando a língua pelos beiços.

LOBATO, Monteiro. A onça. In:. Obra Infantil Completa. São Paulo: Brasiliense, s.d. Fragmento.

Na frase, “... resolveu esperar que ele descesse”, a palavra ELE refere-se a


2. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

    Um turista chega à Arábia e aluga um camelo. Ele recebe as instruções para guiá-lo.

    – Para parar, diga “off” . Para continuar andando, diga “ufa”.

    – Já entendi – diz o turista.

    Depois de andar um bom tempo, percebe que o camelo está se dirigindo para um penhasco. Só que se esqueceu do que tinha de dizer para que o animal parasse. Quando está a um centímetro do penhasco, prestes a cair, ele se lembra ...

    – “Off” – grita desesperado. O camelo para no mesmo instante.

    – “Ufa” – suspira o homem, aliviado.

BUCHWEITZ, Donaldo. Piadas para você morrer de rir. Belo Horizonte:Leitura, 2001.p.22.

No trecho “O camelo para no mesmo instante.”, a expressão destacada da ideia de


3. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Por que a espuma de sabonete e detergente coloridos é branca?

    Na verdade, elas são, sim, coloridas, apesar de não terem os mesmos tons do sabonete ou do detergente. O que faz parecer que elas são brancas é a maneira pela qual os nossos olhos veem cores. Isso porque eles possuem estruturas conhecidas como cones, que são sensíveis às cores vermelha, verde e azul.

    Se as enxergarmos ao mesmo tempo, registramos que o objeto é branco. Isso fica mais claro quando olhamos uma bolha de sabão um pouco maior do que aquelas formadas na espuma do sabonete.

CONCEIÇÃO, Ana Lucia. In: Nova escola. São Paulo: Moderna, ano 24, n. 223, p. 28. 2009. Fragmento. Adaptado: Reforma Ortográfica.

Qual é o assunto desse texto?


4. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

ELA É SUPER

    Conheça as habilidades da onça-pintada e saiba mais sobre esse felino.

    Capaz de se disfarçar na mata, andar com leveza, escalar árvores altas e atravessar rios, a onça parece ter os poderes de invisibilidade de um guerreiro ninja. Ela usa todas essas habilidades para caçar e se proteger. Costuma ser mais ativa quando o sol se põe e pode caçar à noite, pois enxerga bem no escuro e tem audição e olfato aguçados.

    Como tem pernas curtas, ela não corre. Se esconde, segue a presa sem ser percebida e ataca saltando de um galho ou do meio da mata de repente, com uma mordida mais forte do que a de felinos maiores.

Revista Recreio. São Paulo: Abril, n.487, p.20, 9 de jul. 2009. Fragmento.

De acordo com esse texto, a onça-pintada usa suas habilidades para


5. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Supermãe

    Uma cena curiosa. Na falta de colo, a mamãe sapa dá as costas aos seus filhotes. Os pequeninos, em ordem crescente, formam uma verdadeira pirâmide.

Revista Caras, n.24, 16 jun. 2000. São Paulo: Abril.

A finalidade desse texto é


6. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

SOUZA, Maurício de. Revista Magali, n.403. p.86, 2006.

A expressão da mãe da menina, no terceiro quadrinho, é de


7. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

    Agora você me pegou...

    Aviso numa placa de restaurante: "Pagamos R$ 500,00 se não pudermos atender a seu pedido".

    Um freguês resolve fazer o teste:

    – Quero um sanduíche de orelhas de elefante em pão de centeio.

    A garçonete anota o pedido e vai à cozinha. Segundos depois, o chef sai furioso de lá, pega cinco notas de R$ 100,00 e joga na mesa do freguês.

    – OK, você me pegou. Mas saiba que esta é a primeira vez em 10 anos que ficamos sem pão de centeio.

Seleções Reader's Digest, ago. 2000, p.99.

O que faz esse texto ficar engraçado é


8. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

COMO O AVIÃO VOA?

    O segredo está no equilíbrio de quatro forças aerodinâmicas que atuam durante o voo.

    São as asas que garantem aos mais diferentes tipos de avião a sustentação necessária para voar. Além da sustentação, outras três forças atuam sobre um aeroplano durante o voo: a gravidade, a resistência do ar (ou arrasto) e a tração (ou empuxo). Ao voar, a máquina compensa a força da gravidade com a sustentação gerada pelas asas e supera a resistência do ar com o empuxo dos motores. Para mudar a altitude (subir ou descer), é preciso aumentar ou reduzir a potência dos motores (o que eleva ou diminui a sustentação).

    Essas quatro forças também estão presentes na decolagem e no pouso. É o controle da atuação de cada uma delas que explica como uma máquina tão pesada consegue ir voando de um aeroporto a outro.

SOUZA, José Maria Rodrigues. Nova Escola, ano 22, n.200, p.26. Fragmento.

No título "Como o avião voa?", o ponto de interrogação foi usado para


9. (PROEB). Leia o texto abaixo.

REFÚGIOS GELADOS

    Os dois pólos da Terra são as regiões mais preservadas do planeta e, apesar do frio, há muitos seres vivos nesses locais.

    No Ártico (Pólo Norte) se desenvolve a tundra, um tipo de vegetação que serve como alimento para mamíferos terrestres. Já na Antártida (Pólo Sul), quase não há terra nem vegetais, por isso a maior parte dos bichos vive na água.

    Atualmente estão acontecendo tantas mudanças no ambiente dos pólos que a vida por lá está ameaçada.

    O aquecimento do planeta, que provoca o derretimento do gelo, a poluição e a contaminação da água atingem diretamente os animais que vivem nessas áreas.

Revista Recreio. ed. Abril, p. 13, 1 jun. 2003. * Adaptado: Reforma Ortográfica.

De acordo com a figura, os pinguins parecem estar


10. (PROEB). Leia o texto abaixo.

O próximo

    O homem chamava-se João e nunca tinha ido ao posto de saúde. Um dia começou a sentir dores nas costas, na barriga, na cabeça. Então ele resolveu procurar um médico. No posto, ele ganhou a ficha de número vinte e cinco. O médico começou a atender e chamou o número um, chamou o dois... Quando o médico acabou de atender o número vinte e três, a enfermeira chamou o número vinte e quatro. Mas ele não estava. E a enfermeira chamou:

    - O próximo.

    João ficou quieto.

    A enfermeira chamou de novo:

    - O próximo.

    Mas João continuava quieto.

    A enfermeira, então perguntou ao João:

    - O próximo não é o senhor?

    - Não senhora ! – respondeu. Meu nome é João, não é Próximo.

(Folclore popular)

Esse texto é engraçado porque


11. (PROEB). Leia o texto abaixo.

O HOMEM DO OLHO TORTO

    No sertão nordestino, vivia um velho chamado Alexandre. Meio caçador, meio vaqueiro, era cheio de conversas - falava cuspindo, espumando como um sapocururu.

    O que mais chamava a atenção era o seu olho torto, que ganhou quando foi caçar a égua pampa, a pedido do pai. Alexandre rodou o sertão, mas não achou a tal égua.

    Pegou no sono no meio do mato e, quando acordou, montou num animal que pensou ser a égua. Era uma onça. No corre-corre, machucou-se com galhos de árvores e ficou sem um olho. Alexandre até que tentou colocar seu olho de volta no buraco, mas fez errado. Ficou com um olho torto.

RAMOS, Graciliano. História de Alexandre. Editora Record. In Revista Educação, ano 11, n. 124, p. 14.

Leia novamente a frase a seguir. “Alexandre rodou o sertão, mas não achou a tal égua.” Nessa frase, rodou significa


12. Leia os textos abaixo.

Texto I

Os cerrados

    Essas terras planas do planalto central escondem muitos riachos, rios e cachoeiras. Na verdade, o cerrado é o berço das águas. Essas águas brotam das nascentes de brejos ou despencam de paredões de pedra. Em várias partes do cerrado brasileiro existem canyons com cachoeiras de mais de cem metros de altura!

SALDANHA, P. Os cerrados . Rio de Janeiro: Ediouro, 2000.

Texto II

Os Pantanais

    O homem pantaneiro é muito ligado à terra em que vive. Muitos moradores não pretendem sair da região. E não é pra menos: além das paisagens e do mais lindo pôr-dosol do Brasil Central, o Pantanal é um santuário de animais selvagens. Um morador do Pantanal do rio Cuiabá, olhando para um bando de aves, voando sobre veados e capivaras, exclamou: “O Pantanal parece com o mundo no primeiro dia da criação.”

SALDANHA, P. Os pantanais. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.

Os dois textos descrevem:




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